bookmark_borderO que é nome

nome | s. m.
no·me |ô| no·me |ô|
(latim nomen, -inis )
substantivo masculino

1. Palavra que designa pessoa, animal ou coisa (concreta ou abstracta ).

2. Denominação.

3. Apelido.

4. Prenome.

5. Alcunha.

6. Nomeada.

7. Fama.

8. Poder, autoridade.

9. [Gramática]   [Gramática]   Palavra que pertence à classe de palavras que designa seres ou coisas, concretos ou abstractos , estados, processos ou qualidades. = SUBSTANTIVO

chamar nomes • [Informal]   • [Informal]   Proferir insultos (ex.: evitem chamar nomes aos colegas; não vale chamar nomes). = INJURIAR, INSULTAR

em nome de • Da parte de.

• Em atenção a.

nome comum • Nome que designa um elemento de uma classe ou categoria, não designando um indivíduo ou uma entidade única e específica, por oposição a nome próprio.

nome de código • Nome ou designação com que se esconde o nome ou designação de algo ou alguém.

nome de fantasia • Nome que alguém adopta a seu bel-prazer.

nome de guerra • pseudónimo .

nome feio • Palavra indecorosa ou ofensiva. = PALAVRÃO

nome predicativo • [Gramática]   • [Gramática]   Palavra que qualifica ou determina o sujeito e que completa a significação do verbo.

nome próprio • Nome que designa um indivíduo ou uma entidade única e específica e que é geralmente escrito com inicial maiúscula, por oposição a nome comum.Confrontar: nume.

Ver também dúvida linguística: pronúncia de nome.


substantivo masculino Denominação; palavra ou expressão que designa algo ou alguém.
A designação de uma pessoa; nome de batismo: seu nome é Maria.
Sobrenome; denominação que caracteriza a família: ofereceu seu nome.
Família; denominação do grupo de pessoas que vivem sob o mesmo teto ou possuem relação consanguínea: honrava seu nome.
Fama; em que há renome ou boa reputação: tinha nome na universidade.
Apelido; palavra que caracteriza alguém.
Quem se torna proeminente numa certa área: os nomes do cubismo.
Título; palavra ou expressão que identifica algo: o nome de uma pintura.
[Gramática] Que designa genericamente os substantivos e adjetivos.
Etimologia (origem da palavra nome). Do latim nomen.inis.


O Nome (do latim nōmen, cuja raiz é comum a várias outras línguas indo-europeias, como o grego; [ὄνομα]) é – num sentido amplo na gramática e na linguística – qualquer palavra que siga a flexão nominal, ou seja, a declinação em contraposição à flexão verbal (ou conjugação). Portanto, não só substantivos, mas também adjetivos e, por vezes, as formas nominais dos verbos, podem ser considerados nomes.
No sentido restrito e no uso comum, o nome é um vocábulo ou locução que tem a função de designar uma pessoa, um animal, uma coisa ou um grupo de pessoas, animais e coisas.
Acredita-se que antes mesmo da invenção da escrita, os seres humanos já se faziam valer de imagens e sons para denominar coisas e seres, prática que remonta aos primórdios da história da humanidade. A evolução da linguagem permitiu que fossem criados nomes para designar conceitos abstratos tais como “tempo”, “amor”, “feudalismo” e “Deus”, por exemplo.
A questão do nome como designador de um conceito universal tal qual “cavalo” para certas pessoas não é tão simples como parece. Em filosofia, a questão dos universais está na origem da querela entre nominalistas e realistas, havendo também os realistas moderados (a corrente do realismo moderado foi defendida por são Tomás de Aquino, chamado de Doutor Angélico, e é defendido pela Igreja Católica Apostólica Romana), que tiveram muita importância na Idade Média, embora sejam pouco conhecidos e divulgados devido ao preconceito para com a Idade Média.De acordo com a semiótica, um nome é um signo em que o significante é a imagem acústica da palavra falada ou a representação gráfica da palavra escrita, e o significado é conceito do objeto ao qual esta palavra remete. Este signo pode atuar como símbolo (quando se refere a uma universalidade; ex.: “rei” — todo e qualquer rei), como índice (quando se refere a um elemento ou indivíduo; ex.: “Luís XV” — e não qualquer rei) e também como ícone (quando se refere a uma ideia geral; ex.: “coroa” — ícone que indica o símbolo “rei”). Obviamente, a função semântica e sintática de um nome pode variar de acordo com o contexto.


