bookmark_borderO que é máscara

máscara | s. f. | s. 2 g. Será que queria dizer mascara ou mascará?
más·ca·ra
(italiano maschera )
nome feminino

1. Objecto de cartão, pano, cera, madeira ou outros materiais, que representa uma cara ou parte dela, destinado a cobrir o rosto, para disfarçar as pessoas que o põem. = CARAÇA

2. [Figurado]   [Figurado]   Conjunto de roupa ou acessórios que serve para uma pessoa se disfarçar. = DISFARCE, FANTASIA

3. [Figurado]   [Figurado]   Aparência falsa ou que engana. = DISFARCE, DISSIMULAÇÃO

4. Fisionomia característica de determinado estado ou sentimento.

5. Peça ou equipamento usado para resguardo ou protecção da cara ou de parte dela (ex.: máscara de apicultor; máscara de esgrima; máscara de mergulho; máscara de soldador).

6. Objecto ou equipamento, geralmente em material maleável, usado sobre o rosto, em especial sobre o nariz e a boca, para filtrar o ar ou como barreira protectora (ex.: máscara cirúrgica).

7. [Medicina]   [Medicina]   Instrumento aplicado sobre a boca e o nariz de um paciente, geralmente para anestesia, oxigenoterapia ou ventilação.

8. Molde do rosto de uma pessoa (ex.: máscara em gesso; máscara mortuária).

9. [Cosmetologia]   [Cosmetologia]   Substância pastosa que se espalha no rosto para tratamento.

10. [Cosmetologia]   [Cosmetologia]   Produto pastoso que se aplica nas pestanas para as colorir ou lhes dar volume. = RÍMEL

11. [Zoologia]   [Zoologia]   Zona da cara de um animal à volta dos olhos, geralmente de cor diferente.nome de dois géneros

12. Pessoa mascarada ou disfarçada.

máscara de Venturi • [Medicina]   • [Medicina]   Máscara de uso médico que permite controlar a concentração de oxigénio administrado a um paciente.


substantivo feminino Artefato de papelão, pano, madeira, couro etc., com que se cobre o rosto para disfarce: as máscaras de carnaval. (As máscaras de certos povos, verdadeiras obras de arte, podem representar um homem ou um gênio e têm papel simbólico preciso.).
Creme, pasta ou gelo utilizados em aplicação para os cuidados estéticos da face.
Modelagem da face tomada no vivo ou em um cadáver.
Aparelho de proteção contra produtos tóxicos: máscara contra gases.
Aparelho para anestesia que se aplica sobre o nariz e a boca para ministrar o anestésico gasoso e o oxigênio.
Aparelho empregado na pesca submarina.
Esgr. Tela metálica com que o esgrimista cobre o rosto para se proteger.
Militar Obstáculo artificial ou natural que serve de abrigo contra a observação terrestre e os tiros inimigos.
Parte inferior da cabeça das larvas dos odonatos (libélulas).
[Figurado] Aparência enganosa: perder a máscara da virtude.
Arrancar a máscara a alguém, revelar sua falsidade.
Levantar a máscara, mostrar-se tal qual é, sem disfarce.
Produto cosmético colorido usado na maquilagem dos cílios.


Uma máscara é um acessório utilizado para cobrir o rosto. É utilizada para diversos propósitos: lúdicos (como nos bailes de máscaras e no carnaval), religiosos, artísticos ou de natureza prática (máscaras de proteção). A palavra tem, provavelmente, origem no latim mascus ou masca = “fantasma”, ou no árabe maskharah = “palhaço”, “homem disfarçado”. Muitas vezes, tribos africanas usam máscaras em cerimônias de passagem.
A máscara é possivelmente o mais simbólico elemento de linguagem cênica através de toda história do teatro. Seu uso, provavelmente, remonta à representação de cabeça de animais em rituais primitivos, quando ou o objeto em si ou o personagem que o usava representavam algum misterioso poder.


bookmark_borderO que é cultura

cultura | s. f.
cul·tu·ra
(latim cultura, -ae, cultura, agricultura, cultura do espírito )
nome feminino

1. Acto , arte, modo de cultivar.

2. Lavoura.

3. Conjunto das operações necessárias para que a terra produza.

4. Vegetal cultivado.

5. Meio de conservar, aumentar e utilizar certos produtos naturais.

6. [Figurado]   [Figurado]   Aplicação do espírito a (determinado estudo ou trabalho intelectual).

