O que é resignação

resignação | s. f. derivação fem. sing. de resignar
re·sig·na·ção
(resignar + -ção )
substantivo feminino

1. Acto ou efeito de resignar.

2. Submissão à vontade de Deus.

3. Exoneração espontânea de uma graça ou de um cargo.

4. Sujeição paciente às contrariedades da vida. = CONFORMIDADE

Antónimo Antônimo Geral: IRRESIGNAÇÃO
re·sig·nar re·sig·nar – Conjugar
(latim resigno, -are, tirar o selo, abrir, descobrir, desvendar, anular, renunciar )
verbo transitivo

1. Desistir de alguma coisa, geralmente em favor de outrem. = ABDICAR, RENUNCIARverbo transitivo e intransitivo

2. Abandonar um cargo ou função de forma voluntária. = DEMITIR-SEverbo pronominal

3. Ter resignação; aceitar pacientemente o que se apresenta ou acontece. = CONFORMAR-SE, SUJEITAR-SE

4. Submeter-se à vontade divina.Confrontar: resinar.


substantivo feminino Ação ou efeito de se resignar, de se submeter ao desejo de uma outra pessoa, sujeição: o operário não se resignou às ordens do patrão.
Ação de se demitir voluntariamente de um trabalho, cargo, emprego.
Ação de aceitar pacificamente as dores ou sofrimentos da vida; conformidade: desistiu da vaga com um sentimento de resignação e impotência.
[Jurídico] Renúncia voluntária de um cargo, falando especialmente da ação de renunciar.
Desobrigação de um pedido.
Etimologia (origem da palavra resignação). Resignar, do latim “resigno”, tirar o selo + ção.


A resignação, ou ainda aceitação, na espiritualidade, na conscientização e na psicologia humana, geralmente se refere a experienciar uma situação sem a intenção de mudá-la. A aceitação não exige que a mudança seja possível ou mesmo concebível, nem necessita que a situação seja desejada ou aprovada por aqueles que a aceitam. De fato, a resignação é frequentemente aconselhada quando uma situação é tanto ruim quanto imutável, ou quando a mudança só é possível a um grande preço ou risco. Aceitação pode implicar apenas uma falta de tentativas comportamentais visíveis para mudar, mas a palavra também é utilizada mais especificamente para um sentimento ou um estado emocional ou cognitivo teórico. Então, alguém pode decidir não agir contra uma situação e ainda assim não ter se aceitado-a.
A aceitação é contrastada com a resistência, mas esse termo tem fortes conotações políticas e psicoanalítica que não são aplicáveis em muitos contextos. Às vezes, a aceitação é usada com noções de espontaneidade: “Mesmo se uma situação indesejável da qual não poderei escapar ocorrer comigo, eu ainda posso espontaneamente escolher aceitá-la.”
Por grupos ou por indivíduos, a aceitação pode ser de vários eventos e condições no mundo; as pessoas também podem aceitar elementos de seus próprios pensamentos, sentimentos ou passados. Por exemplo, o tratamento psicoterapeutico de uma pessoa com depressão ou ansiedade poderia envolver a aceitação das circunstâncias pessoais que geraram aqueles sentimentos, sejam elas quais forem, ou pelos sentimentos em si. (A psicoterapia também poderia envolver a diminuição da resignação de uma pessoa em relação a várias situações.)
Noções de aceitação são proeminentes em muitas fés e práticas de meditação. Por exemplo, a primeira nobre verdade do Budismo, “a vida é sofrimento”, convida as pessoas a aceitarem que o sofrimento é uma parte natural da vida.
Reconhecer os poderes maiores e imutáveis; não cometer o vandalismo da teoria que emprega a interpretação que, regras naturais devam ser ignoradas em prol da composição lógica da teoria, ou que regras naturais devam ser violadas para mudarem de forma artificial (apenas na interpretação da concepção) a regra natural em questão.


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