bookmark_borderO que é inteligência

inteligência | s. f.
in·te·li·gên·ci·a
(latim intelligentia, -ae, plural neutro de intelligens, -entis, particípio presente de intelligo, -ere, perceber, compreender )
substantivo feminino

1. Conjunto de todas as faculdades intelectuais (memória, imaginação, juízo, raciocínio, abstracção e concepção ).

2. Qualidade de inteligente.

3. Compreensão fácil.

4. Pessoa muito inteligente e erudita.

5. [Figurado]   [Figurado]   Acordo, conluio.

6. Harmonia.

7. Habilidade.

8. Actividade ou serviço que visa obter e fornecer informações secretas relativas ao estado, ao governo, à segurança ou a sectores estratégicos.

inteligência artificial • [Informática]   • [Informática]   Ramo da informática que estuda o desenvolvimento de sistemas computacionais com base no conhecimento sobre a inteligência humana.


substantivo feminino Faculdade de conhecer, de compreender; intelecto: a inteligência distingue o homem do animal.
Conhecimento profundo em; destreza, habilidade: ter inteligência para os negócios; cumprir com inteligência uma missão.
Habilidade para entender e solucionar adversidades ou problemas, adaptando-se a circunstâncias novas.
Função psíquica que contribuí para uma pessoa consiga entender o mundo, as coisas e situações, a essência dos fatos.
Boa convivência; união de sentimentos: viver em perfeita inteligência com alguém.
Relações secretas; ajuste, conluio: ter inteligência com o inimigo.
Etimologia (origem da palavra inteligência). Do latim intelligentia.ae, “entendimento”.


Inteligência tem sido definida popularmente e ao longo da história de muitas formas diferentes,tais como em termos da capacidade de alguém/algo para lógica, abstração, memorização, compreensão, autoconhecimento, comunicação, aprendizado, controle emocional, planejamento e resolução de problemas.
Dentro da psicologia, vários enfoques distintos já foram adotados para definir inteligência humana. A psicometria é metodologia mais usada e mais conhecida pelo público-geral, além de ser a mais pesquisada e amplamente usada. Conforme a definição que se tome, a inteligência pode ser considerada um dos aspectos naturais da linguagem ou um traço de personalidade.


bookmark_borderO que é ciência

ciência | s. f.
ci·ên·ci·a
(latim scientia, -ae, conhecimento, saber, ciência )
substantivo feminino

1. Conjunto de conhecimentos fundados sobre princípios certos.

2. [Figurado]   [Figurado]   Saber, instrução, conhecimentos vastos.

ciência do ser • Ontologia.

ciência infusa • Conhecimentos adquiridos naturalmente, sem estudo, nem ensinamento.

ciência política • Parte das ciências sociais que se dedica ao estudo da teoria e da prática políticas. = POLITICOLOGIA, POLITOLOGIA

ciência social • Ciência da organização e do desenvolvimento da sociedade.

ciências naturais • As que fazem parte do estudo da história natural.

ciências ocultas • Aquelas que, como o espiritismo, a magia, a alquimia, a quiromancia, são desconhecidas ao vulgo, e parecem exercer-se por poder oculto.

de ciência certa • Por ter a certeza; fundado em informações fidedignas.


substantivo feminino Conhecimento profundo sobre alguma coisa.
Utilização desse conhecimento como fonte de informação; noção: não tive ciência dos acontecimentos.
Conhecimento ou saber excessivo conseguido pela prática, raciocínio ou reflexão.
Reunião dos saberes organizados obtidos por observação, pesquisa ou pela demonstração de certos acontecimentos, fatos, fenômenos, sendo sistematizados por métodos ou de maneira racional: as normas da ciência.
[Por Extensão] Análise, matéria ou atividade que se baseia numa área do conhecimento: a ciência da matemática.
[Por Extensão] Saber adquirido através da leitura; erudição.
Etimologia (origem da palavra ciência). Do latim scientia.ae.


