bookmark_borderO que é rubor

rubor | s. m.
ru·bor |ô| ru·bor |ô|
substantivo masculino

1. A cor vermelha com todas as suas variantes.

2. Vermelhidão no rosto devida à fadiga, modéstia ou vergonha.

3. [Figurado]   [Figurado]   Pudor, modéstia, pejo, castidade.


substantivo masculino Característica do que é rubro, vermelho.
A cor vermelha com todas as suas variantes: o rubro do vestido.
Vermelhidão no rosto causada por fadiga, modéstia ou vergonha.
[Figurado] Mal-estar causado por algum comentário ou comportamento contrário à decência, ao recato; pudor, modéstia.
Etimologia (origem da palavra rubor). Do latim ruboris, “vermelhidão”.


Rubor é a vermelhidão da pele que pode ocorrer em qualquer área do corpo, em qualquer extensão, em virtude da dilatação dos vasos sanguíneos e consequentemente, maior fluxo de sangue naquela área.
O controle da irrigação sanguínea superficial é realizado pelo sistema nervoso autônomo, ou Sistema Neuro-Vegetativo, mas também sofre influências de substâncias liberadas localmente.
O rubor pode ou não ser um dos sinais de doença, mas, quando desacompanhado de outros Sinais ou Sintomas, geralmente é evento benigno e de resolução espontânea, tão logo cesse o fator causal, a resposta e farcial que tem nos braços pescoço orelha


bookmark_borderO que é diagnóstico

diagnóstico | s. m. | adj. Será que queria dizer diagnostico?
di·ag·nós·ti·co
(francês diagnostic )
substantivo masculino

1. Classificação de doença pelos seus sintomas.

2. Conjunto desses sintomas.adjectivo adjetivo

3. Relativo à diagnose.


substantivo masculino Determinação de uma doença a partir da descrição de seus sintomas e da realização de diversos exames.
[Medicina] Procedimento através do qual o médico faz exames, durante a consulta, buscando encontrar a razão e a natureza da afecção, da doença.
[Biologia] Em que pode haver distinção entre táxons (denominação dada a uma unidade taxionômica, que classifica, descreve e registra espécies, seres, vegetais etc.).
adjetivo Que se refere à diagnose, à descrição detalhada que define uma espécie, doença ou situação.
Etimologia (origem da palavra diagnóstico). Do latim diagnostic/dianostique.


Diagnóstico, em medicina, é o processo analítico de que se vale o especialista ao exame de uma doença ou de um quadro clínico, para chegar a uma conclusão. É também o nome dado à conclusão em si mesma.
Em medicina, diagnóstico é a parte da consulta médica, ou do atendimento médico, voltada à identificação de uma eventual doença. Um conjunto de dados, formado a partir de sinais e sintomas, histórico clínico, exame físico e de exames complementares (laboratoriais, etc), é analisado pelo profissional de saúde e sintetizado em uma ou mais doenças. A partir dessa síntese, é feito o planejamento para a eventual intervenção (o tratamento) e/ou uma previsão da evolução (prognóstico), baseados no quadro apresentado.
Classicamente, a base do diagnóstico médico é a consulta médica, mas existe um grande e crescente número de técnicas complementares de diagnóstico.
A comunidade científica tem como filosofia aceitar os instrumentos de diagnóstico que foram validados pelo método científico. Métodos não validados tendem a ser agrupados no conjunto das chamadas “terapias alternativas”. A origem histórica e a filosofia intrínseca de muitos métodos de terapia, como o yoga, a homeopatia e a acupuntura, dificultam a utilização do método científico em sua análise, o que cria resistência a seu uso em muitos meios. Muitas aquisições recentes da tecnologia também ainda não foram validadas e em especial não foram demonstradas como superiores aos métodos existentes, o que também dificulta a aceitação geral.


bookmark_borderO que é realidade

realidade | s. f.
re·a·li·da·de
(real + -idade )
substantivo feminino

1. Qualidade do que é real.

2. Existência de facto .

3. O que existe realmente; coisa real.

4. Conjunto de todas as coisas reais. = REAL ≠ FANTASIA, FICÇÃO, IRREALIDADE

em realidade • O mesmo que na realidade.

