bookmark_borderO que é carta

carta | s. f. 3ª pess. sing. pres. ind. de cartar 2ª pess. sing. imp. de cartar
car·ta
(latim charta, -ae, folha de papiro para ser escrita, folha de papel, documento )
substantivo feminino

1. Escrito fechado que se dirige a alguém.

2. Nome de certos documentos oficiais que contêm despacho, provisão, licença, etc.

3. Diploma (ex.: pediu na secretaria a emissão da carta de curso).

4. Lista das bebidas ou dos pratos disponíveis para consumo num estabelecimento comercial (ex.: carta de queijos; carta de vinhos; pedir a carta; o bar oferece uma carta de cervejas bastante variada).

5. [Portugal]   [Portugal]   O mesmo que carta de condução.

6. Abecedário.

7. [Jogos]   [Jogos]   Cada um dos cartões que formam o baralho de jogar.

8. [Ictiologia]   [Ictiologia]   Peixe da costa de Portugal.

9. Mapa geográfico.

carta aberta • Escrito que, dirigido a alguém, é publicado nos jornais.

carta de alforria • Documento em que o senhor concedia liberdade ao escravo.

carta de condução • [Portugal]   • [Portugal]   Documento oficial que habilita uma pessoa para conduzir determinado tipo de veículos na via pública. (Equivalentes no português do Brasil: carteira de habilitação, carteira de motorista.)

carta de navegação • [Marinha]   • [Marinha]   Mapa de navegação, com representação das áreas marítimas e das zonas costeiras adjacentes .

carta de partilha • [Jurídico, Jurisprudência]   • [Jurídico, Jurisprudência]   Documento em que vem descrita a parte que coube a cada um dos herdeiros. = FOLHAS DE PARTILHA

carta mandadeira • [Jurídico, Jurisprudência]   • [Jurídico, Jurisprudência]   Procuração ou documento através do qual alguém constitui outrem como seu representante numa assembleia.

carta náutica • [Marinha]   • [Marinha]   O mesmo que carta de navegação .

carta precatória • [Jurídico, Jurisprudência]   • [Jurídico, Jurisprudência]   Carta dirigida por um juiz de uma circunscrição, comarca, tribunal, etc., a outro magistrado, para que cumpra ou faça cumprir certas diligências judiciais. = PRECATÓRIA

carta rogatória • [Jurídico, Jurisprudência]   • [Jurídico, Jurisprudência]   Carta dirigida por autoridades de um país às de outro, a fim de que neste se executem certos actos judiciais. = ROGATÓRIA

Pedido dirigido pelos fiéis de uma diocese a um metropolitano, para que certo eclesiástico seja nomeado bispo daquela diocese. = ROGATÓRIA

cortar as cartas • [Jogos]   • [Jogos]   Separar o baralho de cartas em duas partes.

dar as cartas • Demonstrar mestria ou grande conhecimento em determinado assunto ou área. = DAR CARTAS

• Ser o mestre ou aquele que domina. = DAR CARTAS

dar cartas • O mesmo que dar as cartas.

magna carta • [História]   • [História]   Documento que corresponde à constituição de um país, em especial a constituição concedida por João Sem Terra (1167-1216) aos ingleses em 1215, limitando o poder absoluto do monarca.
car·tar car·tar – Conjugar
(carta + -ar )
verbo transitivo

Dividir um baralho de cartas em duas ou mais partes.


substantivo feminino Correspondência, mensagem escrita ou impressa, que se envia a alguém, a uma instituição ou a uma empresa, para comunicar alguma coisa.
[Por Extensão] O conteúdo dessa mensagem, normalmente inserido num envelope selado.
Documento oficial e legal que confere um título ou ofício; diploma.
Relação das refeições disponíveis num restaurante; cardápio.
Representação reduzida de determinada região, país, da superfície da Terra; mapa.
[Jurídico] Documento, certificado de comprovação ou de aquisição de direitos.
[Jurídico] Documento de valor legal transmitido por autoridades políticas, civis, militares.
expressão Carta Branca. Consentimento dado a alguém para que esta pessoa se comporte do modo como desejar (usado no sentido figurado): você tem carta branca para fazer o que quiser da vida!
Carta Magna. Leis que regulam e organizam a vida de uma nação; Constituição.
substantivo feminino plural Conjunto das cartas usadas num jogo; baralho.
Jogos que utilizam o baralho: nunca soube jogar as cartas.
Etimologia (origem da palavra carta). Do latim charta.ae, carta.ae; pelo grego kártes.ou.