Ciência (do latim scientia, traduzido por “conhecimento”) refere-se a qualquer conhecimento ou prática sistemáticos. Em sentido estrito, ciência refere-se ao sistema de adquirir conhecimento baseado no método científico bem como ao corpo organizado de conhecimento conseguido através de tais pesquisas.Este artigo foca o sentido mais estrito da palavra. Embora as duas estejam fortemente interconectadas, a ciência tal como enfatizada neste artigo é muitas vezes referida como ciência experimental a fim de diferenciá-la da ciência aplicada, que é a aplicação da pesquisa científica a necessidades humanas específicas.
A ciência é o esforço para descobrir e aumentar o conhecimento humano de como o Universo funciona. Refere-se tanto à (ao):

investigação ou estudo racionais do Universo, direcionados à descoberta de fatos compulsoriamente atreladas e restritas à Realidade Universal. Tal estudo ou investigação é metódico e compulsoriamente realizado em acordo com o método científico – um processo de avaliar o conhecimento empírico;
corpo organizado de conhecimentos adquiridos por tais estudos e pesquisas.A ciência é o conhecimento ou um sistema de conhecimentos que abarca fatos, os mais gerais e abrangentes possíveis, bem como a aplicação das leis científicas; ambas especificamente obtidas e testadas através do método científico. Nestes termos ciência é algo bem distinto de cientista, podendo ser definida como o conjunto que encerra em si o corpo sistematizado e cronologicamente organizado de todas as teorias científicas – com destaque normalmente dado para os paradigmas válidos – bem como o método científico e todos os recursos necessários à elaboração das mesmas.
Da definição segue que um cientista é um elemento essencial à ciência, e como qualquer ser humano dotado de um cérebro imaginativo que implica sentimentos e emoções, o cientista certamente também pode ter suas crenças – convicções que vão além da realidade tangível – podendo esse até mesmo ser, não raramente ou obstante, um teísta ou religioso convicto. Ao definirem-se ciência e cientista é de relevância ressaltar por tal que a definição de ciência exige expressamente que o cientista saiba manter tais crenças longe de seus artigos científicos e das teorias científicas com as quais esteja a trabalhar; constituindo-se estes dois elementos – ciência e cientista – por definições certamente muito distintas, portanto.
Da correta compreensão é fato que a ciência não exclui os crentes, teístas ou religiosos do seu leque de cientistas; Porém é também fato que a ciência, graças aos pré-requisitos do método científico, exclui por completo, dela e de suas teorias científicas, as convicções não testáveis e comprováveis frente ou mesmo transcendentes ao factualmente real; sendo a ciência, por parágrafo constitutivo explícito em sua definição stricto sensu – e por ausência de fato contraditório – expressamente cética e secular no que lhe cabe.


bookmark_borderO que é papagaio

papagaio | s. m. | s. m. pl.
pa·pa·gai·o
(origem duvidosa )
substantivo masculino

1. [Ornitologia]   [Ornitologia]   Designação comum a diversas aves trepadoras da família dos psitacídeos, umas que imitam muito bem a voz humana e outras cujo macho adulto é geralmente verde.

2. [Informal]   [Informal]   Pessoa que repete insistentemente ou sem reflexão o que ouve ou lê.

3. [Informal]   [Informal]   Pessoa que fala muito. = TAGARELA

4. Brinquedo de papel ou de tecido, de forma oval, triangular ou quadrangular, que se lança ao vento, ficando preso por uma guita (ex.: papagaio de papel).

5. [Geometria]   [Geometria]   Quadrilátero com dois pares de lados adjacentes iguais, dividido por diagonais em quatro triângulos, dois dos quais escalenos simétricos, e dois isósceles desiguais. = DELTÓIDE

6. [Construção]   [Construção]   Divisória entre duas janelas ou varandas do mesmo andar, pela parte exterior da casa.

7. [Antigo]   [Antigo]   Fralda triangular de pano.

