bookmark_borderO que é sinergia

sinergia | s. f.
si·ner·gi·a
(grego sunergía, -as, cooperação )
nome feminino

1. Acto ou esforço simultâneo de diversos órgãos ou músculos.

2. Acto ou esforço colectivo . = COOPERAÇÃO


substantivo feminino Ação simultânea; esforço coletivo; cooperação.
[Fisiologia] Junção de diversos órgãos na realização de uma função.
Esforço coletivo e solidário que busca um melhor resultado do que àqueles obtidos individualmente.
Busca de objetivos comuns através da união simultânea dos membros de um grupo; trabalho cooperativo.
[Farmácia] Ação conjunta de dois medicamentos com propriedades complementares, para produzir um melhor resultado.
Etimologia (origem da palavra sinergia). Do grego synergia.as.


Sinergia ou sinergismo (do grego συνεργία, συν- (syn-) “união” ou “junção” e -εργία (-ergía), “unidade de trabalho”), é definida como o efeito ativo e retroativo do trabalho ou esforço coordenado de vários subsistemas na realização de uma tarefa complexa ou função.
Quando se tem a associação concomitante de vários dispositivos executores de determinadas funções que contribuem para uma ação coordenada, ou seja o resultado do conjunto de esforços em prol do mesmo fim, tem-se sinergia. O efeito resultante da ação de vários agentes que atuam de forma coordenada para um objetivo comum pode ter um valor superior ao valor do conjunto desses agentes, se atuassem individualmente sem esse objetivo comum previamente estabelecido. O mesmo que dizer que “o todo supera a soma das partes”.
É a ação combinada de dois ou mais medicamentos que produzem um efeito biológico, cujo resultado pode ser simplesmente a soma dos efeitos de cada composto ou um efeito total superior a essa soma.
Sinergia, de forma geral, pode ser definida como uma combinação de dois elementos de forma que o resultado dessa combinação seja maior do que a soma dos resultados que esses elementos teriam separadamente. Sendo assim, sinergia é mais do que um somatório de coisas voltadas para o mesmo fim.


bookmark_borderO que é natureza

natureza | s. f.
na·tu·re·za |ê| na·tu·re·za |ê|
(natura + -eza )
substantivo feminino

1. Conjunto das coisas criadas.

2. Essência dos seres.

3. Conjunto das forças que obram no Universo.

4. Propriedades e carácter de cada coisa.

5. Qualidades, essência, ou modo de ser das coisas e das pessoas.

6. Condição do homem anteriormente à civilização.

7. Espécie, género .

8. Qualidade, classe.

9. Temperamento.

10. Funções fisiológicas.

11. Intestinos.

12. Partes pudendas.

natureza viva • Os seres pertencentes ao reino vegetal e animal.


substantivo feminino Ambiente em que vive o homem, mas não depende dele para existir.
Essência dos seres; estado ou condição própria do ser humano.
Conjunto de caracteres particulares que distingue um indivíduo de outro; caráter, temperamento.
Organização particular de cada animal: a natureza do peixe é viver na água.
O que caracteriza ou define algo; qualidade: objetos de natureza diferente.
Conjunto das coisas que existem realmente; o universo.
Estado ou condição humana anterior à civilização.
O que compõe o mundo natural; o que existe e não foi modificado pelo homem.
Conjunto dos órgãos genitais; genitália: aquela roupa não tapava sua natureza.
Modo de vida simples, rústico, rural.
Etimologia (origem da palavra natureza). Do latim natura + eza.


