O que é indiferença

indiferença | s. f.
in·di·fe·ren·ça
(latim tardio indifferentia, -ae, falta de diferença, semelhança, sinonímia )
substantivo feminino

1. Qualidade daquele ou daquilo que é indiferente.

2. Falta de interesse ou de atenção em relação a algo ou alguém. = DESCASO, DESINTERESSE, NEGLIGÊNCIA ≠ CUIDADO, EMPENHO, ZELO

3. Ausência de interesse ou de resposta a um estímulo. = APATIA, ATARAXIA

4. Estado de uma pessoa a quem tão pouco importa uma coisa como o contrário dela.

5. Ausência de sentimentos fortes em relação a algo ou alguém. = DISTANCIAMENTO, FRIEZA, INSENSIBILIDADE

6. Sentimento de superioridade arrogante em relação a algo ou alguém. = DESCONSIDERAÇÃO, DESDÉM, DESPREZO, MENOSPREZO ≠ APREÇO, CONSIDERAÇÃO, ESTIMA


substantivo feminino Característica de quem se mantém tranquilo, não demonstrando preocupações, se comportando de forma indiferente diante de algo ou de alguém: se comportou com indiferença diante da tragédia.
Ausência de interesse; falta de consideração: indiferença pelos sentimentos alheios.
Sentimento de apatia; incapacidade para responder atividades estimulantes.
Condição de quem não se deixa influenciar pelos sentimentos.
Etimologia (origem da palavra indiferença). Do latim indifferentia.


Indiferença é o segundo álbum de estúdio da banda brasileira de rock Oficina G3, lançado em 1996 pela gravadora Gospel Records, com produção musical de Paulo Anhaia.Este álbum angariou seguidores para o Oficina G3 ainda que fossem apenas do ainda obscuro cenário do rock cristão. O estilo hard rock do trabalho lembra o hard rock dos anos 80, e ainda pode-se notar influências do glam rock, típico de bandas como Bride e Stryper. O disco tem destaque para a faixa “Glória” que é dividida em duas partes: uma em que é cantada o tradicional hino “Vencendo Vem Jesus” (The Battle Hymn of the Republic) com ritmo de rock e outra com um solo de guitarra de Juninho Afram. O disco marca a estreia de Jean Carllos como tecladista da e a despedida de Luciano Manga, que sairia para formar um ministério pastoral.Em 2015, foi considerado, por vários historiadores, músicos e jornalistas, como o 22º maior álbum da música cristã brasileira, em uma publicação dirigida pelo Super Gospel. Mais tarde, foi eleito pelo mesmo portal o 10º melhor álbum da década de 1990.


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