damasco

damasco | s. m.
da·mas·co
(Damasco, topónimo [cidade da Síria] )
nome masculino

1. Tecido grosso de seda, com desenhos em relevo, geralmente brilhantes em fundo mate na parte da frente e mates em fundo brilhante na parte de trás, que se fabricava em Damasco.

2. Tecido de algodão ou de outro material que imita esse tecido de seda.

3. Folha de espada com lavores.

4. [Botânica]   [Botânica]   Fruto do damasqueiro ou alperceiro. = ALPERCE

5. [Botânica]   [Botânica]   Árvore (Prunus armeniaca) da família das rosáceas. = ALPERCEIRO, DAMASQUEIRO


substantivo masculino Fruto dourado semelhante ao pêssego, porém menor e com pele mais lisa.
Tanto o damasco fresco quanto o seco podem ser comidos crus ou cozidos em geléias, tortas e pudins. Do caroço do damasco fabrica-se um licor.O damasqueiro atinge cerca de 9m de altura. É árvore de clima ameno. Floresce precocemente, por isso não pode ser cultivado em regiões sujeitas às geadas de primavera. O damasqueiro é originário da Ásia, de onde foi trazido para o Brasil. É cultivado de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul, especialmente nos planaltos.


Damasco (em árabe: دِمَشقُ, transliterado Dimashq; comumente conhecida como الشام, ash-Shām, ou مدينة الياسمين, Madīnatul Yāsmīn, literalmente “Cidade do Jasmim”) é a capital da Síria, e um dos 14 distritos do país. O distrito de Damasco é administrado por um governador indicado pelo Ministro do Interior. É uma das cidades mais antigas habitada continuamente no mundo (escavações comprovam uma ocupação contínua de mais de 5 000 anos), sendo a capital do país mais antiga no mundo. Damasco é, ainda, um dos principais centros culturais e religiosos do Levante.
Em 2010, tinha uma população estimada em cerca de 1 669 000 habitantes. Localiza-se no sudoeste da Síria, e é o centro de uma grande área metropolitana de 4,8 milhões de pessoas. Geograficamente, encontra-se nos sopés orientais da cordilheira do Antilíbano, a 80 quilômetros da costa oriental do mar Mediterrâneo, sobre um planalto situado a 680 metros acima do nível do mar. Apresenta um clima semiárido, devido ao efeito de sombra de chuva. A cidade é cruzada pelo rio Barada.
Colonizada pela primeira vez no segundo milênio a.C., foi escolhida como capital do Califado Omíada entre 661 e 750. Após a vitória da dinastia Abássida, a sede do poder islâmico mudou-se para Bagdá, e Damasco experimentou um declínio político por todo o período, reconquistando importância durante os períodos aiúbida e mameluco. Durante o governo otomano, a cidade entrou em completa decadência, embora tenha mantido algum prestígio cultural. Atualmente é sede do governo central e de todos os ministérios governamentais. Em 2008, foi escolhida como a Capital Árabe da Cultura.


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