candiru

cândido caneiro candura cândida candor Caneira canguru candeeiro candiei (norma brasileira) candilo (norma brasileira) candilou (norma brasileira) candio (norma brasileira) candio u (norma brasileira)


substantivo masculino Designação comum de vários peixes nematógnatos da Amazônia, na maioria pequenos e hematófagos – que se alimentam de sangue; das famílias dos Tricomicterídeos e Cetopsídeos, entre os quais se distingue a espécie Vandellia cirrhosa que comumente parasita as brânquias de peixes, mas pode penetrar também nos orifícios naturais do homem e de animais, dos quais pode ser repelido com grande dificuldade, por causa dos espinhos eréteis que encobrem suas guelras, capazes de causar hemorragia abundante e que pode ser fatal.
Peixe de comum aspecto e características acima citados também encontrado nos rios: Pardo, Mogi Guaçu, Grande e Paraná.
Também chamado: chupa-chupa, candiru-de-cavalo, candiru-pintado, mata-dourado, peixe-sanguessuga, peixe-vampiro.
Etimologia (origem da palavra candiru). Do tupi kandirú.


O Candiru (Vandellia cirrhosa), também chamado de canero ou peixe-vampiro, é um peixe de água doce que pertence ao grupo comumente chamado de peixe-gato. Ele é encontrado nos rios da bacia amazônica e tem uma reputação entre os nativos de ser o peixe mais temido naquelas águas, até mais que a piranha. A espécie cresce até dezoito centímetros e tem forma de enguia, tornando-o quase invisível na água. O candiru é um parasita. Ele nada até as cavidades das guelras dos peixes e se aloja lá, se alimentando de sangue nas guelras, recebendo assim o apelido de “peixe-vampiro”.




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