bookmark_borderO que é revendedor

revendedor | adj. s. m.
re·ven·de·dor |ô| re·ven·de·dor |ô|
adjectivo e nome masculino adjetivo e nome masculino

Que ou aquele que revende; revendão.


adjetivo, substantivo masculino Que, ou aquele que revende; pessoa que compra algo para depois revender; que faz venda de alguma coisa pela segunda vez.


Revendedor ou representante comercial (designação adotada oficialmente) é o profissional que representa comercialmente determinada empresa, sem manter vínculos de emprego com a mesma. Os representantes comerciais podem representar mais de uma empresa.


bookmark_borderO que é preceptor

preceptor precetor preceptor | s. m.
pre·cep·tor |ètô| pre·ce·tor |ètô| pre·cep·tor |èptô|
nome masculino

O que dá instruções ou preceitos; mestre; aio.Confrontar: perceptor .
• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: precetor. • Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990:preceptor.
• Grafia no Brasil: preceptor. • Grafia em Portugal:precetor.


substantivo masculino Pessoa incumbida de acompanhar e orientar a educação de uma criança ou de um adolescente.


Preceptor (do latim praecēptor,ōris: ‘o que instrui’), no ensino básico, é a pessoa incumbida da educação e instrução de uma criança ou de um adolescente, geralmente na casa deste.Já no ensino superior das ciências da saúde, preceptor é o professor responsável por conduzir e supervisionar, por meio de orientação e acompanhamento, o desenvolvimento dos médicos residentes nas especialidades de um hospital. Todos os profissionais responsáveis por acompanhamento de alunos da área da saúde que irão realizar atendimento a pacientes são chamados preceptores. O preceptor deverá ter formação completa na sua área de atuação, seja na farmácia, fonoaudiologia, fisioterapia, biomedicina, enfermagem, nutrição, educação física, odontologia, serviço social, psicologia ou medicina.


bookmark_borderO que é contínuo

contínuo | adj. | s. m. Será que queria dizer continuo?
con·tí·nu·o
(latim continuus, -a, -um )
adjectivo adjetivo

1. Que não cessa. = CONTINUADO, CONSTANTE, ININTERRUPTO, SEGUIDO, SUCESSIVO ≠ DESCONTÍNUO

2. Que não tem separadas umas das outras as partes de que se compõe.

3. Que é regular.substantivo masculino

4. Sequência ininterrupta.

5. Aquilo que não tem intervalos, interrupções ou lacunas.

6. Máquina de fiar.

7. [Administração]   [Administração]   Funcionário administrativo de empresa ou repartição pública.

8. [Administração]   [Administração]   Funcionário que, geralmente em ambiente escolar, desempenha funções nas áreas da organização, higiene, limpeza e vigilância.

de contínuo • Sem interrupções.

• Sem demoras; de imediato.


adjetivo Que não se divide; sem interrupções; constante, ininterrupto: linha contínua.
Que não se pode nem se consegue interromper, parar: trabalho contínuo.
Que se estende no tempo sem pausas nem intervalos; continuado, seguido: uso contínuo da terra para o cultivo de milho.
Que se repete de modo consecutivo; sucessivo: uso contínuo de poder.
Repleto de lógica e coerência: ideias contínuas.
[Fonética] Diz-se de uma consoante produzida com estreitamento do canal bucal no ponto de articulação.
substantivo masculino Funcionário que trabalha com entregas, visitas a bancos, entre outros; boy.
Etimologia (origem da palavra contínuo). Do latim continuus.a.um, “ininterrupto”.


Contínuo, estafeta, moço-de-recados (em Portugal), ou ainda office-boy (em tradução literal do inglês, “menino de escritório”) é o nome dado ao profissional que trabalha em escritórios exercendo variadas tarefas, como o transporte de correspondências, documentos, objetos e valores, dentro e fora das instituições, para além de efetuar serviços bancários e de correio, depositando ou apanhando o material e entregando-o aos destinatários; auxilia na secretaria e opera equipamentos de escritório (fotocopiadora, telefax, etc.); transmite mensagens orais e escritas além de recepcionar visitantes.
A origem da profissão remonta ao tempo de Augusto, os antigos gregos e romanos fizeram uso de uma classe de mensageiros montados a cavalo ou carruagens chamados de “anabasii” para rapidamente trazer mensagens e comandar longas distâncias.


bookmark_borderO que é radiotelegrafista

radiotelegrafista | s. 2 g.
ra·di·o·te·le·gra·fis·ta
(radiotelegrafia + -ista )
nome de dois géneros

1. Aquele que se ocupa em radiotelegrafia.

2. O que transmite mensagens radiotelegráficas.


substantivo masculino e feminino Operador(a) de radiotelegrafia.