7. Instrução, saber, estudo.

8. Apuro; perfeição; cuidado.


substantivo feminino Conjunto dos hábitos sociais e religiosos, das manifestações intelectuais e artísticas, que caracteriza uma sociedade: cultura inca; a cultura helenística.
Normas de comportamento, saberes, hábitos ou crenças que diferenciam um grupo de outro: provêm de culturas distintas.
Conjunto dos conhecimentos adquiridos; instrução: sujeito sem cultura.
Ação, efeito ou modo usado para tratar a terra ou as plantas; cultivo.
Terreno cultivado; categoria de vegetais cultivados: a cultura das flores; culturas forrageiras.
Criação de certos animais: cultura de abelhas.
Expressão ou estágio evolutivo das tradições e valores de uma região, num período determinado: cultura católica.
Aplicação do espírito a uma coisa: a cultura das ciências.
Desenvolvimento das faculdades naturais: a cultura do espírito.
Apuro, expressão de elegância: a cultura do estilo.
Desenvolvimento de certas espécies microbianas: caldo de cultura.
Arte de utilizar certas produções naturais: cultura do algodão.
Etimologia (origem da palavra cultura). Do latim cultura.


Cultura (do latim cultura) é um conceito de várias acepções, sendo a mais corrente, especialmente na antropologia, a definição genérica formulada por Edward B. Tylor segundo a qual cultura é “todo aquele complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade”. Embora a definição de Tylor tenha sido problematizada e reformulada constantemente, tornando a palavra “cultura” um conceito extremamente complexo e impossível de ser fixado de modo único. Na Roma antiga, seu antepassado etimológico tinha o sentido de “agricultura” (do latim culturae, que significa “ação de tratar”, “cultivar” e “cultivar conhecimentos”, o qual originou-se de outro termo latino, colere, que quer dizer “cultivar as plantas”), significado que a palavra mantém ainda hoje em determinados contextos, como empregado por Varrão, por exemplo.A cultura é também comumente associada às formas de manifestação artística e/ou técnica da humanidade, como a música erudita europeia (o termo alemão “Kultur” – “cultura” – se aproxima mais desta definição). Definições de “cultura” foram realizadas por Ralph Linton, Leslie White, Clifford Geertz, Franz Boas, Malinowski e outros cientistas sociais. Em um estudo aprofundado, Alfred Kroeber e Clyde Kluckhohn encontraram, pelo menos, 167 definições diferentes para o termo “cultura”. Clifford Geertz, discutia negativamente a quantidade gigantesca de definições de cultura, considerando um progresso de grande valor o desenvolvimento de um conceito que fosse coerente internamente e que tivesse um argumento definido. Assim, definiu cultura como sendo um “padrão de significados transmitidos historicamente, incorporado em símbolos, um sistema de concepções herdadas expressas em formas simbólicas por meio das quais os homens comunicam, perpetuam e desenvolvem seu conhecimento e suas atividades em relação a vida.”Por ter sido fortemente associada ao conceito de civilização no século XVIII, a cultura, muitas vezes, se confunde com noções de: desenvolvimento, educação, bons costumes, etiqueta e comportamentos de elite. Essa confusão entre cultura e civilização foi comum, sobretudo, na França e na Inglaterra dos séculos XVIII e XIX, onde cultura se referia a um ideal de elite. Ela possibilitou o surgimento da dicotomia (e, eventualmente, hierarquização) entre “cultura erudita” e “cultura popular”, melhor representada nos textos de Matthew Arnold, ainda fortemente presente no imaginário das sociedades ocidentais.


bookmark_borderO que é demografia

demografia | s. f.
de·mo·gra·fi·a
(demo- + -grafia )
nome feminino

Estatística da população.


substantivo feminino Ciência que tem por objeto o estudo quantitativo das populações humanas, de suas variações, de seu estado, de seu índice de crescimento ou de redução, do seu desenvolvimento econômico e dos processos de migração, além das condições sociais, natalidade e mortalidade, entre outros.
Etimologia (origem da palavra demografia). Demo + grafia.


