etiqueta

etiqueta | s. f. 3ª pess. sing. pres. ind. de etiquetar 2ª pess. sing. imp. de etiquetar
e·ti·que·ta |ê…ê| e·ti·que·ta |ê…ê|
(francês étiquette )
nome feminino

1. Cerimonial da corte.

2. Conjunto de formas, práticas ou praxes cerimoniosas em uso na sociedade. = PRAGMÁTICA

3. Cerimónia .

4. Regra, estilo, praxe.

5. Impresso que identifica o conteúdo, as características ou a composição (em frascos, garrafas, etc.). = RÓTULO

6. Pedaço de tecido ou de outro material, geralmente cosido no avesso de uma peça de roupa, com informações sobre marca, fabrico, composição, cuidados de manutenção, etc.

7. Designação ou característica definidora, geralmente de carácter redutor, atribuída a algo ou alguém. = RÓTULO
e·ti·que·tar e·ti·que·tar – Conjugar
(etiqueta + -ar )
verbo transitivo

1. Pôr etiqueta ou rótulo em.

2. Atribuir uma designação ou uma característica definidora a, geralmente de maneira redutora.

Sinónimo Sinônimo Geral: ROTULAR


substantivo feminino Pequeno rótulo que se aplica a um objeto para indicar seu preço, conteúdo.
Formas cerimoniosas usadas entre particulares: observar a etiqueta.
Normas de conduta, modos comportamentais, que devem ser usadas em situações muito formais.
Marca do fabricante da roupa ou do estilista que denota prestígio: vestido de etiqueta; o produto que é vendido nessa loja ou feito por um estilista famoso.
[Figurado] Cerimonial usado nas cortes, nas residências dos chefes de Estado.
Etimologia (origem da palavra etiqueta). Do francês étiquette.


Etiqueta (do francês, étiquette) é o conjunto de normas cerimoniais que indicam a ordem de precedência e de usos a serem observados pela corte em eventos, públicos ou não, onde estiverem presentes chefes de estado e/ou alta autoridades tais, como solenidades e datas oficiais; por extensão, são ainda as normas a serem observadas entre particulares, no trato entre si.Para o sociólogo alemão Norbert Elias, são normas de conduta que denotam boa educação, a partir da ideia de autocontrole como indicador de civilidade; estas mudanças de comportamento formam mesmo a base do estado nacional moderno, a partir da instalação das monarquias absolutas. Segundo ele “o controle mais complexo e estável da conduta passou a ser cada vez mais instilado no indivíduo desde seus primeiros anos, como uma espécie de automatismo, uma autocompulsão à qual ele não poderia resistir, mesmo que desejasse” (…) “Nessa sociedade aquele que melhor conseguir moderar suas paixões é aquele terá melhores vantagens, conseguirá e manterá favores”.