Um radiotelegrafista é um profissional que opera uma estação de radiocomunicações e trafega informações pela mesma, na forma de dados, de radiotelefonia, de telemática e de radiotelegrafia (Código Morse) por meio de ondas rádio-elétricas (RF). Ocasionalmente, também pode transmitir e receber informações por meio físico (cobre ou fibra ótica) e por luzes (farol ou farolete).
Profissional responsável por toda a comunicação de entrada e saída em uma estação de radiocomunicações seja ela no mar, aérea ou costeira. Profissão de grande importância à navegação e a salvaguarda da vida humana no mar e ar durante emergências.
Pertencente ao Serviço Móvel Marítimo e Móvel Aeronáutico e sua legislação é de âmbito nacional (cada país) e internacional regida pela UIT (União Internacional das Telecomunicações), órgão das Nações Unidas responsável pelas diretrizes e legislação de telecomunicações de todo o mundo.


bookmark_borderO que é político

político | adj. | s. m. político- | elem. de comp. Será que queria dizer politico?
po·lí·ti·co
(grego politikós, -ê, -ón, relativo aos cidadãos )
adjectivo adjetivo

1. Relativo à política ou aos negócios públicos.

2. Delicado, urbano, cortês.

3. [Figurado]   [Figurado]   Finório, astuto.

4. [Informal]   [Informal]   Indisposto com alguém.nome masculino

5. Aquele que se entrega à política.

6. Estadista.
Ver também dúvida linguística: feminino de político.

político- político-
(grego politikós, -ê, -ón, relativo aos cidadãos )
elemento de composição

Exprime a noção de política (ex.: político-económico).


adjetivo Relativo ao governo de um Estado.
Direitos políticos, direitos em virtude dos quais um cidadão participa do governo.
[Figurado] Astuto, esperto, hábil: encontrou uma solução política.
substantivo masculino Aquele que se dedica à política.


Um político (do grego transliterado politikós) ou estadista é quem se ocupa da política. Segundo Sócrates, é um homem público que lida com a chamada “coisa pública”. Segundo Platão, é filiado a um partido ou “ideologia filosófica de conduta”. Se incorporado a um Estado pela vontade do povo, pode ser formalmente reconhecido como membro ativo de um governo. É uma pessoa que influencia a maneira como a sociedade é governada. Essa definição inclui pessoas que estão em cargos de decisão no governo e pessoas que almejam a esses cargos tanto por eleição quanto por indicação.


bookmark_borderO que é profissão

profissão | s. f.
pro·fis·são
(latim professio, -onis, declaração, manifestação, profissão, emprego, estado, ensino )
nome feminino

1. Declaração pública.

2. Solenidade na qual alguém se liga por votos a uma ordem religiosa.

3. Ofício; emprego; ocupação; mister.

de profissão • Por estado: Um sábio de profissão; por hábito: Um mentiroso de profissão.

profissão de fé • Declaração pública da sua fé religiosa ou das suas opiniões políticas.

profissão liberal • Profissão intelectual cuja remuneração deve estar isenta de qualquer especulação.


substantivo feminino Ofício especializado que legitima alguém a fazer alguma coisa, pode ser, ou não, o meio de vida dessa pessoa.
Trabalho habitual de uma pessoa através do qual ela consegue os meios necessários à sua sobrevivência; emprego, ofício.
Declaração ou confissão pública de um sentimento, opinião, ponto de vista, religião etc.
Ação ou efeito de professar, de fazer o reconhecimento público de algo.
Etimologia (origem da palavra profissão). Do latim professio.onis.


Profissão é um trabalho ou atividade especializada dentro da sociedade, geralmente exercida por um profissional. Algumas atividades requerem estudos de um dado conhecimento, como as profissões de médico, advogado, engenheiro, biólogo, ou arquiteto, por exemplo. Outras dependem de habilidades práticas, como as profissões de faxineiro ou jardineiro, por exemplo.
No sentido mais amplo da palavra, portanto, o conceito de profissão tem a ver com ocupação profissional, ou seja, uma atividade produtiva/profissional que o indivíduo desempenha perante a sociedade onde está inserido.


bookmark_borderO que é treinador

treinador | adj. s. m.
trei·na·dor |ô| trei·na·dor |ô|
(treinar + -dor )
adjectivo e nome masculino adjetivo e nome masculino

Que ou aquele que exercita ou que treina.


substantivo masculino Técnico; o profissional que se encarrega de treinar, de instruir um atleta ou de orientar um time: treinador de futebol.
Adestrador; indivíduo responsável pelo adestramento de animais: o treinador de cavalos ainda não chegou.
adjetivo Diz-se do profissional que treina: funcionário treinador.
Etimologia (origem da palavra treinador). Treinar + dor.