na realidade • Usa-se para enfatizar ou confirmar o que é dito. = COM EFEITO, DEFACTO ,EFECTIVAMENTE , NA VERDADE, REALMENTE

ocultar a realidade • Enganar; esconder o jogo.

realidade aumentada • Tecnologia que combina visualizações de elementos do real com elementos virtuais, permitindo interacção dos dois tipos de elementos em tempo real.

realidade virtual • Ambiente de simulação ou recriação do real que resulta da utilização de tecnologia informática interactiva .


substantivo feminino Característica ou particularidade do que é real (tem existência verdadeira).
Aquilo que existe verdadeiramente; circunstância ou situação real; verdade: sua vontade se tornou realidade.
A reunião daquilo que é real (coisas, fatos, circunstâncias etc.): tentava se esquivar da realidade nos vícios.
Etimologia (origem da palavra realidade). Do latim realitas.atis.


Realidade (do latim realitas isto é, “coisa”) significa em uso comum “tudo o que existe”. Em seu sentido mais livre, o termo inclui tudo o que é, seja ou não perceptível, acessível ou entendido pela filosofia, ciência ou qualquer outro sistema de análise.O real é tido como aquilo que existe fora da mente ou dentro dela também. A ilusão, a imaginação, embora não esteja expressa na realidade tangível extra-mentis, existe ontologicamente, onticamente* (relativa ao ente — vide Heidegger in “Ser e tempo”)*, ou seja: intra-mentis. E é portanto real, embora possa ser ou não ilusória. A ilusão quando existente, é real e verdadeira em si mesma. Ela não nega sua natureza. Ela diz sim a si mesma. A realidade interna ao ser, seu mundo das ideias, embora na qualidade de ens fictionis intra mentis (ipsis literis, in “Proslogion” de Anselmo de Aosta — argumento ontológico), ou seja, enquanto ente fictício, imaginário, idealizado no sentido de tornar-se ideia, e ser ideia, pode — ou não — ser existente e real também no mundo externo. O que não nega a realidade da sua existência enquanto ente imaginário, idealizado.
Quanto ao externo — o fato de poder ser percebido só pela mente — torna-se sinônimo de interpretação da realidade, de uma aproximação com a verdade. A relação íntima entre realidade e verdade, o modo em como a mente interpreta a realidade, é uma polêmica antiga. O problema, na cultura ocidental, surge com as teorias de Platão e Aristóteles sobre a natureza do real (o idealismo e o realismo). No cerne do problema está presente a questão da imagem (a representação sensível do objeto) e a da ideia (o sentido do objeto, a sua interpretação mental ).
Em senso comum, realidade significa o ajuste que fazemos entre a imagem e a ideia da coisa, entre verdade e verossimilhança. O problema da realidade é matéria presente em todas as ciências e, com particular importância, nas ciências que têm como objeto de estudo o próprio homem: a antropologia cultural e todas as que nela estão implicadas: a filosofia, a psicologia, a semiologia e muitas outras, além das técnicas e das artes visuais.
Na interpretação ou representação do real, (verdade subjetiva ou crença), a realidade está sujeita ao campo das escolhas, isto é, determinamos parte do que consideramos ser um fato, ato ou uma possibilidade, algo adquirido a partir dos sentidos e do conhecimento adquirido. Dessa forma, a construção das coisas e as nossas relações dependem de um intrincado contexto, que ao longo da existência cria a lente entre a aprendizagem e o desejo: o que vamos aceitar como real?
Portanto a realidade é construída pelo sujeito cognoscente; ela não é dada pronta para ser descoberta.
A verdade (subjetiva) pode, às vezes, estar próxima da realidade, mas depende das situações, contextos, das premissas de pensamento, tendo de criar dúvidas reflexivas. Às vezes, aquilo o que observamos está preso a escolhas que são mais um conjunto de normas do que evidências.