bookmark_borderO que é abeto

abeto | s. m.
a·be·to |ê| ou |é| a·be·to |ê| ou |é|
nome masculino

Árvore da família das pináceas; pinheiro-alvar; madeira de abeto.


substantivo masculino Árvores coníferas da família das pináceas, de folhagem sempre verde.
É a designação comum dos gêneros Abies e Picea. As principais características que permitem distinguir os dois gêneros são a disposição dos cones, a liberação das escamas e o tipo de agulhas que cada um possui. As plantas do gênero Picea também recebem o nome de epíceas. Há cerca de 40 espécies desse gênero nativas do hemisfério norte, desde a região ártica até a cadeia de montanhas dos Pireneus, na Europa, e nos estados de Carolina do Norte e Arizona, nos E.U.A.


Abeto é o nome popular das diversas espécies do gênero Abies. São árvores coníferas da família das Pináceas, nativas de florestas temperadas da Europa, Ásia, Norte da África e Américas Central e do Norte.


bookmark_borderO que é sequoia

sequóia sequoia sequóia sequoia | s. f. Será que queria dizer sequóia?
se·quói·a |ói| se·quoi·a |ói| se·quói·a |ói| se·quoi·a |ói|
([George Gist] Sequoyah, antropónimo [índio americano criador do alfabeto cherokee] )
nome feminino

[Botânica]   [Botânica]   Conífera da Califórnia que pode atingir 140 m de altura e pode viver mais de 2 000 anos. = WELLINGTÓNIA• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: sequoia. • Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990:sequóia. • Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:sequoia. • Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990:sequóia


substantivo feminino [Botânica] Nome comum de grandes árvores coníferas, do gênero Sequoia, com uma única espécie Sequoia sempervirens, podem chegar aos 150 m de altura e viver mais de 2.000 anos: na Califórnia encontram-se sequoias majestosas.
Etimologia (origem da palavra sequoia). Do latim Sequoia.


Sequoia é um gênero de árvores da família das taxodiáceas que conta com apenas uma única espécie sobrevivente: a Sequoia sempervirens (Sequoia-vermelha). O gênero, no entanto, inclui diversas espécies atualmente extintas, como as Sequoia affinis, Sequoia chinensis, Sequoia langsdorfii e Sequoia magnifica.


bookmark_borderO que é pinheiro

pinheiro | s. m. | adj.
pi·nhei·ro
(pinho + -eiro )
nome masculino

1. [Botânica]   [Botânica]   Designação dada a várias árvores do género Pinus, da família das pináceas. = PINHOadjectivo adjetivo

2. [Brasil]   [Brasil]   Diz-se da rês que tem os chifres direitos.


substantivo masculino Nome comum do maior e mais importante grupo das coníferas.
Há outras árvores que produzem cones e pertencem à família dos pinheiros. Entre essas, encontram-se os lariços e os abetos, mas todas diferem do gênero Pinus, que abrange cerca de 80 espécies distribuídas pelas regiões temperadas.


