simpatia

simpatia | s. f.
sim·pa·ti·a
substantivo feminino

1. Sentimento de atracção moral que duas pessoas sentem uma pela outra.

2. Tendência natural para uma coisa.

3. [Fisiologia]   [Fisiologia]   Relação que existe entre as acções e afecções de dois ou mais órgãos mais ou menos afastados entre si.

4. [Patologia]   [Patologia]   Influência mórbida que um órgão lesado exerce sobre outros órgãos que não são directamente atacados.

5. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]   Forma amistosa de tratamento (ex.: tudo bem, simpatia?).

6. [Brasil]   [Brasil]   Acto ou prática rituais que, por superstição, se faz para conseguir aquilo que se deseja (ex.: as simpatias para o amor são as mais procuradas).Confrontar: simpatria.


substantivo feminino Atração que algo ou alguém é capaz de provocar em outra pessoa.
Quem tem o hábito de ser muito delicado e agradável.
Sentimento de reconhecimento ou consentimento que se desperta em outra pessoa: obteve a simpatia do chefe.
Estado sentimental que se assemelha ao amor.
Capacidade de dar atenção aos sentimentos de uma outra pessoa.
Afeto que faz com que duas ou mais pessoas se mantenham unidas.
[Popular] Tipo de ritual ou ato supersticioso que se faz com o objetivo de obter aquilo que se deseja: simpatia para arrumar esposa.
Tendência para se solidarizar com: tinha simpatia por causas populares.
[Medicina] Compatibilidade entre corpos, estados ou humores (substâncias líquidas presentes num organismo).
[Medicina] Particularidade semelhante entre dois estados mórbidos, que ocasiona o desenvolvimento de sintomas.
[Gramática] Também utilizado como interlocutório pessoal: simpatia, pode trazer o cardápio para mim?
Etimologia (origem da palavra simpatia). Do latim sympathia.ae.


Simpatia (do grego sypatheia: syn, “junto” + pathos, “sentimento”) é a percepção, compreensão e reação ao sofrimento ou necessidade de outra forma de vida. Essa preocupação empática é impulsionada por uma mudança de ponto de vista, de uma perspectiva pessoal para a perspectiva de outro grupo ou indivíduo que está necessitado. David Hume explicou que este é o caso porque “as mentes de todos os homens são semelhantes em seus sentimentos e operações” e que “o movimento de um se comunica com o resto” de modo que as afetações passam prontamente de uma pessoa para outra, gerando movimentos correspondentes.




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