Carta, missiva (latim), ou ainda epístola (grego), é o termo que descreve um manuscrito, um datiloscrito ou um impresso destinado a estabelecer uma comunicação interpessoal escrita, entre pessoas e/ou organizações, de cunho particular.A legislação brasileira, em sua regulamentação dos serviços postais, define carta como: “objeto de correspondência, com ou sem envoltório, sob a forma de comunicação escrita, de natureza administrativa, social, comercial, ou qualquer outra, que contenha informação de interesse específico do destinatário”.A epístola foi a principal forma de comunicação à distância desde a invenção da escrita, mas sofreu algum recuo em meados do século XX, com a popularização da telefonia. Conheceu muitos suportes, em especial o papiro, o pergaminho, as folhas de árvore, até se consolidar o uso do papel a partir do séc. XV e mais recentemente o suporte eletrônico, desde finais do século XX. Atualmente a carta em papel vem sendo substituída pelo correio eletrônico (e-mail), mas ainda há pessoas que pelo simples prazer de trocar correspondências físicas preferem utilizar o objeto carta em papel.
A circulação da carta exigiu no passado a criação de um serviço postal permanente, público ou privado, que conheceu um notável desenvolvimento já desde a Roma antiga. Em 1874 foi criada a União Postal Universal para coordenar as relações entre os vários serviços nacionais. A UPU foi a segunda organização global a surgir no mundo contemporâneo.
Nos primórdios da entrega das cartas em papel quem pagava a postagem era o destinatário e isso só se alterou com a criação dos selos quando se passou a, previamente, o remetente colocar na sobrecarta (envelope) a quantidade de selos correspondente ao porte (valor da tarifa de serviço), garantido assim a entrega da carta ou a sua restituição no caso de não ser encontrado o destinatário.
Como gênero textual, a carta é um meio de comunicação escrita que segue uma estrutura mais rígida que um bilhete, ainda que simplificada em comparação a outros meios de comunicação escrita. Normalmente compõe-se de local, data, destinatário, saudação, corpo, despedida e assinatura. De acordo com seu destinatário e propósito, pode ser classificada como carta pessoal, carta comercial, carta oficial (também chamada ofício), carta profissional, entre outras.
Alguns gêneros usam a forma epistolar com fins literários ou jornalísticos e não privados, como a carta do leitor, a carta aberta, o poema em forma de carta, o romance epistolar, etc.


bookmark_borderO que é alienação

alienação | s. f. derivação fem. sing. de alienar
a·li·e·na·ção
(latim alienatio, -onis )
nome feminino

1. Acto ou efeito de alienar ou de se alienar. = ALIENAMENTO

2. Cessão ou transmissão de bens ou direitos. ≠ INALIENAÇÃO

3. Arroubamento de espírito.

alienação fiduciária • [Direito]   • [Direito]   Transferência de um bem, feita pelo devedor à entidade ou empresa financiadora, até que seja feito o pagamento da dívida.
a·li·e·nar a·li·e·nar – Conjugar
(latim alieno, -are )
verbo transitivo

1. Transferir para domínio alheio (por venda, troca, doação, etc.).

2. Alucinar.

3. Malquistar.verbo pronominal

4. Enlouquecer; alhear-se.


substantivo feminino Transferência de propriedade ou de direito: alienação de bens.
Resultado do abandono ou efeito da falta de um direito: alienação paternal.
[Informal] Desinteresse por questões políticas ou sociais: alienação política.
[Psicologia] Perda da razão; loucura: alienação mental.
[Psicologia] Estado da pessoa que, tendo sido educada em condições sociais determinadas, se submete cegamente aos valores e instituições dadas, perdendo assim a consciência de seus verdadeiros problemas.
[Psicologia Patologia] No desenvolvimento de um sintoma clínico algumas pessoas ou situações comuns tornam-se estranhas ou perdem sua natureza familiar.
[Filosofia] Segundo o hegelianismo, momento em que a consciência se torna desconhecida a si própria ou a sua própria essência.
Ação ou efeito de alienar: alienação de uma propriedade.
expressão Alienação Fiduciária. Contrato entre o devedor (fiduciante) e o credor (fiduciário) em que a posse do bem só é transferida pelo credor ao devedor, após o pagamento completo do valor em dívida.
Alienação Parental. Situação em que um dos progenitores é impedido de estar com o(s) filho(s), sendo afastado do convívio com a criança.
Etimologia (origem da palavra alienação). Do latim alienatione.m.


