pipeta | s. f. 3ª pess. sing. pres. ind. de pipetar 2ª pess. sing. imp. de pipetar
pi·pe·ta |ê| pi·pe·ta |ê|
(francês pipette, pequeno tubo )
nome feminino

1. Tubo para transvasar líquidos.

2. Tubo que serve para tirar de uma vasilha uma pequena quantidade de líquido.

3. Bomba das adegas.

4. [Química]   [Química]   Instrumento de laboratório, geralmente em forma de tubo graduado, destinado a transferir ou a medir pequenas quantidades de líquidos.
pi·pe·tar pi·pe·tar – Conjugar
(pipeta + -ar )
verbo transitivo

[Química]   [Química]   Transferir líquido com uma pipeta.


substantivo feminino Tubo de vidro graduado que transfere por aspiração o líquido de um recipiente para outro, usado em análises e experiências feitas em laboratório.
[Por Extensão] Qualquer tubo usado em laboratório com uma escala de graduação de volumes; tubo utilizado em operações para transferir líquidos.
[Por Extensão] Tubo usado em adegas para transferir o vinho de um lugar para outro.
Etimologia (origem da palavra pipeta). Do francês pipette.


Pipeta é o nome de um instrumento de medição e transferência rigorosa de volumes líquidos.
As pipetas classificadas como graduadas possuem uma escala para medir volumes variáveis; as volumétricas possuem apenas um traço final, para indicar um volume fixo e final, sendo suas medições mais rigorosas.
Para sua utilização é necessário uma pró-pipeta ou pompete, um pipet-aid ou um macro-filler. Estes podem ser colocados na ponta superior da pipeta, produzindo um abaixamento da pressão de seu interior e provocando a aspiração do líquido de tal forma a preencher a pipeta no volume desejado.
Um outro tipo de pipetas, usado especialmente em laboratórios de análises clínicas que englobam laboratórios de biologia, bioquímica, ou para transferência de volume reduzido, é a micropipeta manual, que permite medição de volumes da ordem de microlitros, porém, com menor precisão do que as pipetas graduadas e volumétricas. Este tipo de pipeta utiliza pontas (no Brasil são chamadas ponteiras) descartáveis, feitas de polipropileno. O líquido aspirado por elas não entra ou não deve entrar no corpo principal da micropipeta, sob risco de adulterá-la.
Para a biologia molecular, são utilizadas pontas com um filtro de polipropileno para não haver uma contaminação da micropipeta. A micropipeta pode ser digital e eletrônica. A maioria das micropipetas é monocanal mas também existem micropipetas multicanais (de 8 e 12 canais).
A micropipeta mais precisa do mundo foi inventada pelo Brookhaven National Laboratory e mede zeptolitros.


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