A Demografia é uma área das Ciências Sociais que estuda a dinâmica populacional humana. O seu objeto de estudo engloba as dimensões, estatísticas, estrutura e distribuição das diversas populações humanas. Estas não são estáticas, variando devido à natalidade, mortalidade, migrações e envelhecimento. A análise demográfica centra-se também nas características de toda uma sociedade ou um grupo específico, definido por critérios como a Educação, a nacionalidade, religião e grupo étnico.
No século XIX, mais precisamente no ano de 1855, Achille Guillard, em seu livro Eléments de Statistique Humaine ou Démographie Comparée (Elementos de Estatística Humana ou Demografia Comparada), usou pela primeira vez o termo demografia.
A demografia estendeu-se além do campo da antropologia. Principalmente na segunda metade do século XX, muitos estudos voltaram-se ao estudo da demografia de animais e de plantas.


bookmark_borderO que é nativismo

nativismo | s. m.
na·ti·vis·mo
nome masculino

1. Qualidade de nativista.

2. Aversão aos estrangeiros.

3. [Filosofia]   [Filosofia]   Teoria segundo a qual o espaço e o tempo são dados nas próprias sensações, e não adquiridos por experiências.


substantivo masculino [Filosofia] Teoria segundo a qual o espaço e o tempo são dados nas próprias sensações, não são adquiridos por experiência. (Antôn.: genetismo.).
Caráter de nativista; excesso de amor à pátria, que cultiva o ódio ao estrangeiro; xenofobia.


Nativismo para a antropologia é toda ação que procure valorizar a cultura de um lugar, em reação à imposição de uma cultura externa, em geral dominante. O nativismo faz-se sentir especialmente na história dos povos que foram colonizados por outros, muitas vezes através de revoltas e motins, culminando mais adiante na própria emancipação – ou na completa aculturação.


bookmark_borderO que é exogamia

exogamia | s. f.
e·xo·ga·mi·a |zò| e·xo·ga·mi·a |zò|
(exo- + -gamia )
nome feminino

1. [Antropologia]   [Antropologia]   Enlace matrimonial entre pessoas que não pertencem ao mesmo grupo familiar, social, étnico, religioso.

2. [Biologia]   [Biologia]   Reprodução com baixa frequência de cruzamento entre indivíduos que apresentam consanguinidade .

3. Qualidade do que é exógamo.


substantivo feminino Casamento de um indivíduo com um membro de grupo estranho àquele a que pertence.
[Medicina] Fecundação protozoária pela união de elementos que não derivam da mesma célula.


Em biologia, a exogamia refere-se ao cruzamento de indivíduos pouco relacionados geneticamente.


bookmark_borderO que é desastre

desastre | s. m.
de·sas·tre
(italiano disastro )
nome masculino

1. Desgraça imprevista e funesta.

2. Revés; infortúnio.

3. Catástrofe.

4. Sinistro.


substantivo masculino Acidente grave ou funesto; sinistro: desastre de trem.
O que causa um sofrimento excessivo; desgraça, fatalidade, catástrofe.
[Figurado] Falta sucesso; insucesso, fracasso: sua estreia foi um desastre.
Etimologia (origem da palavra desastre). Do italiano disastro.


Desastre (do grego, “má estrela”) é um evento de causa natural e/ou tecnológica que afeta a normalidade do funcionamento social e, por extensão, provoca danos e prejuízos à sociedade, afetando a economia, ecossistemas, estrutura básica e desenvolvimento humano. Os estudos e pesquisas sobre desastres compreendem uma área interdisciplinar, a sinistrologia.


bookmark_borderO que é povo

povo | s. m. | s. m. pl.
po·vo |ô| po·vo |ô|
(latim populus, -i )
substantivo masculino

1. Conjunto dos habitantes de uma nação ou de uma localidade.

2. Pequena povoação.

3. Lugarejo.

4. Aglomeração de pessoas. = GENTE

5. [Antigo]   [Antigo]   O terceiro estado da Nação Portuguesa.