Alienação (do latim alienatione) nas Ciências sociais, é um conceito que designa indivíduos que estão alheios a si próprios ou a outrem tornando-se escravos de atividades ou instituições humanas, devido a questões econômicas, sociais ou ideológicas. Desta forma, refere-se também à diminuição da capacidade dos indivíduos em pensarem e agirem por si próprios. Há quem defina a alienação como “a falta de consciência por parte do ser humano de que ele possui um grau de responsabilidade na formação do mundo a seu redor, e vice-versa”.Deste conceito filosófico-sociológico, derivaram-se outros usos da palavra, como por exemplo, na psiquiatria, pode ser usada como um sinônimo de loucura. No Direito, existem a alienação de um bem, a Alienação parental e a Alienação fiduciária. Ainda que a alienação seja um conceito a priori filosófico, existe o conceito de alienação mais propriamente na Filosofia Marxista.


bookmark_borderO que é simbologia

simbologia | s. f.
sim·bo·lo·gi·a
(simbolologia, por haplologia simbo[lo]logia )
substantivo feminino

1. Estudo acerca dos símbolos.

2. Conjunto ou sistema de símbolos.


substantivo feminino Estudo sobre os símbolos.
Conjunto de símbolos.


Simbologia é a ciência que estuda a origem, a interpretação e a arte de criar símbolos. Todas as sociedades humanas possuem símbolos que expressam mitos, crenças, fatos, situações ou ideias, sendo umas das formas de representação da realidade. Os símbolos existem desde o inicio da humanidade ajudando formas de comunicação. Não se deve restringir este item ao Simbolismo, pertencente à literatura brasileira Segundo Julius Evola, Eugène Canseliet, Schwaller de Lubicz e outros autores menos importantes, a simbologia que aparece na cultura de mais diferentes povos não pode ser reduzida somente ao conhecido.
De acordo com Cornelius Castoriadis e Gilbert Durand, é através da representação simbólica que nos apropriamos do mundo.


bookmark_borderO que é comunicação

comunicação | s. f. derivação fem. sing. de comunicar
co·mu·ni·ca·ção
(latim communicatio, -onis )
substantivo feminino

1. Informação; participação; aviso.

2. Transmissão.

3. Notícia.

4. Passagem.

5. Ligação.

6. Convivência.

7. Relações.

8. Comunhão (de bens).

comunicação social • [Telecomunicações]   • [Telecomunicações]   Conjunto dos órgãos de difusão de notícias (imprensa, rádio, televisão).

• Prática ou campo de estudo que se debruça sobre a informação, a sua transmissão, captação e impacto social.
co·mu·ni·car co·mu·ni·car – Conjugar
(latim communico, -are, pôr ou ter em comum, repartir, dividir, reunir, misturar, falar, conversar )
verbo transitivo

1. Pôr em comunicação.

2. Participar, fazer saber.

3. Pegar, transmitir.verbo intransitivo

4. Estar em comunicação.

5. Corresponder-se.verbo pronominal

6. Propagar-se.

7. Transmitir-se.


substantivo feminino Ação ou efeito de comunicar, de transmitir ou de receber ideias, conhecimento, mensagens etc., buscando compartilhar informações.
Transmissão ou recepção dessas mensagens: comunicação empresarial.
Habilidade ou capacidade de estabelecer um diálogo; entendimento: não há comunicação entre o casal.
Ação de participar de uma conversa: comunicação pela Internet.
Notificação que se envia a alguém; aviso: comunicação de casamento.
O que liga uma coisa a outra: a casa não tem comunicação com o jardim.
Mensagem que se transmite ou é recebida escrita ou oralmente.
Demonstração feita oral ou por escrito sobre algum assunto.
[Jornalismo] Disciplina que agrega os conhecimentos, técnicas ou métodos acerca da transmissão e da recepção de ideias, mensagens etc: estudava comunicação.
[Por Extensão] Ação de transmitir uma informação através de ondas eletromagnéticas, de fios ou por outros meios idênticos.
[Jurídico] Condição do que se considera ou se torna comum a dois ou mais: comunicação de culpa.
[Linguística] Troca que se efetiva, através de um código linguístico, entre a pessoa que produz o enunciado (emissor) e quem o recebe (interlocutor).
substantivo feminino plural Comunicações. Reunião dos meios através dos quais as informações são transmitidas; telecomunicações; meios de comunicação; mídia.
Etimologia (origem da palavra comunicação). Do latim communicatio.onis, “ação de participar”.


