machismo

machismo | s. m.
ma·chis·mo
(macho + -ismo )
nome masculino

1. Modos ou atitudes de macho. = MACHEZA

2. Comportamento ou linha de pensamento segundo a qual o homem domina socialmente a mulher e lhe nega os mesmos direitos e prerrogativas.

3. [Informal]   [Informal]   Orgulho masculino exagerado.


substantivo masculino Opinião ou atitudes que discriminam ou recusam a ideia de igualdade dos direitos entre homens e mulheres.
Característica, comportamento ou particularidade de macho; macheza.
Demonstração exagerada de valentia.
[Informal] Excesso de orgulho do masculino; expressão intensa de virilidade; macheza.
Etimologia (origem da palavra machismo). Macho + ismo.


Machismo (do espanhol e do português “macho”) é a sensação de ser ‘ viril’ e autossuficiente, o conceito associado a “um forte senso de orgulho masculino: uma masculinidade exagerada”.Está associado à “responsabilidade de um homem de prover, proteger e defender sua família”. Em um termo mais amplo, o machismo, por ser um conceito filosófico e social que crê na inferioridade da mulher, é a ideia de que o homem, em uma relação, é o líder superior, na qual protege e é a autoridade em uma família.O termo é universalmente usado para descrever um conjunto negativo de comportamentos hipermasculinos entre homens latinos, (Espanha, Portugal, América Latina e comunidades latino-americanas), em particular, a construção de gênero de masculinidade tradicional extrema ou da característica do “verdadeiro” homem (“macho”) nas sociedades latino-americanas e caribenhas, o termo é empregado com frequência dentro das comunidades latinas mas embora tenha se tornado parte do léxico, tanto de leigos quanto de cientistas sociais, a definição exata, as características descontextualizadas associadas e a aplicabilidade à maioria dos homens latinos é assunto de debate, os trabalhos mais recentes podem simplesmente se referir ao machismo como qualquer forma de sexismo ou atitudes que colocam homens em uma posição dominante sobre as mulheres e outros homens. O termo tem sido usado de várias maneiras para coisas diferentes, às vezes contraditórias, sendo tipicamente associado aos homens latino-americanos como uma imputação de traços de caráter negativos relacionados à masculinidade.Na América Latina, a cientista política Evelyn Stevens identifica o machismo como o “outro lado do marianismo” ao explicar o fenômeno latino de considerar mulheres “santas ou prostitutas”.
Durante o movimento de libertação feminina das décadas de 1960 e 1970, o termo começou a ser usado por feministas latino-americanas para descrever a agressão masculina e a violência. O termo foi usado por feministas latinas e estudiosos para criticar a estrutura patriarcal das relações de gênero nas comunidades latinas. Seu objetivo era descrever uma determinada marca latino-americana de patriarcado.A palavra “machismo” quando usada em texto em inglês, deriva da palavra idêntica em espanhol e em português e refere-se à suposição de que a masculinidade é superior à feminilidade, conceito semelhante à masculinidade hegemônica de R.W. Connell, no sentido de que supostos traços femininos entre homens (os traços historicamente vistos como femininos entre as mulheres) devem ser considerados indesejáveis, socialmente reprováveis ​​ou desvios. Os papéis de gênero tem parte importante na identidade humana enquanto conduzimos nossas identidades através de ações sociais históricas e atuais. As atitudes e os comportamentos do machismo podem ser mal vistos ou encorajados em vários graus em várias sociedades ou subculturas – embora seja freqüentemente associado a matizes patriarcais, principalmente nas visões atuais do passado.




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