Nos desportos, um treinador ou técnico é o profissional que dirige as atividades de uma equipe ou de apenas um único atleta.
O treinamento exige o conhecimento de táticas e estratégias de jogo e também de competição, normalmente envolvendo a elaboração de esquemas, substituição de jogadores e outras ações dentro e fora do campo ou quadra. A grande maioria dos treinadores é de ex-jogadores da modalidade em que estão envolvidos, tendo ou não formação acadêmica.


bookmark_borderO que é especialista

especialista | adj. 2 g. s. 2 g.
es·pe·ci·a·lis·ta
(especial + -ista )
adjectivo de dois géneros e nome de dois géneros adjetivo de dois géneros e nome de dois géneros

1. Que ou quem se dedica a uma ciência ou uma arte.

2. Que ou quem se especializou em determinada área do saber ou sabe muito sobre determinada coisa. = PERITO

3. Diz-se de ou médico que se consagra ao estudo de uma especialidade médica ou ao tratamento de certa ordem de doenças.


adjetivo Que se dedica exclusivamente ao estudo ou à prática de uma ciência, uma arte, uma profissão.
substantivo masculino e feminino [Medicina] Médico que se dedica ao estudo e à cura de um grupo de doenças de um sistema ou de um órgão em particular.
Quem se especializou num determinado âmbito do conhecimento ou em alguma coisa em específico; perito: eles estão esperando a opinião de um especialista; especialista em Direito.
Etimologia (origem da palavra especialista). Especial + ista.


Um especialista, ou perito, é uma pessoa que se ocupa exclusivamente de um ramo particular de uma ciência, de uma arte, etc. O título é dado a profissionais que concluem curso de pós graduação lato sensu nas referidas áreas. Também pode ser chamado de especialista o profissional que se empenha em uma matéria.


bookmark_borderO que é professor

professor | s. m. | adj. s. m. | adj.
pro·fes·sor |ô| pro·fes·sor |ô|
(latim professor, -oris )
nome masculino

1. Aquele que ensina uma arte, uma actividade , uma ciência, uma língua, etc.; aquele que transmite conhecimentos ou ensinamentos a outrem.

2. Pessoa que ensina em escola, universidade ou noutro estabelecimento de ensino. = DOCENTE

3. [Figurado]   [Figurado]   Entendido, perito.adjectivo e nome masculino adjetivo e nome masculino

4. Que ou aquele que professa uma religião ou uma crença.adjectivo adjetivo

5. Que ensina.


substantivo masculino Indivíduo que ensina, ministra disciplinas, matérias, numa escola ou universidade; docente: adoro meu professor de geografia.
Aquele cuja especialização ou formação acadêmica é ensinar; mestre.
[Figurado] Quem sabe muito sobre um assunto ou coisa; perito.
Quem professa uma crença ou religião.
adjetivo Que possui título de professor ou se especializou na área do ensino.
Etimologia (origem da palavra professor). Do latim professor.oris.


Professor ou docente é uma pessoa que ensina ciência, arte, técnica ou outros conhecimentos. Para o exercício dessa profissão, requer-se qualificações académicas e pedagógicas, para que consiga transmitir/ensinar da melhor forma possível ao aluno.
É uma das profissões mais importantes, tendo em vista que as demais, na sua maioria, dependem dela. Já Platão, na sua obra A República, alertava para a importância do papel do professor na formação do cidadão.O Dia Mundial dos Professores celebra-se a 5 de Outubro. No Brasil, o Dia do Professor é dez dias depois, em 15 de Outubro.


bookmark_borderO que é antiquário

antiquário | s. m. | adj.
an·ti·quá·ri·o
(latim antiquarius, -ii, que gosta de antiguidades )
nome masculino

1. Coleccionador de antiguidades .

2. Pessoa que estuda antiguidades ou coisas antigas.

3. Comerciante de antiguidades .

4. Loja de antiguidades .adjectivo adjetivo

5. [Pouco usado]   [Pouco usado]   Relativo a coisas antigas.


substantivo masculino Comerciante que vende objetos antigos.
Loja de coisas antigas.
Estudioso ou colecionador de antiguidades.


