bookmark_borderO que é gelatina

gelatina | s. f.
ge·la·ti·na
(francês gélatine )
nome feminino

1. [Química]   [Química]   Proteína com o aspecto de uma geleia , que funde a cerca de 25oC, obtida pela acção da água quente sobre o colagénio dos tecidos fibrosos animais. [Emprega-se em microbiologia, como meio de cultura e na indústria (chapas fotográficas, colas, explosivos, etc.)]

2. [Culinária]   [Culinária]   Doce confeccionado com essa proteína.


substantivo feminino Substância proteica com aspecto de geleia, que funde aproximadamente à temperatura de 25ºC, obtida a partir dos tecidos fibrosos dos animais (pele, ossos etc.).
[Culinária] Doce que se faz com essa substância: pavê de gelatina.
[Fotografia] Folha translúcida que, quando fixada sobre refletores, produz efeitos na iluminação.
Etimologia (origem da palavra gelatina). Do francês gélatine.


A gelatina é uma mistura de poli e oligopeptídios derivados da hidrólise parcial do colágeno, em que as ligações moleculares naturais entre fibras separadas de colágeno são quebradas, permitindo o seu rearranjo. A gelatina funde com o calor e solidifica quando o calor cessa. Misturada com água a gelatina forma uma solução coloidal. É uma substância translúcida, incolor ou amarelada, praticamente insípida e inodora, que se pode obter fervendo certos produtos animais, como ossos, pele e outras partes com tecido conectivo. É muito utilizada em alimentos e medicina e como estabilizante ou espessante.


bookmark_borderO que é excipiente

excipiente | s. m.
ex·ci·pi·en·te |eis| ou |es| ex·ci·pi·en·te |eis| ou |es|
(latim excipiens, -entis, particípio presente de excipio, -ere, tirar de, retirar; exceptuar ; acolher, receber )
nome masculino

1. [Farmácia]   [Farmácia]   Substância inerte que se junta a uma substância activa para que esta possa ser manipulada ou consumida.

2. [Direito]   [Direito]   Numa acção judicial, parte que alega excepção .


adjetivo Substância que se incorpora a certos medicamentos, servindo-lhes de base ou atenuando-lhes o sabor: a glicose é um bom excipiente.


Excipientes são as substâncias que existem nos medicamentos e que completam a massa ou volume especificado. Um excipiente é uma sustância farmacologicamente inativa usada como veículo para o princípio ativo, ajudando na sua preparação ou estabilidade. Possibilita ainda a modificação das propriedades organolépticas ou a determinação de propriedades fisico-quimicas do medicamento e da sua biodisponibilidade. Na formulação, pode atuar como aglutinante, desintegrante, ligante, lubrificante, tensoativo, solubilizante, suspensor, espessante, diluente, emulsificante, estabilizante, conservante, corante, flavorizante, etc.


bookmark_borderO que é acetofenona

Palavra não encontrada. Sugerir a inclusão no dicionário da palavra pesquisada.


substantivo feminino [Química] Cetona líquida incolor, encontrada em certos óleos voláteis, mas preparada sinteticamente, por exemplo, de anidrido acético e benzeno na presença de cloreto de alumínio, e usada principalmente em perfumaria e farmácia; hipnona.
Etimologia (origem da palavra acetofenona). Aceto + fenona.


A Acetofenona é um composto orgânico de formula C6H5C(O)CH3. É a mais simples cetona aromática. Este líquido incolor e viscoso é precursor na preparação de inúmeras resinas e fragrâncias.


bookmark_borderO que é celulose

celulose | s. f.
ce·lu·lo·se |ó| ce·lu·lo·se |ó|
(francês cellulose )
nome feminino

[Bioquímica]   [Bioquímica]   Polissacárido que constitui a parte sólida dos vegetais e que é matéria-prima para o fabrico do papel, entre outros.


substantivo feminino Hidrato de carbono que constitui a base dos tecidos vegetais e principalmente as paredes das células e das fibras (C6H10O5)n. (Encontra-se quase pura na medula do sabugueiro, do algodão, do linho etc. Combina-se a frio com o ácido nítrico, formando o algodão-pólvora.).


A celulose (C6H10O5) é um polímero de cadeia longa composto de um só monômero (glicose), classificado como polissacarídeo ou carboidrato. É um dos principais constituintes das paredes celulares das plantas (cerca de 33% da massa da planta), em combinação com a lignina, com hemicelulose e pectina e não é digerível pelo homem, constituindo uma fibra dietética. Alguns animais, particularmente os ruminantes, podem digerir celulose com a ajuda de microrganismos simbióticos. Outros, como humanos, não possuem celulase, a enzima responsável por hidrolisar a celulose em glicose, e por isso não conseguem utilizá-la como fonte de energia.