A natureza, em seu sentido mais amplo, é equivalente ao “mundo natural” ou “universo físico”. O termo “natureza” faz referência aos fenômenos do mundo físico, e também à vida em geral. Geralmente não inclui os objetos construídos pelo homem.
A palavra “natureza” provém da palavra latina natura, que significa “qualidade essencial, disposição inata, o curso das coisas e o próprio universo”. Natura é a tradução para o latim da palavra grega physis (φύσις), que em seu significado original fazia referência à forma inata que crescem espontaneamente plantas e animais. O conceito de natureza como um todo — o universo físico — é um conceito mais recente que adquiriu um uso cada vez mais amplo com o desenvolvimento do método científico moderno nos últimos séculos.Dentro dos diversos usos atuais desta palavra, “natureza” pode fazer referência ao domínio geral de diversos tipos de seres vivos, como plantas e animais, e em alguns casos aos processos associados com objetos inanimados – a forma em que existem os diversos tipos particulares de coisas e suas mudanças espontâneas, assim como o tempo atmosférico, a geologia da Terra e a matéria e energia estes entes possuem. Frequentemente se considera que significa “entorno natural”: animais selvagens, rochas, bosques, praias, e em geral todas as coisas que não tenham sido alteradas substancialmente pelo ser humano, ou persistem apesar da intervenção humana. Este conceito mais tradicional das coisas naturais implica uma distinção entre o natural e o artificial, entendido este último como algo feito por uma mente ou uma consciência.


bookmark_borderO que é húmus

húmus | s. m. húmus | s. m. 2 núm.
hú·mus 2
(turco humus, do árabe himis, grão-de-bico )
substantivo masculino

[Culinária]   [Culinária]   Pasta de grão-de-bico condimentada, característica da cozinha do Médio Oriente .
hú·mus hú·mus 1
(latim humus, -i, solo, terra )
substantivo masculino de dois números

[Ecologia]   [Ecologia]   Camada superior do solo, composta em especial de matéria orgânica, maioritariamente vegetal, decomposta ou em decomposição. = HUMO


substantivo masculino Substância orgânica e negra, resultante da decomposição parcial de vegetais ou de animais, que se acumula sobre o solo ou a ele se mistura.
Etimologia (origem da palavra húmus). Do latim humus.i, “terra”.


Húmus ou humo (do termo latino húmus) é a matéria orgânica depositada no solo, resultante da decomposição de animais e plantas mortas, folhas e de seus subprodutos ou produzida por minhocas.
O processo de formação do húmus é chamado humificação e pode ser natural, quando produzido espontaneamente por bactérias e fungos do solo (os organismos decompositores), ou artificial, quando o homem induz a produção de húmus, adicionando produtos químicos e água a um solo pouco produtivo. Vários agentes externos como a humidade e a temperatura contribuem para a humificação.
Na formação do húmus, há liberação de diversos nutrientes, mas é de especial consideração a liberação de nitrogênio.


bookmark_borderO que é fenologia

fenologia | s. f.
fe·no·lo·gi·a
(grego faíno, trazer à luz, fazer aparecer + -logia )
substantivo feminino

[Ecologia]   [Ecologia]   Estudo de fenómenos ou processos biológicos periódicos (por exemplo, a floração, a frutificação, as migrações), na sua relação com o clima e as condições ambientais.


substantivo feminino [Biologia] Ciência que se dedica ao estudo dos fenômenos e/ou relações entre os processos ou ciclos biológicos e o clima.
[Botânica] Especialidade da botânica que estuda o desenvolvimento das plantas.
Etimologia (origem da palavra fenologia). Fen(o) + logia.


Fenologia forma contraída de “Fenomenologia”,é o ramo da Ecologia que estuda os fenômenos periódicos dos seres vivos e suas relações com as condições do ambiente, tais como temperatura, luz e umidade. A migração das aves e a floração e frutificação de plantas são exemplos de fenômenos cíclicos estudados pela fenologia.
Ela estuda as mudanças exteriores (morfologia) e as transformações que estão relacionadas ao ciclo da cultura. Representa, portanto, o estudo de como a planta se desenvolve ao longo de suas diferentes fases: germinação, emergência, crescimento e desenvolvimento vegetativo, florescimento, frutificação, formação das sementes e maturação.
Muitos processos fenológicos, como a queda de folhas e a floração, estão claramente relacionados ao clima.


bookmark_borderO que é xerofilia

xerofilia | s. f.
xe·ro·fi·li·a
(xerófilo + -ia )
nome feminino

[Ecologia]   [Ecologia]   Qualidade do que é xerófilo; característica das plantas que vivem em ambiente seco.


substantivo feminino [Botânica] Caráter ou qualidade das plantas xerófilas.
Etimologia (origem da palavra xerofilia). Xero + filo + ia.