Pinheiro é o nome comum das árvores pertencentes à divisão Pinophyta, tradicionalmente incluída no grupo das gimnospérmicas. Este artigo se refere apenas às plantas do género Pinus, da família Pinaceae.
São nativos, na sua maioria, do Hemisfério Norte. Na América do Norte, com diversidade mais alta no México e na Califórnia. Na Eurásia, eles ocorrem desde Portugal e leste da Escócia até ao extremo oriental da Rússia, Japão, norte de África, o Himalaia com uma espécie formando a floresta de coníferas subtropical, o (pinheiro-de-sumatra) que já cruzou o Equador em Samatra, na Indonésia. Os pinheiros são também plantados extensivamente em muitas partes do Hemisfério Sul.
No Brasil também são chamados pinheiros, espécies que na verdade não fazem parte da família Pinaceae, como a Araucária (Araucaria angustifolia), mais conhecida como pinheiro-do-paraná. Este pertence a família Araucariaceae, que é pequena e nativa apenas do hemisfério sul. Abrange dois gêneros somente: o Agathis, (natural da Austrália) e o Araucaria que aparece no Chile, Argentina e sul-sudeste do Brasil, em regiões de altitude elevada, ou seja, acima de 500 m.
Os pinheiros são plantas perenes e também produzem resinosos. A casca da maioria dos pinheiros é grossa e escamosa. Os brotos são produzidos em inflorescências regulares, que de fato são uma espiral muito apertada aparentando um anel de brotos que surgem do mesmo ponto. Muitos pinheiros são uninodal, produzindo apenas um verticilo de brotos por ano, (de rebentos no início da época de floração), mas outros são multinodal, produzindo dois ou mais verticilos de ramos por ano. Na primavera os brotos são denominados “velas” porque de cor mais clara, apontam para cima e depois escurecem e arrepiam. Estas “velas” servem para avaliar o estado nutricional das plantas.
Os pinheiros têm quatro tipos de folhas. As mudanças começam com (1) um verticilo de 4-20 folhas de sementes (cotiledôneas), seguida imediatamente de (2) folhas juvenis em plantas jovens, com 2–6 cm de comprimento, simples, verdes ou verdes azuladas, arranjadas em espiral no broto. Estes são substituídos depois de seis meses a cinco anos por (3) folhas protetoras, similares a balanças, pequenas, pardas e não-fotossintéticas, arranjadas como as folhas juvenis; e (4) as folhas adultas ou agulhas, verdes, (fotossintéticas), enfeixadas em grupos (fascículos) de (1-) 2-5 (-6) agulhas, cada fascículo é produzido a partir de um pequeno rebento de um ramo lateral no eixo de uma folha protetora. Estes rebentos protetores permanecem muitas vezes nos fascículos como proteção básica. As agulhas persistem durante 18 meses a 40 anos, dependendo das espécies. Se um broto ficar danificado (se for comido por um animal, por exemplo), os fascículos de agulhas imediatamente abaixo do danificado irão gerar um rebento que poderá então substituir o anterior.

Os pinheiros são monoicos, ocorrendo cones masculinos e femininos na mesma árvore. Os cones machos são pequenos, com 1 a 5 cm de comprimento, e apenas presentes num curto período (usualmente na primavera ou no outono para outros poucos pinheiros), caindo assim que seu pólen se disperse. Os cones femininos levam de 1,5 a 3 anos (dependendo da espécie) para amadurecer e, depois da polinização, a fertilização pode demorar mais um ano. Na sua maturidade os cones femininos têm de 3 a 60 cm de comprimento. Cada cone tem numerosas folhas protetoras arranjadas em espiral, contendo cada uma duas sementes férteis. As folhas protetoras mais próximas à base do cone são pequenas e estéreis, sem sementes. A maioria das sementes é pequena e alada para serem dispersadas pelo vento (anemófilia), mas algumas são maiores e possuem apenas uma asa vestigial sendo então dispersadas pelos pássaros (ver abaixo). A maturidade do cone é usualmente alcançada quando ele se abre liberando as sementes, mas nas espécies semeadas por pássaros (a espécie Pinus albicaulis), será necessário que o pássaro quebre o receptáculo do cone para abri-lo. Em outras, que dependem de incêndios florestais, uma grande quantidade de cones depositada ao longo dos anos é aberta pelo fogo no mesmo incêndio que destrói a árvore-mãe, e assim repovoa a floresta.
Os pinheiros se desenvolvem bem em solo ácido e alguns também em solo calcário; a grande maioria requer um solo bem drenado ou seja prefere solos mais arenosos, mas uns poucos, como por exemplo o Lodgepole Pine (Pinus contorta) são tolerantes à reduzida drenagem e a encharcamento do solo. Alguns poucos estão aptos a rebrotarem após incêndios florestais, como por exemplo o pinheiro-das-canárias (Pinus canariensis), e outros, como por exemplo o Pinus muricata, necessitam do fogo para regenerar e suas populações, que declinam vagarosamente em regime de supressão de incêndios. Várias espécies estão adaptadas às condições climáticas extremas impostas pelas elevadas latitudes, por exemplo o pinheiro-anão-siberiano, o pinheiro-da-montanha, ou o pinheiro-de-casca-branca.

