O que é asilo

asilo | s. m. 1ª pess. sing. pres. ind. de asilar
a·si·lo
substantivo masculino

1. Estabelecimento de caridade para albergue de necessitados, recolher e educar crianças pobres, etc.

2. Hospício; recolhimento.

3. Lugar que, sendo inviolável, oferecia seguro refúgio aos que nele se acolhiam.

4. [Figurado]   [Figurado]   Abrigo.

5. Casa em que acolher-se.

6. [Entomologia]   [Entomologia]   Género de insectos dípteros.
a·si·lar a·si·lar – Conjugar
verbo transitivo

1. Acolher em asilo, albergar.verbo pronominal

2. Recolher-se em asilo.


substantivo masculino Lugar onde se está em segurança: achar asilo em casa de amigos.
Refúgio, abrigo.
Estabelecimento ou instituição de caridade que abriga crianças desvalidas ou idosos desamparados.
[Antigo] Direito de asilo, o que outrora se reconhecia aos criminosos que se refugiavam nas igrejas.
Asilo político, o que alguns países, sobretudo na América Latina, garantem aos exilados ou banidos por motivos políticos.


Asilo é um estabelecimento para abrigo, sustento ou educação de pessoas com dificuldades de se manter, como dependentes químicos, idosos ou órfãos. Os asilos para idosos também podem ser designados por outros nomes, como casa de repouso, clínica geriátrica e ancionato. No Brasil, o asilo é formalmente conhecido como instituição de longa permanência de idosos (ILPI).No Ocidente, a história dos asilos está, em suas origens, ligada ao cristianismo. Há registros, por exemplo, de que um dos primeiros asilos foi fundado pelo papa Pelágio, que transformara sua casa em um hospital para idosos. Já no Brasil Colônia, havia os asilos de mendicidade, que abrigavam velhos, doentes mentais, crianças etc. O primeiro exemplo de abrigo para idosos foi a Casa dos Inválidos, fundada no Rio de Janeiro em 1794, não por caridade, mas sim para abrigar soldados de idade avançada. Posteriormente, fundou-se o Abrigo São Luís para Velhice Desamparada, em 1890.Tradicionalmente, asilos eram um exemplo das assim chamadas instituições totais, embora esse modelo seja considerado ultrapassado.

Na Suécia, havia casas dos pobres (fattighus) nas zonas rurais, organizadas localmente e reguladas pelas leis provinciais medievais no séc. XII. Com a chegada do cristianismo, foram criadas igualmente casas dos pobres nas cidades, por volta de 1300, subsidiadas pelo imposto eclesiástico (tionde) pago à Igreja. Com a introdução do protestantismo, por volta de 1500, a assistência aos pobres passou a ser tarefa do estado.


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