Xerofilia (do grego clássico: ξηρός; ksērós, “seco”) é a designação dada em biologia e ecologia às características adaptativas desenvolvidas pelos organismos para sobreviver em situações de grande aridez, nomeadamente em desertos e em biótopos em que o acesso à água esteja severamente restrito. As plantas e animais adaptadas a condições xéricas dizem-se xerófilos,[carece de fontes?] sendo que se classificam como xerófitos as plantas com morfologia especificamente moldadas à aridez, típicas das formações xeromórficas, e como xerócolos os animais que apresentam essas adaptações.


bookmark_borderO que é hospedeiro

hospedeiro | s. m. | adj.
hos·pe·dei·ro
substantivo masculino

1. Pessoa que hospeda; dono de hospedaria.adjectivo adjetivo

2. Relativo a hóspede.

3. Que hospeda.

4. Obsequiador; afável; que recebe bem.


adjetivo Que se refere a hóspede, que hospeda.
Afável, obsequiador, que recebe bem.
substantivo masculino Dono de hospedaria; aquele que dá hospedagem.
[Biologia] Qualquer animal ou planta que hospeda um parasito.


Em Biologia, hospedeiro é um organismo que abriga outro em seu interior ou o carrega sobre si, seja este um parasita, um comensal ou um mutualista. A palavra deriva do latím hospitator, significando visita, hóspede.


bookmark_borderO que é mesologia

mesologia | s. f.
me·so·lo·gi·a
(meso- + -logia )
nome feminino

[Biologia]   [Biologia]   Ciência das relações entre o ambiente e os seres que nele vivem. = ECOLOGIA


substantivo feminino Estudo das relações entre os seres e o meio ou ambiente.


A Mesologia (meso- do gr. μέσος “meio”, “do meio” e -logia do gr.cl. λόγος lógos “estudo”, “ciência”; “o estudo do meio”) é uma ciência dedicada ao estudo das relações recíprocas entre o ambiente e os seres que nele vivem. Também pode ser entendida como sendo a “influência do meio” sobre o indivíduo. Antigamente também já foi usada como sinônimo à Ecologia.


bookmark_borderO que é coral

coral | s. m. | adj. 2 g.
co·ral
substantivo masculino

1. Concreção calcária e ramosa que serve de eixo a certos pólipos.

2. Ova do camarão e outros crustáceos.

3. Coraleira (árvore).

4. Carúncula do peru e outras aves.

5. [Figurado]   [Figurado]   Cor vermelha.adjectivo de dois géneros adjetivo de dois géneros

6. De coro.

esperto como um coral • [Informal]   • [Informal]   Pessoa muito inteligente, de raciocínio rápido.


substantivo masculino Animal marinho fixo, de mares quentes, constituído por uma colônia de pólipos, geralmente de coloração vermelha-alaranjada, responsável pela formação de recifes.
Substância de consistência calcária que, produzida por esses animais, é muito apreciada para criação de joias.
[Por Extensão] Cor avermelhada por alusão à cor dos corais; vermelho.
[Zoologia] Carúncula avermelhada de alguns animais.
substantivo feminino [Zoologia] Cobra venenosa da América cujo corpo é formado por anéis pretos, amarelos e vermelhos.
adjetivo De cor avermelhada, como a do coral; coralino.
Etimologia (origem da palavra coral). Do grego korállion.
substantivo masculino [Música] Grupo de pessoas que cantam juntas; coro: coral de igreja.
Composição que se canta em coro: coral de Mozart.
adjetivo Relativo a coro, ao grupo de pessoas que cantam em conjunto.
Composto para ser cantado por um coral.
Etimologia (origem da palavra coral). Do latim choralis.