As sementes são comummente espalhadas por pássaros e esquilos. Alguns pássaros, nomeadamente as espécies Nucifraga caryocatactes, Nucifraga columbiana e Gymnorhinus cyanocephalus, são importantes na distribuição de sementes de pinheiro em novas áreas onde eles possam crescer.


bookmark_borderO que é sorva

sorva | s. f. 1ª pess. sing. pres. conj. de sorver 3ª pess. sing. imp. de sorver 3ª pess. sing. pres. conj. de sorver
sor·va |ô| sor·va |ô|
nome feminino

1. Fruto da sorveira.

2. [Botânica]   [Botânica]   Árvore leitosa do Brasil.
sor·ver |ê| sor·ver |ê| – Conjugar
verbo transitivo

1. Beber aos sorvos ou aos poucos; beber lentamente.

2. Atrair (chupando).

3. Haurir, aspirando.

4. Libar.

5. Absorver, impregnar-se de.

6. Subverter, atrair para o sorvedouro ou para o fundo; afundar, precipitar.

7. Aspirar.

8. Devorar, tragar.

9. Destruir.

10. Devorar, transpor.verbo pronominal

11. Submergir-se; afundar-se; sumir-se.

12. [Figurado]   [Figurado]   Sofrer sem o demonstrar.


substantivo feminino Fruto da sorveira.


Sorva ou sorveira (Sorbus domestica L.) é uma árvore da família das Rosaceae. É também conhecida pelos sinónimos botânicos de Cormus domestica (L.)Spach.) e Pyrus sorbus (Gaertn.), surgindo ainda a Sorbus maderensis que é uma das espécie endémicas da ilha da Madeira.
Apresenta-se como um arbusto com até 3 metros de altura, caducifólio, de caules lisos, castanho-avermelhados e folhas compostas, imparipinuladas de até 15 centímetros de comprimento, geralmente com 13 a 17 folíolos, elípticos, oblongos ou alanceolados, crenados.
Esta planta tem flores pequenas, esbranquiçadas a cremes, numerosas, reunidas em corimbos compostos, terminais, sendo os frutos carnudos, globosos e de cor vermelha.
Trata-se de uma espécie endémica da ilha da Madeira, bastante rara, que surge no urzal de altitude.
A floração desta planta surge entre Junho e Julho.
Sorva
Nome popular: sorva-pequena; sorvinha
Nome científico: Coumo utilis Muell. Arg
Família botânica: Apocynaceae
Origem: Brasil – Região Amazônica
“Espécie conhecida como kumã uaçu ou sorva grande, dá abundante leite, rico emborracha e seu, frutos são muito saborosos e doces, tendo o epicárpio um pouco rijo,do qual se destaca a polpa que contém as sementes e que é a parte comestível.”
Barbosa Rodrigues (1891) citado por Paulo Cavalcante
Características da planta: Árvore de porte variado de 6 a 20 m de altura, copa ampla e densa. Possui látex abundante, leitoso e potável ao longo de toda a planta. Folhas rígidas com até 10 em de comprimento, verde-brilhantes. Flores pequenas, reunidas em número de 15 a 20, com coloração rósea. Floresce de maio a agosto.
Fruto: Globoso de coloração verde, passando a castanho-escura quando maduro, casca fina contendo suco leitoso e viscoso. Polpa mucilaginosa e de coloração amarelada.
Cultivo: Ocorre espontaneamente na região amazônica. Frutifica de novembro a fevereiro.
As sorveiras ou sorvas brasileiras são diversas e bastante comuns em toda a região amazônica, onde são frequentes, especialmente, em terras dos Estados do Amazonas, do Pará, do Amapá e de Rondônia, chegando até às Guianas, à Colômbia e ao Peru.
Encontram-se sorvas silvestres em meio à floresta densa de matas virgens, em terrenos alagados ou de terras firmes. Algumas variedades são espontâneas nos campos ou campinas e em matas secundários, sendo frequentemente cultivadas nos arredores de Manaus.
Os frutos das sorveiras, em todas as suas variedades, são do tamanho de limões e, no princípio, verdes, passando depois a uma cor parda e escura. Apesar de apresentarem um sabor bom e adocicado e de se constituírem em importante alimento para as populações regionais, sendo consumidos in natura ou como bebida refrigerante, os frutos da sorveira não são os únicos produtos que podem ser extraídos dessa árvore.
Do tronco das sorveiras, especialmente das espécies Couma macrocarga (sorva-grande) e Couma utilis (sorva-pequena), é possível extrair boas quantidades de um látex espesso, branco e viscoso, que é comestível e de paladar adocicado. Esse látex pode ser ingerido puro, porém sempre diluído em água. Dessa forma, é usado como bebida em substituição ao leite de vaca, acrescido de café ou, ainda, como ingrediente no preparo de mingaus.
Na floresta, por exemplo, é comum o seringueiro sair para sua jornada de trabalho sem precisar levar nenhum alimento: é em árvores como a sorveira e em seu látex consistente que o habitante da terra encontra parte de seu sustento diário.
Retirado das árvores por um processo semelhante ao da extração do látex da borracheira, o látex da sorveira tem, também, grande utilidade como matéria-prima industrial, em especial na fabricação de goma de mascar. Após a extração, o látex se solidifica e é comercializado em grandes blocos compactos destinados, basicamente, à exportação. Segundo Paulo Cavalcante, a exploração da sorva com essa finalidade e seu comércio já foram muito intensos na floresta, tendo se reduzido bastante nas Ultimas décadas.
O látex da sorveira pode, ainda, ser utilizado industrialmente na produção de gomas e de vernizes. Desde tempos longínquos, os nativos da Amazônia sabem que, além de suas utilidades alimentícias, o látex da sorveira tem propriedades isolantes, sendo bastante resistente ao tempo e à umidade. Coagulado e misturado com outras substâncias, por exemplo, esse látex é muito empregado na calafetação das embarcações e caiação das paredes das habitações amazônicas.