8. [Antigo]   [Antigo]   Cabide semelhante a uma gaiola de papagaio que se suspende à cabaceira da cama.

9. [Marinha]   [Marinha]   Ferro com que se mantém horizontal a cana do leme.
papagaiossubstantivo masculino plural

10. [Botânica]   [Botânica]   Planta herbácea da família das balsamináceas, de flores de cores variadas. = MELINDRE, NÃO-ME-TOQUES

11. [Botânica]   [Botânica]   Flor dessa planta. = MELINDRE, NÃO-ME-TOQUES


substantivo masculino Nome genérico das aves psitaciformes, numerosas na Oceania e na América tropical, têm plumagem de cores vivas com predomínio do verde, patas adaptadas para trepar e apreender os alimentos, bico grosso e recurvado, e aparelho fonador que lhes permite imitar sons muito diversos, inclusive a voz humana.
[Figurado] Pessoa que repete alguma coisa de cor, sem compreender o que diz; pessoa que fala sem parar.
Brinquedo voador que consiste numa armação de varetas de bambu ou madeira leve, sobre a qual se cola papel fino e resistente, em geral de cores variadas, e se solta ao vento, preso por um cordel, que a criança retém nas mãos; pandorga, pipa.
Pedaço de papel que se cola ou grampeia a uma folha para terminar o que falta escrever.
Bilhete ligeiro, com instruções dadas a funcionários por chefes de serviço; bilhete breve, recado escrito.
Nome dado, na gíria comercial, a qualquer título cambial; promissória.
Cabide ou cantoneira na cabeceira da cama, onde se coloca lâmpada, relógio etc.
A parte da espora a que se prende a roseta.
Recipiente de vidro, de forma adequada e dotado de um gargalo próprio para receber a urina de homens cuja doença os impede de saírem da cama; compadre.
Licença temporária para conduzir automóveis.
[Botânica] Planta de origem europeia, do gênero Anaranthus chlostachys, que pode chegar a medir 1m de altura, com flores verdes cujas pentâmeras crescem na superfície dos ramos, com brotos comestíveis; usada por suas propriedades laxativas, diuréticas, anti-inflamatórias; suspiro. bredo-vermelho.
[Botânica] Árvore brasileira, da família das leguminosas, suas flores possuem propriedades terapêuticas e medicinais, geralmente usadas como antitússico; mulungu, sapatinho-de-judeu, bico-de-papagaio.
adjetivo [Regionalismo: São Paulo] Que pisa com os pés voltados para dentro, falando especialmente do cavalo; papagaiado.
expressão [Popular] Papagaio de Pirata. Pessoa que fica ao lado de celebridades, ou pessoas de relevância nacional, para aparecer nas fotos ou na televisão.
Etimologia (origem da palavra papagaio). De origem desconhecida.

bookmark_borderO que é resistência

resistência | s. f.
re·sis·tên·ci·a
substantivo feminino

1. Força por meio da qual um corpo reage contra a acção de outro corpo.

2. Defesa contra o ataque.

3. Oposição.

4. Delito que comete aquele que não obedece à intimação da autoridade.

resistência eléctrica • [Electricidade]   [Eletricidade]   • [Eletricidade]   Dificuldade maior ou menor que os condutores opõem à passagem de uma corrente.