Corais são animais cnidários da classe Anthozoa, que segregam um exosqueleto calcário ou de matéria orgânica, ao contrário das anêmonas-do-mar, que pertencem à mesma classe. Os indivíduos adultos são pólipos individuais ou coloniais e encontram-se em todos os oceanos.Os corais podem constituir colônias coloridas e podem formar recifes de grandes dimensões que albergam um ecossistema com uma grande biodiversidade e produtividade.
O maior recife de coral vivo encontra-se na Grande Barreira de Coral, na costa de Queensland, Austrália, que é considerado o maior indivíduo vivo da Terra. A maioria das espécies de coral que constroem recifes desenvolve-se em águas tropicais e subtropicais, mas podem encontrar-se pequenas colónias de coral até em águas frias, como ao largo da Noruega.


bookmark_borderO que é homocromia

homocromia | s. f.
ho·mo·cro·mi·a
(homo- + -cromia )
nome feminino

Igualdade ou grande semelhança de cor.


substantivo feminino [Biologia] Coloração que ajuda a proteger plantas e animais de seus inimigos.
A cor do ser vivo pode confundir-se com as cores do ambiente, de modo que a planta ou animal não possa ser facilmente descoberta por seus inimigos. Por exemplo: algumas rãs e cobras que vivem entre plantas verdes têm essa mesma cor. Aves, répteis e outros animais que vivem no deserto podem ter cor cinza ou areia. Algumas lebres, coelhos e doninhas têm a pelagem cor de terra no verão e branca no inverno. A borboleta calima tem na parte inferior das asas, e que aparece quando pousa, uma coloração de folha morta, e o inseto chamado bicho-pau tem a coloração de um graveto.


A homocromia compreende um mecanismo capaz de auxiliar o organismo a sobreviver, atacar e, além disso, se defender na natureza imitando a coloração do meio em que está inserido. Tal ferramenta se desenvolveu num contexto evolutivo baseado na teoria de Darwin, na qual foi assegurado que a explicação da amplitude numérica de espécies encontrada no meio ambiente se deu graças a Seleção Natural, que confere uma capacidade evolutiva desenvolvida ao longo do tempo. Para ocorrer tais mudanças, mesmo que de forma lenta, e garantir a sobrevivência de algumas espécies em detrimento de outras, foi necessário que houvesse mecanismos que diferenciassem a espécie mais adaptativa da menos adaptativa.
Mais especificamente, elucidando através de um exemplo, temos os opistobrânquios, uma subclasse dos moluscos gastrópodes marinhos, que apresenta algumas técnicas de defesas, dentre elas, a cleptodefesa, ou seja, defesas roubadas. Alguns deles alcançam coloração semelhante ao de suas presas, de maneira que permita certa técnica de camuflagem. Efetivando, assim, a homocromia. A grande diversidade de formas ligadas às técnicas de sobrevivência, fez com que fosse necessário separá-las em algumas classificações, dentre elas, temos:


bookmark_borderO que é biodiversidade

biodiversidade | s. f.
bi·o·di·ver·si·da·de
(bio- + diversidade )
nome feminino

[Ecologia]   [Ecologia]   Conjunto formado por todas as espécies de seres vivos existentes, nomeadamente em determinada região, pelas suas comunidades, pelos seus ecossistemas e pela sua diversidade genética.


substantivo feminino Ecologia. Reunião que contempla todas e/ou quaisquer espécies de seres que existam e convivam na biosfera, em certa região ou num período de tempo; diversidade.
Etimologia (origem da palavra biodiversidade). Bi(o) + diversidade.