bookmark_borderO que é sucuuba

Palavra não encontrada. Se procurava uma das palavras seguintes, clique nela para consultar a sua definição. súcuba sucum ba súcubo súcubas sucumbas sucumbam sucumbi sucumbia sucumbe (norma brasileira, na grafia pós-Acordo Ortográfico) sucumbo (norma brasileira) sucutuba (norma brasileira) suruba (norma brasileira)
Caso a palavra que procura não seja nenhuma das apresentadas acima, sugira-nos a sua inclusão no dicionário.


substantivo feminino Árvore da família das apocináceas.


A sucuuba (Himatanthus sucuuba) é uma espécie de árvore da região norte do Brasil.


bookmark_borderO que é abieiro

abieiro | s. m.
a·bi·ei·ro
(abio + -eiroz )
nome masculino

Árvore sapotácea (Pouteria caimito) da América do Sul, cujo fruto é o abio.


substantivo masculino [Brasil] Botânica. Planta que produz o fruto chamado abiu. (Família das sapotáceas.).


O abieiro, abiu, abiurana, abiurana-acariquara, abiorama, abio ou guapeva ou cabo-de-machado (região Centro-Oeste) (Pouteria caimito) é uma árvore frutífera da família Sapotaceae, nativa da Amazônia Central e da Mata Atlântica costeira do Brasil.
Descrita inicialmente como Achras caimito por Ruiz & Pav..


bookmark_borderO que é sapotizeiro

sapotizeiro | s. m.
sa·po·ti·zei·ro
nome masculino

Árvore frutífera da família das sapotáceas.


substantivo masculino [Brasil] Árvore da família das sapotáceas.


O Sapotizeiro (Manilkara achras/Achras zapota) ou sapota (do náuatle tzapotl) é uma árvore da família Sapotaceae que produz um fruto comestível chamado sapoti ou sapota. É originário da América Central, desenvolvendo-se em regiões de clima subtropical da Ásia, América e Oceania. Na Índia, existem cerca de vinte variedades.


bookmark_borderO que é murta

murta | s. f.
mur·ta
(latim murta, -ae ou myrta, -ae )
nome feminino

[Botânica]   [Botânica]   Planta arbustiva (Myrtus communis) da família das mirtáceas, de folhas opostas, flores brancas aromáticas e cujo fruto são bagas ovais, azuladas quando maduras. = MIRTA, MIRTO, MURTEIRA, MURTEIRO, MURTINHEIRA


substantivo feminino Designação comum às plantas (árvores e arbustos) da família das mirtáceas, sendo maioritariamente cultivadas para ornamentação, extração de frutos, extração de madeira, óleos terapêuticos; o fruto que provém dessas árvores.
Etimologia (origem da palavra murta). Do latim murta.ae.


