modernidade

modernidade | s. f.
mo·der·ni·da·de
(moderno + -idade )
nome feminino

1. Estado ou qualidade do que é moderno.

2. Coisa nova ou recente. = NOVIDADE

Sinónimo Sinônimo Geral: MODERNICE, MODERNISMO


substantivo feminino Caráter do que é moderno, do que se refere ao tempo presente ou a uma época relativamente recente; modernismo.
O que existe ou passou a existir recentemente.
[História] Conceito iluminista segundo o qual o ser humano se reconhece como pessoa autônoma, atuando sobre a realidade (natureza e sociedade) pelo uso da razão.
Etimologia (origem da palavra modernidade). Moderno + i + dade.


A modernidade costuma ser entendida como um ideário ou visão de mundo relacionada ao projeto empreendido a partir da transição teórica operada por Descartes, com a ruptura com a tradição herdada – o pensamento medieval dominado pela Escolástica – e o estabelecimento da autonomia da razão, o que teve enormes repercussões sobre a filosofia, a cultura e as sociedades ocidentais.O projeto moderno consolida-se com a Revolução Industrial e é normalmente relacionado com o desenvolvimento do capitalismo.
A modernidade transita, em seu fechamento e esgotamento, para a pós-modernidade. Muitos teóricos trataram dessa transição e tentaram sondar para ver além dos limites da transição para tentar captar que outro mundo estava surgindo. A pós-modernidade como um outro mundo relativamente à modernidade também é um tema filosófico da mais alta importância. Pós-modernidade carece de definição, nos parece, em sí mesma, só fazendo sentido se, em conexão com a modernidade, ou sua extensão, ou sua ruptura.
O termo era desconhecido para Nietzsche, porém, uma vez que a pós-modernidade se forma em oposição à modernidade, pode-se dizer que foi Nietzsche, em termos abrangentes, quem iniciou o movimento de fustigação dos ideais modernos. Com ele começa a era da paixão moderna. Os seus defensores ou os seus detratores, via de regra, se posicionavam frente à aceitação ou à recusa da modernidade. Porém, Nietzsche já não estava presente quando efetivamente começam as mais profundas transformações de época, da cultura aos artefatos tecnológicos, da política a guerra e ao terrorismo, da arte clássica a anti-arte ou a arte pela arte, do local ao global, da objetividade ao ficcional e ao virtual, do bioquímico ao tecido genético.




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