A comunicação (do latim communicatio.onis, que significa “ação de participar”) é um processo que envolve a troca de informações entre dois ou mais interlocutores por meio de signos e regras semióticas mutuamente entendíveis. Trata-se de um processo social primário, que permite criar e interpretar mensagens que provocam uma resposta.
Os passos básicos da comunicação são as motivações ou a intenção de comunicar, a composição da mensagem, a codificação e transmissão das mensagens codificadas, a recepção dos sinais, a decodificação e finalmente a interpretação da mensagem por parte do receptor. O processo da comunicação se define pela tecnologia da comunicação, as características dos emissores e receptores da informação, seus códigos culturais de referência, seus protocolos de comunicação e o alcance do processo.
A comunicação inclui temas técnicos (por exemplo, as telecomunicações), biológicos (por exemplo, fisiologia, função e evolução) e sociais (por exemplo, jornalismo, relações públicas, publicidade, audiovisual e mídia). No processo de comunicação em que está envolvido algum tipo de aparato técnico que intermedia os locutores, diz-se que há uma comunicação mediada.
Para a semiótica, o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas. Esses símbolos são transmitidos e reinterpretados pelo receptor. Também é possível pensar em novos processos de comunicação, que englobam as redes colaborativas e os sistemas híbridos, que combinam comunicação de massa e comunicação pessoal.
Os estudos científicos da comunicação podem ser divididos em:

Teoria da informação que estuda o armazenamento, quantificação e comunicação da informação em geral.
Estudos da comunicação que dizem respeito a comunicação humana e suas técnicas.
Biossemiótica, que examina a comunicação entre os organismos vivos em geral.


bookmark_borderO que é telegrafia

telegrafia | s. f.
te·le·gra·fi·a
nome feminino

1. Arte de construir e de servir-se dos telégrafos.

telegrafia sem fios • Aplicação das ondas hertzianas à transmissão de sinais telegráficos.


substantivo feminino Sistema de telecomunicação que, por um código de sinais ou por outros meios apropriados, permite a transmissão de mensagens escritas.
Telegrafia sem fio (T.S.T.), transmissão de mensagens na qual se utilizam propriedades das ondas eletromagnéticas.


A telegrafia foi inventada por Samuel Finley Breese Morse, nascido em 27 de abril de 1791, em Charlestown, Massachusetts, nos Estados Unidos.


bookmark_borderO que é ciberespaço

ciberespaço | s. m.
ci·be·res·pa·ço
(ciber- + espaço )
nome masculino

Espaço ou conjunto das comunidades de redes de comunicação entre computadores, nomeadamente a Internet.


substantivo masculino Espaço das comunicações por redes de computação.


Ciberespaço é um espaço existente no mundo de comunicação em que não é necessária a presença física do homem para constituir a comunicação como fonte de relacionamento, dando ênfase ao ato da imaginação, necessária para a criação de uma imagem anônima, que terá comunhão com os demais. É o espaço virtual para a comunicação que surge da interconexão das redes de dispositivos digitais interligados no planeta, incluindo seus documentos, programas e dados, portanto não se refere apenas à infraestrutura material da comunicação digital, mas também ao universo de informações que ela abriga. O conceito de ciberespaço, ao mesmo tempo, inclui os sujeitos e instituições que participam da interconectividade e o espaço que interliga pessoas, documentos e máquinas. O ciberespaço representa a capacidade dos indivíduos de se relacionar criando redes que estão cada vez mais conectadas a um número maior de pontos, tornando-se as fontes de informação mais acessíveis. Porém, o ciberespaço se compreende não só como um ambiente de divulgação de informação, mas também de entretenimento e cultura, no qual os indivíduos podem expressar suas singularidades e, ao mesmo tempo, se relacionar criando novas e diversas pluralidades. Isto é possível porque o ciberespaço é considerado um espaço de acesso livre e descentralizado, onde todos os tipos de texto, voz, imagens, vídeos, etc. são traduzidos a uma única linguagem: a informática.
Apesar da internet ser o principal ambiente do ciberespaço, devido a sua popularização e sua natureza de hipertexto, o ciberespaço também pode ocorrer na relação do homem com outras tecnologias: celular, pagers, comunicação entre radioamadores e por serviços do tipo “tele-amigos”, por exemplo. (JUNGBLUT, 2004; GUIMARÃES JR., 1999).
Também conhecido como Cyberespaço, termo muito comum na ficção científica, possui variações para vários outras denominações referente à Internet, Cyberpoeta, Cyberpunk, Cibercultura e outros mais.
Não dá para negar que a revolução cibernética-tecnológica afeta os mais variados aspectos da vida cotidiana, com a inserção de contextos virtuais, como círculos eletrônicos de amizade, por meio de comunidades virtuais, e da possibilidade de “navegar” pelo mundo, tornando o presente cada vez mais próximo da ideia de aldeia global. Porém foi na última metade do século XX, com o surgimento da rede digital e do ciberespaço, que foi explicitada a possibilidade de virtualização e o virtual passou a ser um traço inquestionável nas práticas sociais.
Gabriela Passoli afirma que o ciberespaço diz respeito a uma forma de virtualização informacional em rede. Por meio da tecnologia, os homens, mediados pelos computadores, passam a criar conexões e relacionamentos capazes de fundar um espaço de sociabilidade virtual.
A autora também define que o espaço cibernético, ou seja, o ciberespaço intensificou transformações sociais nos mais diversos campos da atividade humana. Manuel Castells, por exemplo, chama esse acontecimento de sociedade em rede. Em resumo, podemos dizer que o ciberespaço constituiu-se um novo espaço de sociabilidade que é não-presencial e que possui impactos importantes na produção de valor, nos conceitos éticos e morais e nas relações humanas.


