O que é desejo

desejo | s. m. 1ª pess. sing. pres. ind. de desejar
de·se·jo |â| ou |ê| ou |âi| de·se·jo |ê|
(latim vulgar *desedium, do latim desidia, -ae, preguiça, indolência, inércia )
substantivo masculino

1. Acto de desejar ou de se desejar.

2. Coisa que se deseja; coisa que se quer ter, conseguir, alcançar, etc.

3. Vontade; aspiração.

4. Grande apetite ou vontade em relação a algo que se pode comer ou beber.

5. Atracção sexual.
de·se·jar de·se·jar – Conjugar
(desejo + -ar )
verbo transitivo

1. Ter vontade de. = QUERER

2. Sentir desejo por. = APETECER, COBIÇAR, PRETENDER

3. Aspirar a.

4. Expressar a alguém votos de que algo aconteça (ex.: desejar felicidades).verbo intransitivo

5. Sentir desejos; ter ambições.verbo transitivo e pronominal

6. Sentir atracção sexual por.


substantivo masculino Aspiração; vontade de ter ou obter algo: desejo de perdão.
Objetivo ou propósito: um trabalho decente é o seu desejo.
Cobiça; excesso de vontade por bens, posses: o desejo de poder.
Impulso pelo prazer através de relações sexuais: desejo sexual.
[Informal] Ansiedade provocada durante a gravidez; vontade de comer certos alimentos durante a gravidez: desejo de comer manga.
Ação ou efeito de desejar; de querer; possuir vontade.
Etimologia (origem da palavra desejo). Do latim desedium.


Em filosofia, o desejo é uma tensão em direção a um fim que é considerado, pela pessoa que deseja, uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.
Tradicionalmente, o desejo pressupõe carência, indigência. Um ser que não carecesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso, Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos.
Tradicionalmente, os filósofos viram o Bem como o objeto do desejo. Atualmente, isso é questionado.


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