substantivo feminino Ação ou efeito de resistir, de não ceder nem sucumbir.
Aptidão para suportar dificuldades (fadiga, fome, esforço).
Qualidade de um corpo que reage contra a ação de outro corpo.
Defesa contra um ataque: opor forte resistência a assaltantes.
Recusa de submissão à vontade de outrem; oposição, reação.
[Física] Força que se opõe ao movimento; inércia.
[Militar] Organização que, num país ocupado por forças militares estrangeiras, reúne civis e militares empenhados em combater o inimigo com ações de sabotagem, guerrilha etc.
[Eletricidade] Quociente de uma diferença de potencial aplicada às extremidades de um condutor pela intensidade da corrente que ela produz quando o condutor não é dotado de força eletromotriz.
[Eletricidade] Condutor elétrico do qual se utiliza especialmente a resistência.
expressão Centro de resistência. Agrupamento das organizações defensivas de um batalhão articulado em pontos de apoio.
Prato, peça de resistência. Prato principal de uma refeição.
Resistência do ar. Força que o ar, mesmo imóvel, opõe ao deslocamento de um corpo, particularmente de um projétil.
[Construção] Resistência dos materiais. Ciência que tem como objetivo determinar as dimensões dos elementos de uma construção para que possam resistir à tensão que terão de suportar.
Resistência passiva. A que se faz sem revide, sem apelo à violência.
Etimologia (origem da palavra resistência). Do latim resistentia.ae.


Resistência ou resistências pode referir-se a:


bookmark_borderO que é protozoário

protozoário | adj. | s. m. | s. m. pl.
pro·to·zo·á·ri·o
(proto- + -zoário )
adjectivo adjetivo

1. [Zoologia]   [Zoologia]   Relativo aos protozoários.substantivo masculino

2. [Zoologia]   [Zoologia]   Espécime dos protozoários.
protozoáriossubstantivo masculino plural

3. [Zoologia]   [Zoologia]   Grupo de animais, quase todos microscópicos, de corpo unicelular ou formado por uma colónia de células iguais entre si, como os esporozoários, os flagelados, os infusórios e os rizópodes.


adjetivo, substantivo masculino Zoologia Diz-se dos, ou os animais unicelulares. Distinguem-se dois grupos: os infusórios (dotados de membrana) e os rizópodes (sem membrana).


Protozoários ou Protozoa (do latim proto “primeiro” e zoon “animal”) são microorganismos eucarióticos geralmente unicelulares e heterotróficos (não possui a capacidade de produzir seu próprio alimento, e por isso se alimenta de seres vivos). Sua classificação é controversa, pois inclui diversos seres semelhantes que não possuem relação evolutiva, sendo assim um grupo polifilético (grupo que não inclui o ancestral comum de todos os indivíduos) que une diferentes tipos de organismos microscópicos que não se encaixam no reino Metazoa. Segundo Brusca & Brusca, protozoários são os seres eucariontes que não apresentam nível de organização tecidual como as plantas e os animais e não passam pelo processo de formação dos folhetos embrionários que ocorre nesses grupos. Fazem parte do reino Protista, junto com as algas unicelulares crisófitas, euglenófitas e pirrófitas de acordo com suas semelhanças mais evidentes.
Os protozoários são classicamente divididos em quatro grupos de acordo com o seu meio de locomoção.
Os ciliados se locomovem na água através do batimento de cílios numerosos e curtos e aparece geralmente em água doce e salgada, e onde existe matéria vegetal em decomposição. Eles executam também outro tipo de reprodução, chamado de conjugação (sexuada), onde uma célula transmite material genético para outra célula, ocasionando uma variabilidade genética, o que é essencial para qualquer tipo de ser vivo. Depois da conjugação, as células realizam a reprodução assexuada.
Os flagelados utilizam o movimento de um único e longo flagelo, são de vida livre e muitos deles são parasitas de seres humanos.
Os rizópodos utilizam pseudópodos (“falsos pés”), moldando a forma do seu próprio corpo para se locomover; é o grupo onde é encontrada a Ameba, que usa muitos pseudópodes para locomoção. A ameba é um ótimo exemplo de protozoário, obtendo seu alimento através do processo chamado fagocitose, e digerindo-o em seus vacúolos digestivos.’ A densidade do seu citoplasma é maior que a da água que o envolve no ambiente, por isso ela tem que realizar periodicamente a osmose, ou seja, equilibrar a quantidade de água dentro do organismo. Para isso, ela utiliza os vacúolos pulsáteis para expulsar a água em excesso. Na realidade, o nome pulsátil é errôneo, pois o que acontece é que o vacúolo se forma cheio de água dentro da célula, se desloca até a membrana celular, e se desfaz lá, jogando a água para fora, e não como se fosse um “coração” batendo freneticamente.
Os protozoários que não possuem organelas locomotoras nem vacúolos contráteis são chamados esporozoários. Todos os esporozoários são parasitas obrigatórios. Porém é preciso lembrar que esses grupos não representam a origem evolutiva dos organismos, pois não são grupos monofiléticos.A disciplina que estuda os protozoários denomina-se protozoologia.