6. [Figurado]   [Figurado]   Grande número, quantidade.
povossubstantivo masculino plural

7. As nações.

povo miúdo • Classe inferior da sociedade. = ARRAIA-MIÚDA, PLEBEPlural: povos |ó|. Plural: povos |ó|.


substantivo masculino Conjunto das pessoas que vivem em sociedade, compartilham a mesma língua, possuem os mesmos hábitos, tradições, e estão sujeitas às mesmas leis.
Conjunto de indivíduos que constituem uma nação.
Reunião das pessoas que habitam uma região, cidade, vila ou aldeia.
Conjunto de pessoas que, embora não habitem o mesmo lugar, possuem características em comum (origem, religião etc.).
Conjunto dos cidadãos de um país em relação aos governantes.
Conjunto de pessoas que compõem a classe mais pobre de uma sociedade; plebe.
Pequena aldeia; lugarejo, aldeia, vila: um povo.
Público, considerado em seu conjunto.
Quantidade excessiva de gente; multidão.
[Popular] Quem faz parte da família ou é considerado dessa forma: cheguei e trouxe meu povo!
substantivo masculino plural Conjunto de países, falando em relação à maioria deles: os povos sul-americanos sofreram com as invasões europeias.
Designação da raça humana, de todas as pessoas: esperamos que os povos se juntem para melhorar o planeta.
Etimologia (origem da palavra povo). Do latim populus, i “povo”.


Povo é o nome, concebido como um conjunto de indivíduos que, num dado momento histórico, constitui uma nação. Se, por vezes, esta coincide com a totalidade de um território a ela associada, como normalmente acontece, é também o conjunto dos cidadãos de um país, ou seja, as pessoas que, mesmo que constituindo-se de diferentes etnias, estão vinculadas a um determinado regime jurídico, a um Estado. Na linguagem vulgar, a palavra “povo” pode referir-se à população de uma cidade ou região, a uma comunidade ou a uma família; também é utilizada para designar uma povoação, geralmente pequena.


bookmark_borderO que é incesto

incesto | s. m.
in·ces·to |ê| in·ces·to |ê|
substantivo masculino

União ou cópula ilícita entre parentes próximos.


substantivo masculino União sexual entre parentes consanguíneos, especialmente entre pais e filhos, ou entre irmãos.
Relação sexual entre parentes, entre pais e filhos, entre irmãos consanguíneos ou adotivos, geralmente condenada pelas leis morais, pela religião, pela sociedade etc.
adjetivo Que não possui pureza; torpe, impuro.
Etimologia (origem da palavra incesto). Do latim incestum.


Incesto é a atividade sexual entre membros de uma família ou entre parentes que possui uma relação de consanguinidade (relações de sangue).
O tabu do incesto é e tem sido um dos mais difundidos de todos os tabus culturais, tanto no presente e em muitas sociedades antigas. A maioria das sociedades modernas têm leis sobre incesto ou restrições sociais em casamentos estreitamente consanguíneos. Em sociedades onde é ilegal, o incesto adulto consensual é visto por alguns como um crime sem vítimas. Algumas culturas estendem o tabu do incesto a parentes sem consanguinidade, como irmãos de leite e irmãos adotivos. Parentes de terceiro grau (como meia-tia, meio-sobrinho, primo-irmão), em média, compartilham 12,5% de genes, e as relações sexuais entre eles são vistas de forma diferente em várias culturas, desde ser desencorajado a socialmente aceitável.Uma justificativa comum para a proibição do incesto é evitar o endocruzamento: uma coleção de transtornos genéticos sofridos pelos filhos de pais com algum coeficiente de parentesco. Tais crianças estão em maior risco de transtornos congênitos, morte e deficiência física e de desenvolvimento, o risco é proporcional ao coeficiente de parentesco dos pais – uma medida de quão geneticamente perto os pais são relacionados.Em algumas sociedades, como as do antigo Egito e outras, as combinações de relacionamentos como irmãos-irmãs, pai-filha, mãe-filho, entre primos, sobrinhos-tias, sobrinhas-tios eram praticadas nas famílias reais como forma de perpetuar a linhagem real. Algumas sociedades como as de Bali e algumas tribos Inuit têm opiniões diferentes sobre o que constitui incesto ilegal e imoral. No entanto, as relações sexuais com um parente de primeiro grau (como um pai ou irmão) são quase universalmente proibidas.


bookmark_borderO que é sambaqui

sambaqui | s. m.
sam·ba·qui
(tupi )
nome masculino

1. [Arqueologia]   [Arqueologia]   Depósito de materiais orgânicos e calcários que sofreram fossilização química, de origem humana pré-histórica.

2. [Geologia]   [Geologia]   Depósito natural de cascas de ostras e outras conchas.

Sinónimo Sinônimo Geral: CONCHEIRA, CONCHEIRO


substantivo masculino Nome dado às camadas geológicas constituídas por depósitos de conchas, cascos de ostras e outros restos de cozinha dos índios pré-históricos brasileiros, e encontradas ao longo do litoral ou de rios e lagoas próximos a ele.


