emoção

emoção | s. f.
e·mo·ção
(francês émotion )
substantivo feminino

1. Acto de deslocar.

2. Agitação popular. = ALVOROÇO, COMOÇÃO, TUMULTO

3. Perturbação moral. = COMOÇÃO

4. [Psicologia]   [Psicologia]   Conjunto de reacções , variáveis na duração e na intensidade, que ocorrem no corpo e no cérebro, geralmente desencadeadas por um conteúdo mental.


substantivo feminino Reação moral, psíquica ou física, geralmente causada por uma confusão de sentimentos que, diante de algum fato, situação, notícia etc., faz com que o corpo se comporte tendo em conta essa reação, expressando alterações respiratórias, circulatórias; comoção.
Ação de se movimentar, deslocar.
Etimologia (origem da palavra emoção). Do francês émotion; do latim motio.onis.


Emoção é uma reação a um estímulo ambiental e cognitivo que produz tanto experiências subjetivas, quanto alterações neurobiológicas significativas. Está associada ao temperamento, personalidade e motivações tanto reais quanto subjetivas. A palavra deriva do termo latino emovere, onde o e- (variante de ex-) significa “fora” e movere significa “movimento”. Seja para lidar com estímulos ambientais, seja para comunicar informações sociais biologicamente relevantes, as emoções apresentam diversos componentes adaptativos para mamíferos com comportamento social complexo, sendo cruciais, até mesmo, para a sua sobrevivência. Não existe uma taxionomia ou teoria para as emoções que seja geral ou aceita de forma mundial. Várias têm sido propostas , como:

Cognitiva versus não cognitiva;
Emoções intuitivas (vindas da amígdala) versus emoções cognitivas (vindas do córtex pré-frontal);
Básicas versus complexas, onde emoções básicas em conjunto constituem as mais complexas;
Categorias baseadas na duração: algumas emoções ocorrem em segundos (por exemplo: surpresa) e outras duram anos (por exemplo: amor).Existe uma distinção entre a emoção e os resultados da emoção, principalmente os comportamentos gerados e as expressões emocionais. As pessoas frequentemente se comportam de certo modo como um resultado direto de seus estados emocionais, como chorando, lutando ou fugindo. Ainda assim, se pode ter a emoção sem o seu correspondente comportamento, então nós podemos considerar que a emoção não é apenas o seu comportamento e muito menos que o comportamento seja a parte essencial da emoção. A Teoria de James-Lange propõe que as experiências emocionais são consequência de alterações corporais. A abordagem funcionalista das emoções (como a de Nico Frijda) sustenta que as emoções estão relacionadas a finalidades específicas, como fugir de uma pessoa ou objeto para obter segurança.




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