bookmark_borderO que é cognição

cognição | s. f.
cog·ni·ção
(latim cognitio, -onis, acção de conhecer )
substantivo feminino

Função da inteligência ao adquirir um conhecimento.


substantivo feminino Aquisição de conhecimento; capacidade de discernir, de assimilar esse conhecimento; percepção.
Ação de conhecer, de perceber, de ter ou de passar a ter conhecimento sobre algo.
[Jurídico] Período que, num processo judicial, consiste no momento em que o juiz passa a conhecer o pedido, a defesa, as provas e testemunhas, partindo para sua decisão.
[Psicologia] Agrupamento de processos mentais a partir dos quais é possível perceber, pauta-se nos sentidos, pensamentos, memórias etc.
[Psicologia] Função que, juntamente com o afeto e a volição, compõe as três funções mentais básicas.
Etimologia (origem da palavra cognição). Do latim cognitio.onis.


Cognição é uma função psicológica actuante na aquisição do conhecimento e se dá através de alguns processos, como a percepção, a atenção, associação, memória, raciocínio, juízo, imaginação, pensamento e linguagem. A palavra Cognitione tem origem nos escritos de Platão e Aristóteles.É o conjunto de processos psicológicos usados no pensamento que realizam o reconhecimento, a organização e a compreensão das informações provenientes dos sentidos, para que posteriormente o julgamento através do raciocínio os disponibilize ao aprendizado de determinados sistemas e soluções de problemas.
De uma maneira mais simples, podemos dizer que cognição é a forma como o cérebro percebe, aprende, recorda e pensa sobre toda informação captada através dos cinco sentidos, bem como as informações que são disponibilizadas pelo armazenamento da memória, isto é, a cognição processa as informações sensoriais que vem dos estímulos do ambiente que estamos e também processa o conteúdo que retemos em relação às nossas experiências vividas.
Mas a cognição é mais do que simplesmente a aquisição de conhecimento e consequentemente, a nossa melhor adaptação ao meio – é também um mecanismo de conversão do que é captado para o nosso modo de ser interno. Ela é um processo pelo qual o ser humano interage com os seus semelhantes e com o meio em que vive, sem perder a sua identidade existencial. Ela começa com a captação dos sentidos e logo em seguida ocorre a percepção. É, portanto, um processo de conhecimento, que tem como material a informação do meio em que vivemos e o que já está registrado na nossa memória.


bookmark_borderO que é criatividade

criatividade | s. f.
cri·a·ti·vi·da·de
(criativo + -idade )
nome feminino

1. Capacidade de criar, de inventar.

2. Qualidade de quem tem ideias originais, de quem é criativo.

3. [Linguística]   [Lingüística]   [Linguística]   Capacidade que o falante de uma língua tem de criar novos enunciados sem que os tenha ouvido ou dito anteriormente.


substantivo feminino Qualidade da pessoa criativa, de quem tem capacidade, inteligência e talento para criar, inventar ou fazer inovações na área em que atua; originalidade.
Essa capacidade de inventar, de criar, de compor a partir da imaginação.
[Linguística] Capacidade inata que o falante possui para desenvolver e entender uma quantidade excessiva de enunciados, mesmo os que nunca havia ouvido ou falado antes.
Etimologia (origem da palavra criatividade). Criativo + i + dade.


Existem várias definições diferentes para criatividade. Para Ghiselin (1952), “é o processo de mudança, de desenvolvimento, de evolução na organização da vida subjetiva”. Segundo Flieger (1978), é quando “manipulamos símbolos ou objetos externos para produzir um evento incomum para nós ou para nosso meio”. Outras definições:

“a expressão ‘pensamento criativo’ tem duas características fundamentais, a saber: é autônoma e é dirigida para a produção de uma nova forma”
“criatividade é o processo que resulta em um produto novo, que é aceito como útil, e/ou satisfatório por um número significativo de pessoas em algum ponto no tempo”
“criatividade representa a emergência de algo único e original”
“criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento, desarmonia; identificar a dificuldade, buscar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados”
“um produto ou resposta serão julgados como criativos na extensão em que a) são novos e apropriados, úteis ou de valor para uma tarefa e b) a tarefa é heurística e não algorística”A criatividade é considerada uma capacidade humana de valor universal. Tudo indica que, nesta competência, reside a “memória RAM biológica” para o impulso da evolução humana. A memória RAM, segundo Cury (2009), é o fenômeno dos registros da memória. O que melhor descreve a criatividade é o que Sanchez (2003) referiu em seus apontamentos: a criatividade é uma sublime dimensão da condição humana. É, entretanto, na capacidade criativa que existe a chave da capacidade de evolução da humanidade. O mérito da expressão criativa é fruto da “complexidade”, ou seja, é fruto do contexto social no seu desenvolvimento natural e humano. É muito interessante contemplar os efeitos provenientes deste constructo a considerar a capacidade de um indivíduo criativo construir e reconstruir, transformando a nossa realidade. É consensual e gratificante perceber que todos temos a capacidade criativa, e que ela deve ser melhor desenvolvida.
Há quem defenda que a criatividade produz-se por meio da interação entre os pensamentos de uma pessoa e um contexto sociocultural, há casos em que ela pode exteriorizar-se naturalmente da própria personalidade humana, por se tratar de uma função da mente humana, por vezes também precisa ser activada por meio dos estímulos externos e internos. A criatividade representa-se de múltiplas maneiras. Segundo Gardner (1999), cada indivíduo também apresenta o seu perfil criativo distinto, daí a dificuldade de definição do termo. O ano 1950 foi um marco histórico na reabertura do estudo da criatividade.
Até o exato momento, não há um conceito único que a descreva, ou seja, não há uma definição exclusiva para o termo criatividade, porém fundamentais estudiosos contribuem para este conceito numa versão diferenciada que a justifica, e vão denominando esta temática na sua “complexidade” como um termo multidimensional. Eles seguem comunicando os seus resultados, ora como novas invenções, como a capacidade de análise e síntese, ora como um produto novo, ou como a resolução de problemas, ora como uma ideia nova, ou de uma teoria. Enfim, os componentes criativos se apresentam de formas sempre variadas e em multiplicidade. Dinamicamente, a variedade ou a “complexidade” condiciona o indivíduo a ver o diferente, daí se fica a um passo para criar a originalidade. O fenômeno criatividade se manifesta em todos os setores da vida, seja social, político, estético, científico. É por isto que todas as ciências apresentam uma versão diferenciada no seu conceito, condizentes com as suas próprias ideologias, agregando-lhe a utilidade e individualidade de cada uma.Todo ser humano possui criatividade em diferentes habilidades. Acredita-se que a habilidade criativa das pessoas esteja de certa forma ligadas a seus talentos.


bookmark_borderO que é memória

memória | s. f. | s. f. pl. Será que queria dizer memoria?
me·mó·ri·a
(latim memoria, -ae )
nome feminino

1. Faculdade pela qual o espírito conserva ideias ou imagens, ou as readquire sem grande esforço.

2. Lembrança.

3. Monumento comemorativo.

4. Nome, fama (que sobrevive à pessoa ou ao facto ).

5. Recordação, presente.

6. Dissertação literária ou científica.

7. Anel (que se dá como lembrança).

8. Nota diplomática.

9. Memorial, renovamento de pedido.

10. [Galicismo]   [Galicismo]   Relatório.

11. [Informática]   [Informática]   Dispositivo de um computador ou sistema informático que permite o registo , a conservação e a restituição dos dados.
memóriasnome feminino plural

12. Escrito narrativo em que se compilam factos , anedotas, etc.

13. Autobiografia.

14. [Informal]   [Informal]   Cumprimentos.

de memória • De cor.

de toda a memória dos homens • De tempo imemorial.

fazer de memória • Nomear, citar.

fugir da memória • Esquecer.

memória auditiva • Faculdade de guardar e lembrar as recordações do que se ouviu (por oposição a memória visual).

memória de elefante • Grande capacidade de memorização, de reter tudo na memória. ≠ MEMÓRIA DE GALINHA, MEMÓRIA DE GALO, MEMÓRIA DE GRILO

memória de galinha • Baixa capacidade de memorização; memória fraca. ≠ MEMÓRIA DE ELEFANTE

memória de galo • O mesmo que memória de galinha.

memória de grilo • O mesmo que memória de galinha.

memória visual • Faculdade de guardar e lembrar as recordações do que se viu (por oposição a memória auditiva).


substantivo feminino Faculdade de reter ideias, sensações, impressões, adquiridas anteriormente.
Efeito da faculdade de lembrar; lembrança: não tenho memória disso!
Recordação que a posteridade guarda: memórias do passado.
Dissertação sobre assunto científico, artístico, literário, destinada a ser apresentada ao governo, a uma instituição cultural etc.
[Artes] Monumento dedicado a alguém ou em celebração de uma pessoa digna de lembrança; memorial.
Papel usado para anotar coisas que não se deve esquecer; lembrete.
Relato feito escrita ou oralmente sobre uma situação; narração.
[Jurídico] Documento com o qual alguém expõe a sua defesa ou pedido a ser anexado aos autos.
[Matemática] Dispositivo dos calculadores eletrônicos, que registra sinais, resultados parciais etc., que são consignados no momento oportuno para o fazer intervir no seguimento das operações: discos de memória.
[Informática] Unidade funcional que pode receber, conservar e restituir dados.
[Informática] Memória convencional, a que é armazenada segundo os padrões de um programa altamente abrangente.
substantivo feminino plural Memórias. Obra literária escrita por quem presenciou os acontecimentos que narra, ou neles tomou parte.
expressão De memória. Sem a ajuda de notas ou livros, só pela lembrança.
Em memória de. Em homenagem a alguém que já morreu.
[Informática] Memória secundária. Meio de armazenamento de dados e instruções não volátil (p. ex., disquetes), usado para que estes se preservem (p. ex., quando o computador é desligado).
Etimologia (origem da palavra memória). Do latim memoria.