Antiquário (do latim antiquarius, aquele que gosta de antiguidades) pode designar tanto um entusiasta, admirador ou comerciante de coisas antigas, quanto um estudioso que se dedica à investigação sobre as antiguidades, isto é, todo tipo de evidência material ligada ao passado. O antiquariato é a modalidade de pesquisa dos estudos históricos desenvolvida pelo antiquário desde a Antiguidade até o final do século XIX, caracterizada por uma abordagem que inclui a erudição, a categorização, a descrição sistemática e o levantamento de fontes. O papel da pesquisa antiquária é avaliado por muitos como fundamental para o desenvolvimento metodológico de disciplinas históricas, particularmente a história e a arqueologia.
As origens da pesquisa antiquária são identificadas nas civilizações da antiguidade situadas no Antigo Egito, na Mesopotâmia, na Grécia Antiga, na Roma Antiga e na China. Dentre as características principais do antiquariato neste período, pode-se citar o forte vínculo da pesquisa com a religião e a política, tendo em vista o fato de que todas elas buscaram, de alguma forma, restaurar tradições culturais e cultos religiosos do passado através do estudo sobre as suas evidências materiais, cada uma à sua maneira. No período medieval, estudos indicam a existência do antiquariato na Europa desde a Alta Idade Média, praticado por governantes e membros da aristocracia. Há bastante controvérsia sobre o caráter e a relevância do antiquariato nas sociedades europeias, sua relação com os antiquários romanos e o peso do poder eclesiástico na sua orientação. Enquanto alguns percebem a influência do antiquariato romano desde o século VIII, outros afirmam que esta só viria a acontecer a partir do século XV. Os estudos sobre o antiquário chinês neste período concordam que a investigação sobre as antiguidades torna-se significativa a partir do século XI, durante a Dinastia Song, com a publicação das primeiras obras que compuseram a base de uma tradição de pesquisa continuada nos séculos seguintes, pautada especialmente no comentário extensivo sobre fragmentos epigráficos.
No decorrer dos séculos XV, XVI e XVII, muitos pesquisadores consideram que houve uma gradativa retomada dos conceitos romanos da pesquisa antiquária, que valorizavam o estudo do passado clássico, assim como uma abordagem que se baseava nas técnicas específicas operadas pelos antiquários antigos, como a escrita sistemática e descritiva, em decorrência de um movimento de renovação dos estudos sobre as línguas clássicas no contexto europeu. Segundo esta perspectiva, o antiquariato renascentista teria se iniciado na Itália do Quattrocento, e a partir de então se espalhado por boa parte da Europa na forma de uma metodologia científica organizada. Neste período, o antiquariato não foi de menor importância na China, que deu sequência aos estudos epigráficos dos séculos anteriores, embora alguns estudos apontem um declínio dos estudos antiquários entre os séculos XV e XVII. Entre os séculos XVIII e XIX, para grande parte dos estudiosos no tema, houve o ápice da pesquisa antiquária, reunida em torno de diversas sociedades eruditas que se difundiram pela Europa. O antiquariato europeu moderno travou um intenso diálogo com outras disciplinas históricas, como a história e a arqueologia. Uma das características centrais do antiquário, no século XVIII europeu, foi a preferência pelo estudo das antiguidades regionais, que se tornavam objetos de diversas pesquisas que tinham por objetivo a restauração do passado regional das nações europeias, não se limitando à antiguidade clássica. Também no caso chinês considera-se o século XVIII como o apogeu do antiquariato, levado a cabo por estudiosos da Dinastia Qing. No que diz respeito ao Japão, estudos afirmam que, no decorrer do setecentos, a pesquisa antiquária já se difundia na sociedade, sendo incorporada por diferentes grupos sociais. No Brasil, alguns elementos do antiquariato moderno influenciaram estudiosos ligados a instituições vinculadas aos estudos históricos, como a Academia Brasílica dos Esquecidos, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Durante o século XX o antiquário paulatinamente desapareceu enquanto um estudioso erudito das antiguidades, tendo suas práticas de pesquisa sido incorporadas por diversas outras ciências mais especializadas. As Sociedades Antiquárias, que ao longo do período moderno serviram como local de encontro, produção e divulgação de pesquisa científica por indivíduos que se identificavam como antiquários, entraram em declínio após a separação e especialização das disciplinas dos estudos históricos e clássicos. Em função disto, atualmente a palavra antiquário é quase invariavelmente associada a uma loja ou a um comerciante de objetos ou livros antigos (v. Antiquário (local)). O antiquariato esteve sempre em contato com a historiografia, sendo possível dizer que as duas ciências se influenciaram mutuamente ao longo da história. De forma semelhante, o antiquariato foi de suma importância para a constituição da arqueologia no século XIX. Todavia, certas características são próprias a cada uma destas abordagens, sendo necessário elaborar algumas distinções terminológicas entre antiquários, historiadores e arqueólogos. Além disso, a figura do antiquário foi objeto de inúmeras figurações ao longo do período moderno, tanto nas artes visuais, quanto na literatura e na filosofia, como mostram os romances e ficções de Walter Scott e Montague Rhodes James, assim como a obra de Friedrich Nietzsche.