Sambaquis (português brasileiro) ou concheiros (português europeu) são depósitos construídos pelo homem, constituídos por materiais orgânicos e calcários que, empilhados ao longo do tempo, vêm sofrendo a ação das intempéries. Acabaram por sofrer uma fossilização química, já que a chuva deforma as estruturas dos moluscos e dos ossos enterrados, difundindo o cálcio em toda a estrutura e petrificando os detritos e ossadas porventura ali existentes. Alguns grupos indígenas os utilizavam como santuário, enterrando neles os seus mortos. Outros os escolhiam como locais especiais para construir suas malocas.
Os sambaquis são uma importante fonte de estudos. Pesquisando seu conteúdo, pode-se saber sobre a vida dos primeiros povoados do atual território brasileiro, como sua alimentação, seus conhecimentos técnicos, a fauna e a flora da época etc. Os excrementos humanos fossilizados podem nos informar, por exemplo, sobre as doenças que aqueles homens e mulheres tinham.

São comuns em todo o litoral do Atlântico, sendo mais raros no Pacífico[carece de fontes?], mas notando-se exemplares até no norte da Europa. O formato varia do cônico ao semiesférico, a altura pode ser de menos de um metro ou até de 25 metros, também podendo se estender por longas áreas em termos de comprimento.


bookmark_borderO que é primitivo

primitivo | adj. | adj. s. m.
pri·mi·ti·vo
(latim primitivus, -a, -um )
adjectivo adjetivo

1. Mais antigo. = PRIMEIRO

2. Dos primeiros tempos. = INICIAL, ORIGINAL, PRIMEVO

3. Relativo à origem de algo ou aos seus primeiros momentos ou estados.

4. Que não sofreu evolução. = ARCAICO, RUDIMENTAR

5. Que não usa as convenções sociais de boa educação; que não mostra delicadeza no trato. = GROSSEIRO, RUDE ≠ POLIDO

6. [História]   [História]   Relativo à primeira época da humanidade.

7. [História]   [História]   Relativo à primeira idade de uma nação.

8. [Gramática]   [Gramática]   Que serve de base para a formação de outros (ex.: palavra primitiva, tempos primitivos).adjectivo e substantivo masculino adjetivo e substantivo masculino

9. Que ou quem vive em estado natural, geralmente sem uso da escrita nem de técnicas consideradas evoluídas.


adjetivo Que é o primeiro a existir; no momento inicial ou na origem de; original: a condição primitiva do ser humano; o estado primitivo do ouro.
Que persiste desde os primeiros tempos; antigo: fóssil primitivo.
Que apareceu antes de; original: texto primitivo.
Cujos hábitos, costumes, modo de vida remetem aos primeiros tempos; antecedente a qualquer civilização; próprio ou característico desse tempo; rudimentar ou tosco: homem primitivo.
[Figurado] Que age de maneira brutal, rude: comportamento primitivo.
Artes. Diz-se da pintura anterior à Renascença; tem as características dessa pintura: pintura primitiva ou primitivismo.
[Gramática] Diz-se da palavra que serve de radical e da qual muitas outras são derivadas: palavra primitiva.
substantivo masculino e feminino Algo ou alguém que é primitivo ou adepto do primitivismo.
Etimologia (origem da palavra primitivo). Do latim primitivus.a.um.


Primitivo, em antropologia, é um termo atualmente considerado obsoleto, que foi, no entanto, consagrado e amplamente utilizado no século XIX, época em que o paradigma baseava-se no evolucionismo, ou seja, na perspectiva teórica segundo a qual os fenômenos sociais e culturais da vida humana estão sujeitos a leis gerais de transformação análogas e complementares às da evolução biológica.
Geralmente, o termo opõe os povos da pré-história à civilização, por força das concepções vigentes na época e interesses colonialistas, excluindo, do conceito de civilização, os povos não ocidentais. Segundo o Dicionário Aurélio, o termo é relativo aos povos não letrados, que vivem em sociedades consideradas como de escala menor, organização social menos complexa e nível tecnológico menos desenvolvido do que as sociedades ditas civilizadas, e vistos pelo evolucionismo social como representantes de um estado social e mental supostamente mais próximo da condição original, natural, da humanidade, ou dela sobreviventes.