Biodiversidade, ou diversidade biológica, pode ser definida como a variabilidade entre os seres vivos de todas as origens, a terrestre, a marinha e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos dos quais fazem parte. Essa variabilidade aparece apenas como resultado da natureza em si, sem sofrer intervenção humana. Assim, ela pode variar de acordo com as diferentes regiões ecológicas. Refere-se, portanto, à variedade de vida no planeta Terra, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, a variedade de espécies da flora, da fauna, de fungos microscópicos e de micro-organismos.Pode-se compreender, do termo “conservação”, a manutenção dos recursos que constituem a terra, bem como os seres vivos que a compõem, dentre eles, o homem. Difere-se da preservação (que exclui o fator humano para que seja possível a manutenção supracitada), considerando que o homem, principal responsável pela degradação do meio ambiente, é parte dele.
Em ecologia, a conservação se refere aos estudos direcionados à conservação de fauna e flora de um ambiente, podendo ser à respeito de diversos grupos ou direcionado à espécies individuais envolvendo seu nicho e habitat. Ela se baseia em alguns pressupostos, incluindo que a diversidade biológica e a evolução são positivas, e que a diversidade biológica tem valor por si só. A diversidade biológica, mesmo sem que haja ação antrópica, não se mantém inalterada ao longo do tempo, ela muda e se adapta de acordo com as variações do ambiente que a compõe. No entanto, as ações antrópicas podem agravar alguns problemas ambientais, como a alteração e perda de habitats, exploração predatória de recursos, introdução de espécies exóticas em diferentes ecossistemas, aumento de patógenos e tóxicos ambientais e as mudanças climáticas.Essa área de estudo tem como seus principais objetivos entender os efeitos dessas ações antrópicas no ecossistema, além de também apresentar um papel muito importante na reintrodução de espécies ameaçadas. Um ambiente ecologicamente conservado proporciona uma diversidade de recursos muito maior para ser consumida, assim, a busca de um ecossistema equilibrado é vantajosa para todos os seres que dele usufruem direta ou indiretamente.A biodiversidade refere-se tanto ao número de diferentes categorias biológicas quanto à abundância relativa (equitatividade) dessas categorias. E inclui variabilidade ao nível local, complementaridade biológica entre habitats e variabilidade entre paisagens. Ela inclui, assim, a totalidade dos recursos vivos, ou biológicos, e dos recursos genéticos, e seus componentes. A espécie humana depende da biodiversidade para a sua sobrevivência.
A biologia de conservação busca integrar políticas de conservação com as teorias que provêm de diversos campos científicos que dão alicerce para a biologia da conservação, sendo elas, ecologia, demografia, biologia populacional, genética, taxonomia e também de ciências de outros campos, como a economia, geografia, antropologia, sociologia e outras. Essa união ocorre para que haja o estabelecimento de métodos efetivos para solucionar alguns dos problemas que a biologia da conservação precisa resolver. Um exemplo da importância dessa interdisciplinaridade é a implementação de unidades de conservação, que abrange muitos fatores além dos ecológicos, como o fator sociocultural dos moradores das regiões que são implementadas como tais unidades.O termo foi criado por Thomas Lovejoy, mas não há uma definição consensual de biodiversidade. Uma definição é: “medida da diversidade relativa entre organismos presentes em diferentes ecossistemas”. Esta definição inclui diversidade dentro da espécie, entre espécies e diversidade comparativa entre ecossistemas.
Outra definição, mais desafiante, é “totalidade dos genes, espécies e ecossistemas de uma região”. Esta definição unifica os três níveis tradicionais de diversidade entre seres vivos:

diversidade genética – diversidade dos genes em uma espécie;
diversidade de espécies – diversidade entre espécies;
diversidade de ecossistemas – diversidade em um nível mais alto de organização, incluindo todos os níveis de variação desde o genético.