Embora se refira, em geral, e com maior propriedade às plantas do género Myrtus, a que pertence a Murta-comum, o termo Murta é também aplicado a várias espécies botânicas nativas da América do Sul e da Nova Zelândia e que pertencem, nos sistemas actuais de classificação, aos seguintes géneros:

Eugenia, em especial:
Eugenia floribunda
Eugenia insipida
Eugenia ovalifolia
Lophomyrtus
Luma
Mouriri
Mouriri guianensis
Rhodomyrtus
Syzygium
Ugni, entre outros.Existem ainda as seguintes espécies, em cujo nome vulgar consta o termo “murta”:

Murta (Murraya exotica)
Murta-cabeluda (Myrcia lanceolata)
Murta-da-Índia (Murraya paniculata) (es)
Murta-de-cheiro (Murraya paniculata) (es)
Murta-de-parida (Mouriri guianensis)
Murta-do-campo (Aglaia odorata e Myrciaria tenella)
Murta-do-mato (Coutarea hexandra)
Murta-dos-jardins (Murraya paniculata (es) e Myrtus communis tarentina)
Murta-espinhosa (Ruscus aculeatus)
Murta-pimenta (Pimenta dioica)
Murta-comum, Murta-verdadeira, Murta-do-jardim, Murta-cheirosa ou Murta-cultivada (Myrtus communis)


bookmark_borderO que é pau-marfim

Palavra não encontrada. Sugerir a inclusão no dicionário da palavra pesquisada.



Pau-Marfim é um nome usado para indicar pelo menos duas variedades de madeiras, oriundas da árvore Agonandra brasiliensis e, menos frequentemente, Balfourodendron riedelianum, que também é conhecida por Farinha Seca. O pau-marfim é uma espécie longeva, pertencente ao grupo sucessional secundária tardia (Durigan & Nogueira), frequente em capoeirões e em floresta secundária, podendo surgir também em pastagens e, nesse caso, apresenta comportamento de espécie antrópica.
As principais regiões fitossociológicas onde ocorre o pau-marfim são Floresta Estacional Semidecidual, formação Submontana e Floresta Estacional Decidual. Entretanto, essa espécie pode ser encontrada, em menor frequência, na Floresta Ombrófila Mista (Floresta com araucária) e Floresta Ombrófila Densa, no alto da bacia do rio Ribeira.


bookmark_borderO que é azinheira

azinheira | s. f.
a·zi·nhei·ra
(azinha + -eira )
nome feminino

[Botânica]   [Botânica]   Árvore (Quercus ilex) de folhas persistentes, cujo fruto é uma bolota de cúpula em forma de dedal. = AZINHEIRO, AZINHO, ENZINHEIRA, ENZINHEIRO


substantivo feminino Árvore do gênero dos carvalhos, família das cupulíferas.


As azinheiras (Quercus ilex) são árvores que chegam a medir até 10 metros de altura. Pertencem à família das fagáceas. Possuem folhas discolores, ligeiramente espinhosas nos espécimes adultos, flores masculinas em amentos, as femininas em panículas e frutos ovoides, revestidos, em parte, por escamas.
Nesta espécie existe dimorfismo foliar.
Nativas da região Mediterrânica da Europa e Norte da África, a sua madeira é dura e resistente à putrefação, sendo largamente utilizada, desde a antiguidade até os dias atuais, na construção de habitações (vigas e pilares), embarcações, barris para envelhecimento de vinhos e na fabricação de ferramentas. Ainda hoje, a sua madeira é utilizada como lenha e na fabricação de carvão, que continua sendo uma importante fonte de combustível doméstico em muitas regiões ibéricas.