mente

mente | s. f. -mente | suf. 3ª pess. sing. pres. ind. de mentir 2ª pess. sing. imp. de mentir
men·te
(latim mens, mentis, inteligência, alma )
substantivo feminino

1. Parte do ser humano que lhe permite a actividade reflexiva, cognitiva e afectiva . = ENTENDIMENTO, ESPÍRITO, INTELECTO, PENSAMENTO

2. Armazenamento de experiências vividas. = MEMÓRIA, LEMBRANÇA

3. Disposição de espírito.

4. Aquilo que se pretende fazer. = INTENÇÃO, INTUITO, PENSAMENTO, PROPÓSITO, TENÇÃO

5. Maneira de compreender ou imaginar o mundo. = IMAGINAÇÃO,PERCEPÇÃO

ter em mente • Lembrar-se ou ter como intenção.
-mente -mente
(latim mens, mentis, inteligência, alma )
sufixo

Elemento que forma geralmente advérbios, nomeadamente para indicar o modo (ex.: sinceramente amigo); pode designar tempo ou lugar (ex.: o que se passa actualmente ; colocado inferiormente).
men·tir men·tir – Conjugar
verbo intransitivo

1. Dizer o que não é verdade.

2. Dizer o que não se pensa.

3. Enganar.

4. [Figurado]   [Figurado]   Falhar, malograr-se.

5. Faltar.

6. Não cumprir o prometido ou o que era de esperar.


substantivo feminino No ser humano, faculdade de entender, de pensar reflexiva e afetivamente; entendimento, cognição.
Parte imaterial de alguém, em que se encontra a sensibilidade, a inteligência; pensamento, intelecto.
Parte de uma pessoa em que estão as lembranças, as experiencias de vida; memória.
Modo de entender alguma coisa; maneira usada para compor algo na imaginação; concepção.
O que se pretende fazer, realizar; intenção, plano: sua mente era criar projetos de caridade.
expressão Ter (algo) em mente. Ter a intenção de fazer algo.
De boa mente. De boa vontade, com boas intenções.
Etimologia (origem da palavra mente). Do latim mens.mentis.


Mente é o estado da consciência ou subconsciência que possibilita a expressão da natureza humana. ‘Mente’ é um conceito bastante utilizado para descrever as funções superiores do cérebro humano relacionadas a cognição e comportamento. Particularmente aquelas funções as quais fazem os seres humanos conscientes, tais como a interpretação, os desejos, o temperamento, a imaginação, a linguagem, os sentidos, embora estejam vinculadas as qualidades mais inconsciente como o pensamento, a razão, a memória, a intuição, a inteligência, o arquétipo, o sonho, o sentimento, ego e superego. Por isso, o termo também descreve a personalidade e costuma designar capacidades humanas, ou mesmo, empregado para designar capacidades de seres sobrenaturais, como na expressão “A mente de Deus”.
Etimologicamente, o termo vem da raiz verbal protoindo-europeia *men-, que tem o significado de “pensar, lembrar”, dando origem ao sânscrito manas “mente”, ao grego μένος e ao latim mens, mèntem, este último verbo para “pensar, conhecer, entender” e significa também medir, visto que alguém que pensa não faz outro que medir, ponderar as ideias. Os gregos utilizavam o termo nous para indicar a mente, a razão, o pensamento, a intuição.O conceito de mente é entendido de muitas maneiras diferentes por diversas tradições culturais, filosóficas e religiosas. Alguns vêem a mente como uma propriedade exclusiva dos seres humanos, enquanto outros atribuem propriedades mentais a todo universo e a entidades não-vivas (por exemplo, idealismo e panpsiquismo), a animais e a divindades. Uma questão em aberto sobre a natureza da mente é o problema mente-corpo, que investiga a relação da mente com o cérebro físico e o sistema nervoso. Visões modernas geralmente se concentram no fisicalismo e no funcionalismo, que sustentam que a mente é a grosso modo idêntica ao cérebro ou redutível a fenômenos físicos, como a atividade neuronal, enquanto outros sustentam por exemplo o problema difícil da consciência, em que os qualia mentais possuem propriedades intrínsecas distintas e não explicáveis pela estrutura química (lacuna explanatória). Outros pensadores defendem pontos de vista mais antigos, incluindo o dualismo e idealismo, que consideravam a mente de alguma forma não-física.Algumas das primeiras especulações registradas ligavam a mente (às vezes descrita como idêntica à alma ou espírito) a teorias relativas à vida após a morte e à ordem cosmológica e natural, por exemplo, nas doutrinas de Zoroastro (veja o conceito de Vohu Mana), Buda (cinco agregados, senciência e Natureza de Buda), Platão e Aristóteles (Nous), e outros filósofos antigos gregos, indianos e, mais tarde, islâmicos e europeus medievais. No budismo e filosofia do processo, a mente também é retratada em seu aspecto como fluxo da consciência, no qual as impressões sensoriais e os fenômenos mentais estão mudando constantemente (ver Filosofia do si). Filósofos importantes da mente incluem Platão, Patanjali, Descartes, Leibniz, Locke, Berkeley, Hume, Kant, Hegel, Schopenhauer, Searle, Dennett, Fodor, Nagel e Chalmers. Psicólogos como Freud e James e cientistas da computação como Turing e Putnam também desenvolveram teorias influentes sobre a natureza da mente.




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