bookmark_borderO que é lapa

lapa | s. f.
la·pa
(origem pré-celta )
substantivo feminino

1. Pequena gruta ou cavidade aberta na rocha.

2. Laje que, sobressaindo, forma debaixo de si um abrigo natural.

3. [Zoologia]   [Zoologia]   Molusco gastrópode univalve (Patella vulgata) da família dos patelídeos.

4. [Popular]   [Popular]   Bofetada, tapa.

5. [Figurado]   [Figurado]   Pessoa impertinente, maçadora.

6. [Brasil]   [Brasil]   Pedaço; fatia.


substantivo feminino Pequeno animal marinho dotado de uma concha protetora.
Habita as costas rochosas de todas as partes do mundo.

bookmark_borderO que é compósito

compósito | adj. | s. m.
com·pó·si·to
(latim compositus, -a, -um, disposto convenientemente, combinado, regulado, calmo, tranquilo )
adjectivo adjetivo

1. Que tem vários elementos heterogéneos . = COMPOSTO

2. Que tem diversas finalidades; que serve múltiplos objectivos .

3. [Arquitectura]   [Arquitetura]   [Arquitetura]   Relativo à ordem compósita.

4. [Botânica]   [Botânica]   Relativo às compósitas.substantivo masculino

5. [Arquitectura]   [Arquitetura]   [Arquitetura]   Ordem arquitectónica que mistura o estilo jónico e o coríntio, criação dos arquitectos do século XVI.


adjetivo, substantivo masculino Composto.
[Arquitetura] Diz-se de ou um estilo de arquitetura elaborado pelos romanos, adotado pelos construtores clássicos e que associa decorativamente os elementos tomados de empréstimo às ordens dórica, jônica e coríntia.
substantivo feminino [Arquitetura] Ordem compósita.


Os compósitos, também chamados de composites, são materiais formados pela união de outros materiais com o objetivo de se obter um produto de maior qualidade.
A síntese de materiais compósitos se dá por misturar compostos de naturezas diferentes com o intuito de imprimir novas propriedades aos materiais.. Por ser um material multifásico, um compósito exibe além das propriedades inerentes de cada constituinte, propriedades intermediárias que vem da formação de uma região interfacial.
As fases dos compósitos são chamadas de matriz – que pode ser cerâmica, polimérica e metálica – e a fase dispersa – geralmente fibras ou partículas que servem como carga.
A matriz geralmente é um material contínuo que envolve a fase dispersa. As propriedades do compósito é uma função de fatores como a geometria da fase dispersa, distribuição, orientação e também da compatibilidade interfacial entre os constituintes da mistura. Ou seja, para que se forme um compósito é necessário que haja afinidade entre os materiais que serão unidos. Por isso, é muito importante conhecer as propriedades químicas e físicas dos diferentes materiais envolvidos; mais especificamente as propriedades das interfaces dos constituintes dos compósitos.
Muitas das nossas tecnologias modernas requerem materiais com combinações bem peculiares de propriedades que não podem ser atendidas por ligas metálicas, cerâmicas e materiais poliméricos, são exemplos de tecnologias indispensáveis em aplicações aeroespaciais, subaquáticas e de transporte.
Principalmente na última década, a busca por materiais ecologicamente corretos tem desenvolvido materiais de matrizes poliméricas com fibras naturais. A princípio as fibras naturais apresentaram poucas vantagens, pois geralmente às propriedades mecânicas são pioradas ou se mantêm quase inalteradas. Contudo, o apelo comercial venceu em vista dos baixos custos destas fibras, que são originárias de fontes renováveis e inesgotáveis, por possuírem baixa densidade, menor abrasão causada nas máquinas de processamento e também por terem a capacidade de boa adesão à matriz e o uso destas fibras em compósitos estruturais tem crescido no setor industrial.
“”Na natureza, podemos perceber que todos os materiais biológicos são compósitos, sem exceção. Exemplos encontrados de compósitos naturais incluem madeira, em que a matriz de lignina é reforçada com fibras celulósicas, e ossos, em que a matriz composta por minerais é reforçada com fibras colagéneas. Desde a Antiguidade encontramos exemplos de compósitos feitos pelo homem, como adobes reforçados com palha para evitar a quebra da argila, e o uso de colmos de bambu no reforço de adobe e lama em paredes no Peru e China”.” (HIDALGO-LÓPES, 2003:163)