A memória, além de ser formada por lembranças, esquecimentos e silêncio, também possui em sua constituição “[…] aquilo que ocorre ao espírito como resultado de experiências já vividas enquanto lembranças ou reminiscências.” (MEINERZ, 2008, p. 54). Diante disso, as experiências, para influenciarem a memória, nem sempre precisam ocupar o mesmo tempo e espaço do indivíduo; basta pertencer ao seu grupo de referência ou ser fator de identidade cultural.
A memória é a capacidade de adquirir, armazenar e recuperar (evocar) informações disponíveis, seja internamente, no cérebro (memória biológica), seja externamente, em dispositivos artificiais (memória artificial). Também é o armazenamento de informações e fatos obtidos através de experiências ouvidas ou vividas. Focaliza coisas específicas, requer grande quantidade de energia mental e deteriora-se com a idade. É um processo que conecta pedaços de memória e conhecimentos a fim de gerar novas ideias, ajudando a tomar decisões diárias.
Os neurocientistas (psiquiatras, psicólogos e neurologistas) distinguem memória declarativa de memória não-declarativa. A memória declarativa, grosso modo, armazena o saber que algo se deu, e a memória não-declarativa o como isto se deu.
A memória declarativa, ou de curto prazo como o nome sugere, é aquela que pode ser declarada (fatos, nomes, acontecimentos, etc.) e é mais facilmente adquirida, mas também mais rapidamente esquecida. Para abranger os outros animais (que não falam e logo não declaram, mas obviamente lembram), essa memória também é chamada explícita. Memórias explicitas chegam ao nível consciente. Esse sistema de memória está associado com estruturas no lobo temporal medial (ex: hipocampo, amígdala).
Psicólogos distinguem dois tipos de memória declarativa, a memória episódica e a memória semântica. São instâncias da memória episódica as lembranças de acontecimentos específicos. São instâncias da memória semântica as lembranças de aspectos gerais.
Já a memória não-declarativa, também chamada de implícita ou procedural, inclui procedimentos motores (como andar de bicicleta, desenhar com precisão ou quando nos distraímos e vamos no “piloto automático” quando dirigimos). Essa memória depende dos gânglios basais (incluindo o corpo estriado) e não atinge o nível de consciência. Ela em geral requer mais tempo para ser adquirida, mas é bastante duradoura.
Memória, segundo diversos estudiosos, é a base do conhecimento. Como tal, deve ser trabalhada e estimulada. É através dela que damos significado ao cotidiano e acumulamos experiências para utilizar durante a vida.


bookmark_borderO que é deficiência

deficiência | s. f.
de·fi·ci·ên·ci·a
substantivo feminino

1. Imperfeição, falta, lacuna.

2. [Medicina]   [Medicina]   Deformação física ou insuficiência de uma função física ou mental.


substantivo feminino Insuficiência orgânica ou mental.
Defeito que uma coisa tem ou perda que experimenta na sua quantidade, qualidade ou valor.


