cotidiano

cotidiano | adj. | s. m.
co·ti·di·a·no
(latim cottidianus, -a, -um )
adjectivo adjetivo

1. De todos os dias; que acontece diariamente. = DIÁRIO

2. Que é muito comum ou banal.nome masculino

3. Conjunto das acções praticadas todos os dias e que constituem uma rotina. = DIA-A-DIA

4. O que acontece todos os dias.

Sinónimo Sinônimo Geral: QUOTIDIANO
Ver também dúvida linguística: quotidiano / cotidiano.


adjetivo Que ocorre todo(s) o(s) dia(s); particular do dia a dia; diário.
[Por Extensão] Que não é extraordinário; comum ou banal.
Diz-se da publicação de tiragem diária: revista cotidiana.
substantivo masculino Aquilo que acontece todo(s) o(s) dia(s); o que é banal; comum.
Reunião dos atos habituais e permanentes que uma pessoa desenvolve no decorrer do seu dia; dia a dia.
[Portugal] Forma, preferencialmente, utilizada: quotidiano.
Etimologia (origem da palavra cotidiano). Do latim quotidianus/cottidianus.a.um.


O termo cotidiano (português brasileiro) ou quotidiano (português europeu) significa aquilo que é habitual ao ser humano, ou seja, está presente na vivência do dia a dia.
Cotidiano também pode indicar o tempo no qual se dá a vivência de um ser humano; também pode indicar a relação espaço-temporal na qual se dá essa vivência.
Para além da Filosofia e da Sociologia, uma das áreas disciplinares que recentemente tem procurado estudar o quotidiano são as Ciências da Comunicação. Particularmente, existem estudos, como o de Mateus (2016), que relacionam sociabilidade e media ao colocar como categoria central o conceito de quotidiano. Com efeito, o autor considera o Serviço Público de Media a partir da preocupação que este tem em lidar com a autenticidade da experiência quotidiana, quer ao nível discursivo, quer ao nível da própria programação. “A par da dimensão político-democrática e da dimensão educativa, a dimensão sociológica sublinha práticas de inclusão do indivíduo comum no discurso de televisão e rádio. Estas práticas de inclusão assumem uma feição convergente num duplo sentido: convergência enquanto publicidade, enquanto reunião da atenção coletiva; e convergência enquanto emergência do indivíduo vulgar e da mundanidade na Televisão e Rádio Públicas. O que está em causa nessa dupla convergência continua a ser o horizonte comunitário e coletivo das sociedades” (Mateus, 2016: 112).




Deixe um comentário