bookmark_borderO que é Logarithm (LGR) e como investir

Em matemática, o logaritmo é a função inversa da exponenciação (é um exemplo de uma função côncava). Isso significa que o logaritmo de um dado número x é o expoente ao qual outro número fixo, a base b, deve ser elevado, para produzir esse número x. No caso mais simples, o logaritmo conta a multiplicação repetida do mesmo fator; por exemplo, desde 1000 = 10 × 10 × 10 = 103, o "logaritmo para base 10" de 1000 é 3. O logaritmo de x para base b é denotado como logb (x) (ou, sem parênteses, como logb x, ou mesmo sem base explícita como log x, quando nenhuma confusão é possível). Mais geralmente, a exponenciação permite que qualquer número real positivo seja elevado a qualquer poder real, sempre produzindo um resultado positivo, então o logaritmo de quaisquer dois números reais positivos be x onde b não é igual a 1, é sempre um número real único . Mais explicitamente, a relação definidora entre exponenciação e logaritmo é: log b ⁡ (x) = y {\ displaystyle \ log _ {b} (x) = y \ quad} exatamente se b y = x. {\ displaystyle \ quad b ^ {y} = x.} Por exemplo, log2 64 = 6, como 26 = 64. O logaritmo da base 10 (isto é, b = 10) é chamado de logaritmo comum e tem muitas aplicações na ciência e engenharia. O logaritmo natural tem como base o número e (que é b ≈ 2,718); seu uso é difundido em matemática e física, por causa de sua derivada mais simples. O logaritmo binário usa a base 2 (isto é b = 2) e é comumente usado em ciência da computação. Os logaritmos foram introduzidos por John Napier no início do século XVII como um meio de simplificar os cálculos. Eles foram rapidamente adotados por navegadores, cientistas, engenheiros e outros para realizar cálculos mais facilmente, usando regras de slide e tabelas de logaritmo. Múltiplos passos de multiplicação de múltiplos dígitos podem ser substituídos por pesquisas de tabela e adição mais simples devido ao fato – importante por si só – de que o logaritmo de um produto é a soma dos logaritmos dos fatores: log b ⁡ (xy) = log b ⁡ x + log b ⁡ y, {\ displaystyle \ log _ {b} (xy) = \ log _ {b} x + \ log _ {b} y, \,} desde que b, x e y sejam todos positivos e b ≠ 1. A noção atual de logaritmos vem de Leonhard Euler, que os conectou à função exponencial no século XVIII. Escalas logarítmicas reduzem grandezas amplas a escopos minúsculos. Por exemplo, o decibel (dB) é uma unidade usada para expressar a razão como logaritmos, principalmente para potência e amplitude do sinal (da qual a pressão sonora é um exemplo comum). Em química, o pH é uma medida logarítmica da acidez de uma solução aquosa. Logaritmos são comuns em fórmulas científicas e em medições da complexidade de algoritmos e de objetos geométricos chamados fractais. Eles ajudam a descrever as razões de frequência dos intervalos musicais, aparecem nas fórmulas contando números primos ou aproximando os fatoriais, informam alguns modelos em psicofísica e podem auxiliar na contabilidade forense. Da mesma forma que o logaritmo inverte a exponenciação, o logaritmo complexo é a função inversa da função exponencial aplicada aos números complexos. O logaritmo discreto é outra variante; tem usos na criptografia de chave pública.