bookmark_borderO que é imagem

imagem | s. f.
i·ma·gem
(latim imago, -inis, representação, forma, imitação, aparência )
nome feminino

1. Representação de pessoa ou coisa.

2. Figura ou efígie de um santo, da Virgem ou de Cristo.

3. Semelhança.

4. Representação (no espírito) de uma ideia .

5. [Informal]   [Informal]   Pessoa formosa.

6. [Gramática]   [Gramática]   Metáfora.

imagem ética • A que mostra ao vivo os costumes, índole e natureza das coisas.

imagem latente • [Fotografia]   • [Fotografia]   Conjunto dos pontos de uma emulsão fotográfica que darão a imagem após a revelação.

imagem matricial • Imagem (por exemplo, uma fotografia digital) composta por uma grelha de pontos coloridos, os píxeis.

imagem vectorial • Imagem digital formada por um conjunto de elementos geométricos individuais como pontos, linhas, curvas, elipses, formas ou polígonos, baseados em vectores matemáticos.

imagens eidéticas • [Psicologia]   • [Psicologia]   Espécie de imagens visuais de particular nitidez e quase alucinatórias, em geral na criança.


substantivo feminino Representação de uma pessoa ou uma coisa pela pintura, escultura, desenho etc.; imitação, cópia.
Pequena estampa que representa um assunto religioso ou qualquer outro.
Reprodução visual de um objeto dada por um espelho, um instrumento de óptica.
[Figurado] Parecença, semelhança: o homem foi feito à imagem de Deus.
[Figurado] Representação das pessoas, dos objetos no espírito: a imagem dela me persegue.
[Literatura] Processo pelo qual se tornam mais vivas as ideias, emprestando ao objeto uma forma mais sensível: há belas imagens neste poema.
Representação por imagem, escultura, quadro etc.: a imagem de Santa Rita.
[Figurado] O que traz consigo um conceito simbólico de: esta frase é a imagem do fascismo.
Ideia que alguém tem de um produto, conceito etc., em relação a seu público-alvo: a imagem do cliente que pretende alcançar.
[Ótica] Reprodução de um objeto que, pela junção dos raios luminosos emanados por ele, ocorre depois de passar por um sistema óptico.
[Psicologia] Experiência sensorial que se pode invocar na ausência de um estímulo.
[Psicologia] Representação mental de um conceito, ideia, algo que está no âmbito do abstrato.
[Matemática] Na aplicação do conjunto C ao conjunto D, o elemento de C que corresponde a um elemento dado de D.
Etimologia (origem da palavra imagem). Do latim imago.ginis.