Deficiência é o termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatômica. Diz respeito à atividade exercida pela biologia da pessoa. Este conceito foi definido pela Organização Mundial de Saúde. A expressão pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que vivencie uma deficiência continuamente. Contudo, há que se observar que em contextos legais ela é utilizada de uma forma mais restrita e refere-se a pessoas que estão sob o amparo de uma determinada legislação.
O termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido considerado por algumas ONGs e cientistas sociais inadequado, pois o termo leva consigo uma carga negativa depreciativa da pessoa, fato que foi ao longo dos anos se tornando cada vez mais rejeitado pelos especialistas da área e em especial pelos próprios indivíduos a quem se refira. Assim, em alguns contextos, tem sido proposto o termo diversidade funcional, enquanto todas as pessoas precisam de ajuda em algum momento de suas vidas, especialmente na infância e na velhice. Muitos, entretanto, consideram que essa tendência politicamente correta tende a levar as pessoas com deficiência a uma negação de sua própria situação e a sociedade ao não respeito da diferença. Atualmente, porém, esta palavra está voltando a ser utilizada, visto que a rejeição do termo, por si só, caracteriza um preconceito de estigmatização contra a condição do indivíduo revertida pelo uso de um eufemismo, o que pode ser observado em sites voltados aos “deficientes” é que o termo deficiente é utilizado de maneira não-pejorativa.
Capacitismo, é o termo designado para definir quando há discriminação e preconceito contra pessoas com qualquer tipo de deficiência. Cripface (termo é muito utilizado nos EUA, porém, no Brasil, pouco se escreveu sobre ele. Em fatos, existem apenas duas citações deste termo na imprensa nacional, até o momento ), é o termo designado para definir quando uma pessoa sem deficiência representa uma pessoa com deficiência em alguma obra teatral, televisiva, cinematográfica, etc.
A pessoa com deficiência geralmente precisa de atendimento especializado, seja para fins terapêuticos, como fisioterapia ou estimulação motora, seja para que possa aprender a lidar com a deficiência e a desenvolver as potencialidades. A educação especial tem sido uma das áreas que tem desenvolvido estudos científicos para melhor atender estas pessoas, no entanto, o que inclui pessoas com deficiência além das necessidades comportamentais, emocionais, ocupacionais e sociais.
Desde a Declaração de Salamanca, surgiu o termo necessidades educativas especiais, que veio a substituir o termo criança especial, anteriormente utilizado em educação para designar a criança com deficiência. Porém, este novo termo não refere-se apenas à pessoa com deficiência, pois engloba toda e qualquer necessidade considerada atípica e que demande algum tipo de abordagem específica por parte das instituições, seja de ordem comportamental, seja social, ocupacional, física, emocional ou familiar.


bookmark_borderO que é inteligência

inteligência | s. f.
in·te·li·gên·ci·a
(latim intelligentia, -ae, plural neutro de intelligens, -entis, particípio presente de intelligo, -ere, perceber, compreender )
substantivo feminino

1. Conjunto de todas as faculdades intelectuais (memória, imaginação, juízo, raciocínio, abstracção e concepção ).

2. Qualidade de inteligente.

3. Compreensão fácil.

4. Pessoa muito inteligente e erudita.

5. [Figurado]   [Figurado]   Acordo, conluio.

6. Harmonia.

7. Habilidade.

8. Actividade ou serviço que visa obter e fornecer informações secretas relativas ao estado, ao governo, à segurança ou a sectores estratégicos.

inteligência artificial • [Informática]   • [Informática]   Ramo da informática que estuda o desenvolvimento de sistemas computacionais com base no conhecimento sobre a inteligência humana.


substantivo feminino Faculdade de conhecer, de compreender; intelecto: a inteligência distingue o homem do animal.
Conhecimento profundo em; destreza, habilidade: ter inteligência para os negócios; cumprir com inteligência uma missão.
Habilidade para entender e solucionar adversidades ou problemas, adaptando-se a circunstâncias novas.
Função psíquica que contribuí para uma pessoa consiga entender o mundo, as coisas e situações, a essência dos fatos.
Boa convivência; união de sentimentos: viver em perfeita inteligência com alguém.
Relações secretas; ajuste, conluio: ter inteligência com o inimigo.
Etimologia (origem da palavra inteligência). Do latim intelligentia.ae, “entendimento”.


Inteligência tem sido definida popularmente e ao longo da história de muitas formas diferentes,tais como em termos da capacidade de alguém/algo para lógica, abstração, memorização, compreensão, autoconhecimento, comunicação, aprendizado, controle emocional, planejamento e resolução de problemas.
Dentro da psicologia, vários enfoques distintos já foram adotados para definir inteligência humana. A psicometria é metodologia mais usada e mais conhecida pelo público-geral, além de ser a mais pesquisada e amplamente usada. Conforme a definição que se tome, a inteligência pode ser considerada um dos aspectos naturais da linguagem ou um traço de personalidade.


bookmark_borderO que é disortografia

disortografia | s. f.
di·sor·to·gra·fi·a
(dis- + ortografia )
nome feminino

1. [Medicina]   [Medicina]   Dificuldade na aprendizagem da ortografia.

2. [Medicina]   [Medicina]   O mesmo que disgrafia.


substantivo feminino Défice na capacidade de compor textos escritos, especialmente na codificação da escrita que, não associada a uma deficiência intelectual, se caracteriza pelo excesso de erros gramaticais e ortográficos.
Etimologia (origem da palavra disortografia). Dis + ortografia.


Disortografia é a dificuldade do aprendizado e do desenvolvimento da habilidade da linguagem escrita expressiva. Esta dificuldade pode ocorrer associada ou não a dificuldade de leitura, isto é, a dislexia. Considera-se que 90% das disortografias têm como causa um atraso de linguagem; estas são consideradas disortografias verdadeiras. Os 10% restantes têm como causa uma disfunção neuro-fisiológica.