Onde comprar Logarithm – LGR

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bookmark_borderO que é Niobium (NBC) e como investir

O nióbio, anteriormente conhecido como colúmbio, é um elemento químico com o símbolo Nb (anteriormente Cb) e número atômico 41. É um metal de transição macio, cinzento, cristalino, dúctil, frequentemente encontrado nos minerais pirocloro e columbito, daí o nome anterior " columbium ". Seu nome vem da mitologia grega, especificamente Niobe, que era filha de Tantalo, o homônimo de tântalo. O nome reflete a grande semelhança entre os dois elementos em suas propriedades físicas e químicas, tornando-os difíceis de distinguir. O químico inglês Charles Hatchett relatou um novo elemento semelhante ao tântalo em 1801 e o denominou columbium. Em 1809, o químico inglês William Hyde Wollaston concluiu erroneamente que o tântalo e o colúrio eram idênticos. O químico alemão Heinrich Rose determinou em 1846 que os minérios de tântalo continham um segundo elemento, que ele denominou nióbio. Em 1864 e 1865, uma série de descobertas científicas esclareceu que o nióbio e o colúcio eram o mesmo elemento (diferentemente do tântalo) e, por um século, ambos os nomes foram usados indistintamente. O nióbio foi adotado oficialmente como o nome do elemento em 1949, mas o nome columbium permanece em uso corrente na metalurgia nos Estados Unidos. Não foi até o início do século 20 que o nióbio foi usado pela primeira vez comercialmente. O Brasil é o maior produtor de nióbio e ferronióbio, uma liga de 60 a 70% de nióbio com ferro. O nióbio é usado principalmente em ligas, a maior parte em aço especial, como a usada em gasodutos. Embora essas ligas contenham um máximo de 0,1%, a pequena porcentagem de nióbio aumenta a resistência do aço. A estabilidade da temperatura de superligas contendo nióbio é importante para o seu uso em motores a jato e foguete. O nióbio é usado em vários materiais supercondutores. Estas ligas supercondutoras, também contendo titânio e estanho, são amplamente utilizadas nos magnetos supercondutores de scanners de ressonância magnética. Outras aplicações do nióbio incluem soldagem, indústrias nucleares, eletrônica, óptica, numismática e joalheria. Nas duas últimas aplicações, a baixa toxicidade e a iridescência produzidas pela anodização são propriedades altamente desejadas. O nióbio é considerado um elemento crítico de tecnologia.

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bookmark_borderO que é Verity (VRTY) e como investir

Verity (pseudónimo Veretie, Verety, Verita, Veritie, etc.) é um nome próprio feminino e um apelido. Como primeiro nome deriva do substantivo feminino latino veritas, que significa "verdade". É, portanto, um equivalente de Alethea, um primeiro nome feminino usado pela primeira vez na Inglaterra por volta de 1585, derivado do antigo e moderno substantivo feminino grego αλήθεια (pronuncia-se "al-ee-thia"), que significa "verdade". Foi adotado na Inglaterra como um nome de virtude puritana, sendo a veracidade considerada um atributo desejável, especialmente em uma mulher. Verity foi um dos primeiros nomes mais populares das meninas na Austrália. É especialmente associado a partes de Yorkshire e do norte da Inglaterra. Verity também é um sobrenome, que pode ter origens não relacionadas mais antigas, possivelmente sendo uma corrupção de uma palavra similar. Pessoas notáveis com o nome incluem:

Onde comprar Verity – VRTY

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