Imagem (do latim: imago) significa a representação visual de uma pessoa ou de um objeto. Em grego antigo corresponde ao termo eidos, raiz etimológica do termo idea ou eidea, cujo conceito foi desenvolvido por Platão. A teoria de Platão, o idealismo, considerava a ideia da coisa, a sua imagem, como sendo uma projeção da mente. Aristóteles, pelo contrário, considerava a imagem como sendo uma aquisição pelos sentidos, a representação mental de um objeto real, fundando a teoria do realismo. A controvérsia estava lançada e chegaria aos nossos dias, mantendo-se viva em praticamente todos os domínios do conhecimento.
Em senso comum, envolve tanto o conceito de imagem adquirida como a gerada pelo ser humano, em muitos domínios, quer na criação pela arte, quer como simples registro foto-mecânico, na pintura, no desenho, na gravura, em qualquer forma visual de expressão da ideia.
Nas ciências exatas, como a matemática, o termo “imagem” é entendido como representação de um objeto especializado, que exige técnicas e ferramentas especiais.
Em senso comum, hoje em dia, entre outras, imagens são as veiculadas pelos anúncios publicitários impressos em páginas de revistas ou expostos nas paredes de edifícios; os cartazes afixados em muros e murais; a própria arquitetura dos edifícios e das obras de engenharia; os utensílios domésticos e todas as ferramentas; as vestimentas; os veículos de transporte; as representações sagradas; todo material impresso e finalmente toda exibição em telas de cinema e de televisão.


bookmark_borderO que é sematologia

sematologia | s. f.
se·ma·to·lo·gi·a
(semato- + -logia )
nome feminino

Tratado da significação e modificações das palavras.


substantivo feminino Tratado da significação e modificações das palavras; semântica.
[Espiritismo] Linguagem entre os espíritos por meio de sinais, como ruídos, batidas e movimento dos objetos.
Etimologia (origem da palavra sematologia). Do grego sema, sematos ‘sinal’ + logos ‘discurso’.


Sematologia [do grego sema, semato = sinal + logos = discurso] – Termo cunhado por Benjamin Humphrey Smart e pela primeira vez mencionado em seu livro “Outline of Sematology” (Esboço da Sematologia), publicado em 1831, para designar a “doutrina dos símbolos como expressão do pensamento ou do raciocínio; a ciência de indicar o pensamento por símbolos”, sendo essa a definição do termo nos principais dicionários de língua inglesa, como o Webster e o Oxford.
Seguindo-se essa definição, enquadram-se como classes de sematologia, entre outras, a linguagem de sinais e a mímica, tanto a utilizada em espetáculos como a que se usa na diversão que leva esse nome.


bookmark_borderO que é criptograma

criptograma | s. m.
crip·to·gra·ma
(cripto- + -grama )
nome masculino

Comunicação ou escrita em cifra.


substantivo masculino Mensagem lavrada em caracteres secretos.


Um criptograma é uma lógica pré-determinada para decifrar uma mensagem. O criptograma pode ser montado envolvendo números, letras, e/ou símbolos gráficos. É muito usado nos dias atuais como passatempo em livros especializados, revistas e jornais.


bookmark_borderO que é codificação

codificação | s. f. derivação fem. sing. de codificar
co·di·fi·ca·ção
(codificar + -ção )
nome feminino

1. Acto ou efeito de codificar.

2. Reunião, em código, de leis ou fórmulas dispersas.
co·di·fi·car co·di·fi·car – Conjugar
(francês codifier )
verbo transitivo

1. Reduzir ou reunir em código.

2. [Informática]   [Informática]   Converter ou transmitir dados em código. = CIFRAR, CRIPTAR, ENCRIPTAR ≠ DECIFRAR,DESCODIFICAR


substantivo feminino Ação ou efeito de codificar, de reduzir a código, colocando num modo de representação através de símbolos.
[Informática] Transmissão ou conversão de dados por meio de um código.
[Telecomunicação] Conversão de uma mensagem para ser transmitida por um canal.
[Linguística] Formulação de um enunciado seguindo as regras de uma língua-código.
Etimologia (origem da palavra codificação). Codificar + ção.


Em processamento digital de sinais, Codificação é a modificação de chave de um sinal para torná-lo mais apropriado para uma aplicação específica, como por exemplo transmissão ou armazenamento de dados.Neste contexto, existem três tipos de codificação:
Codificação de canal: Códigos detectores ou corretores de erros.
Codificação de fonte: Criptografia e compressão de dados.
Códigos de linha: Especificam a forma do sinal elétrico que será usado para representar os símbolos de informação. No caso binário, especifica o sinal elétrico dos bits

0

{\displaystyle 0}
e

1

{\displaystyle 1}
.