sô | s. m. | s. 2 g. | prep. so- | pref. só | adj. 2 g. | adv. | s. m.

(redução de senhor )
substantivo masculino

1. [Informal]   [Informal]   Tratamento respeitoso (ex.: bom dia, sô Carlos). = SENHORsubstantivo de dois géneros

2. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]   Forma de tratamento usada como vocativo (ex.: foi mau, sô).preposição

3. [Antigo]   [Antigo]   Sob.
so- so-
(sob, do latim sub, por baixo )
prefixo

Indica posição inferior (ex.: soventre).

só só
(latim solus, -a, -um )
adjectivo de dois géneros adjetivo de dois géneros

1. Que está sem companhia (ex.: estava só, sentado a uma mesa). = SOZINHO

2. Que não tem família (ex.: vivo só). = SOZINHO

3. Que não se repete (ex.: uma só vez o vi). = ÚNICO

4. Apenas com a companhia de outra pessoa (ex.: deixaram-nas sós; pediu para ficar só com ela). = SOZINHO

5. Que não tem habitantes, ocupantes ou frequentadores (ex.: lugares sós; ruas sós). = DESERTO, ERMO, SOLITÁRIOadvérbio

6. Usa-se para destacar um aspecto , circunstância ou elemento entre vários possíveis (ex.: só estive a ouvir os discos de jazz). = APENAS, SOMENTE, UNICAMENTE

7. Usa-se para indicar uma restrição (ex.: só faltam dois dias para acabar o prazo). = APENAS, SOMENTE, UNICAMENTEsubstantivo masculino

8. Aquele que vive ou está sem companhia.

9. [Jogos]   [Jogos]   Jogador que no voltarete joga somente com as cartas que tem e não compra nenhuma.

10. [Regionalismo]   [Regionalismo]   Fundo de vasilha; fundo de agulha.

a sós • Sem outra companhia.

falar só • Falar em voz alta a si próprio.

por si só • De modo isolado ou suficiente (ex.: tomaram a mesma decisão, mas cada uma por si só terá as suas razões).


substantivo masculino Senhor; forma informal utilizada para se dirigir à pessoa que tem certa autoridade, poder ou é proprietária de algo: sô advogado; sô Francisco.
[Gramática] Usado como interlocutório pessoal: anda logo, sô, corre atrás da namorada.
Não confundir com: .
Etimologia (origem da palavra ). Forma Red. de senhor; do latim senior.oris.


Só é o nome de um livro de poesia do poeta simbolista António Nobre (1867-1900) publicado em Paris em 1892.
Único livro publicado enquanto o autor estava vivo, Só influenciou vários autores do Modernismo português.