genética

genética | s. f. fem. sing. de genético
ge·né·ti·ca
substantivo feminino

1. Ciência da hereditariedade cujas primeiras leis foram descritas por Mendel em 1865, e que estuda a transformação dos caracteres anatómicos , citológicos e funcionais dos pais para os filhos.

genética das populações • Parte da Biologia que estuda as características genéticas das populações (polimorfismo, estrutura genética, selecção e mutações).
ge·né·ti·co ge·né·ti·co
adjectivo adjetivo

1. Relativo à genética, aos genes.

2. [Filosofia]   [Filosofia]   Relativo à sucessão lógica, à filiação de ideias entre si.


substantivo feminino Ciência que se dedica ao estudo da hereditariedade, dos genes, da transmissão, de pais a filhos, dos caracteres anatômicos, citológicos e funcionais.
Etimologia (origem da palavra genética). Feminino de genético.


Para uma introdução ao tema mais geral e menos técnica, veja Introdução à genética.
Genética (do grego geno; fazer nascer) é a especialidade da biologia que estuda os genes, a hereditariedade e a variação dos organismos e a forma como estes transmitem as características biológicas de geração para geração. O termo genética foi primeiramente aplicado para descrever o estudo da variação e hereditariedade, pelo biólogo William Bateson numa carta dirigida a Adam Sedgewick, na data de 18 de Abril de 1908.
Já no tempo da pré-história, os agricultores utilizavam conhecimentos de genética através da domesticação e do cruzamento seletivo de animais e plantas para melhorar suas espécies. Atualmente é a genética que proporciona as ferramentas necessárias para a investigação das funções dos genes, isto é, a análise das interações genéticas. No interior dos organismos, a informação genética está normalmente contida nos cromossomos, onde é representada na estrutura química da molécula de DNA o que diminui bastante o tempo de espera no cruzamento das espécies.
Os genes, em geral, codificam a informação necessária para a síntese de proteínas, no entanto, diversos tipos de gene não-codificantes de proteínas já foram identificados, como por exemplo genes precursores de microRNAs (miRNA) ou de RNAs estruturais, como os ribossômicos. As proteínas por sua vez, podem atuar como enzimas (catalisadores) ou apenas estruturalmente, estas funções são diretamente responsáveis pelo fenótipo final de um organismo. O conceito de “um gene, uma proteína” é simplista e equivocado, por exemplo: um único gene poderá produzir múltiplos produtos (diferentes RNAs ou proteínas), dependendo de como a transcrição é regulada e como seu mRNA nascente é processador pela maquinaria de splicing.




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