sibila

sibila | s. f. 3ª pess. sing. pres. ind. de sibilar 2ª pess. sing. imp. de sibilar
si·bi·la
(latim Sibylla, -ae, nome de várias profetisas )
nome feminino

1. [História]   [História]   Mulher a quem os antigos atribuíam o dom da profecia e o conhecimento do futuro.

2. Mulher que faz profecias. = BRUXA, PROFETISA

3. [Informal, Depreciativo]   [Informal, Depreciativo]   Mulher malvada, cruel. = BRUXA, MEGERA
si·bi·lar si·bi·lar – Conjugar
(latim sibilo, -are, assobiar )
verbo intransitivo

1. Soprar produzindo um silvo agudo e prolongado. = ASSOBIAR, SILVAR

2. Soar como um assobio. = ASSOBIAR, SILVARverbo transitivo e intransitivo

3. Acentuar consoantes sibilantes ao falar.


substantivo feminino Profetisa, bruxa, feiticeira.
Nome que os antigos romanos davam a qualquer mulher idosa, supostamente capaz de predizer o futuro.
A mais conhecida delas foi a sibila de Cumes. Segundo a lenda, o deus Apolo prometeu que ela viveria tantos anos quantos grãos de areia pudesse segurar em suas mãos. Mas Apolo não lhe concedeu eterna juventude e ela continuou a envelhecer. Seu corpo enrugado foi finalmente conservado em uma garrafa. A sibila conduziu Enéias, o guerreiro troiano, ao mundo inferior ou inferno, para saber do futuro de Roma. Mais tarde ela quis vender por um alto preço ao rei de Roma nove livros de profecias, chamados Livros sibilinos. O rei recusou por duas vezes e a sibila queimou três livros para cada recusa. O rei acabou pagando o preço original por apenas três livros. Esses livros de profecias foram consultados em tempos de perigo até serem destruídos pelo fogo em 83 a.C.


Sibilas (em grego clássico: Σῐ́βυλλαι; transl.: Síbyllai; em latim: Sibyllae), na Antiguidade, eram mulheres oraculares. Pensa-se que o nome foi formado por Διος e βουλή, significando conselho de Zeus. A primeira Sibila, da qual o nome das demais derivou, segundo a mitologia grega, era filha de Dardano e Neso. Alguns autores citam quatro delas (Eritreia, Sâmia, Egípcia e Sárdia), mas comumente se acredita que eram 10: Babilônia, Líbia, Délfica (uma mais velha, filha de Zeus e Lâmia, e uma mais jovem), Ciméria, Eritreia (uma mais velha e outra mais jovem, chamada Herófila), Sâmia, Cumana (às vezes identificada com a Eritreia), a Helespôntica ou Troiana, Frígia e Tiburtina.A mais célebre delas é a Cumana, citada sob os nomes de Herófila, Demo, Femonoé, Deífoba, Demófila e Amalteia. Foi consultada por Eneias antes dele descer ao mundo inferior e dizem que foi à Itália pelo Oriente, onde apareceu diante do rei Tarquínio, oferecendo-lhe os Livros Sibilinos. Pausânias também menciona uma Sibila Hebraica com o nome de Sabe, filha de Beroso e Erimante.




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