bookmark_borderO que é ideia

ideia idéia ideia | s. f. 3ª pess. sing. pres. ind. de idear 2ª pess. sing. imp. de idear
i·dei·a i·déi·a i·dei·a
(grego idéa, -as, aparência, maneira de ser, estilo )
substantivo feminino

1. Representação que se forma no espírito.

2. Percepção intelectual.

3. Pensamento.

4. Lembrança, memória.

5. Plano, intenção.

6. Fantasia.

7. Doutrina; sistema.

ideia fixa • A que preocupa o espírito constantemente.

ideia luminosa • Solução ou plano muito bom ou digno de aplauso.

ideia nova • Princípio político ou social tendente a melhorar ou regenerar os povos.

ideia peregrina • Solução ou proposta muito estranha ou desadequada.

ideias avançadas • Política ou crença religiosa considerada mais liberal que a dominante.• Grafia no Brasil: idéia. • Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:ideia. • Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990:idéia
• Grafia em Portugal:ideia.
i·de·ar i·de·ar – Conjugar
(ideia + -ar )
verbo transitivo

1. Criar na mente. = CONCEBER, IDEALIZAR, IMAGINAR

2. Pôr na ideia .

3. Definir antecipadamente um plano ou um conjunto de acções ou intenções. = IDEALIZAR, PLANEAR, PLANEJAR,PROJECTAR


Forma alterada após Acordo Ortográfico; ver: ideia.


A palavra ideia é usado em duas acepções: como sinônimo de conceito ou, num sentido mais lato, como expressão que traz implícita uma presença de intencionalidade.A palavra deriva do grego idea ou eidea, cuja raiz etimológica é eidos – imagem. O seu significado, desde a origem, implica a controvérsia entre a teoria da extromissão (Platão) e a da intromissão (Aristóteles). No centro da polémica está o conceito de representação do real (realidade).
Para Platão, a ideia que fazemos de uma coisa provém do princípio geral, do «mundo inteligível», que constitui a Ideia Universal, categoria que está na base da sua filosofia, o idealismo. Assim, a ideia da coisa é uma projeção do saber: ao verem a coisa, os olhos, emitindo raios de luz, projetam a imagem dessa mesma coisa, que existe em nós como princípio universal (extromissão). Esta doutrina é designada por «idealismo».
Para Aristóteles, a ideia da coisa provém da experiência sensível, do «mundo dos fenómenos contingentes»: as coisas emitem cópias de si próprias, através da luz, cópias assimiladas pelos sentidos e interpretadas pelo saber inato ou adquirido (intromissão), doutrina que funda o conceito de «realismo».
Estas noções estão presentes em toda a filosofia ocidental, em particular no campo da ontologia, a ciência do Ser. Condicionaram, durante séculos, o pensamento de filósofos, desde a escolástica até às doutrinas da atualidade, em particular, no campo das chamadas «ciências cognitivas» ou «ciências do conhecimento», que cobrem as áreas da biologia, da cibernética, da robótica, da informática.
O Idealismo é a doutrina segundo a qual o pensamento é a origem e a fonte de todo o conhecimento. Esta doutrina platónica postula a existência de um mundo separado deste mundo físico ou sensível, que é feito de realidades perfeitas e imutáveis, as ideias, modelos ou paradigmas das coisas sensíveis.

As ideias seriam realidades acessíveis apenas através da inteligência, por isso receberam também a designação de mundo inteligível.Segundo Locke, as ideias são aquilo através do qual pensamos, aquilo de que a mente se ocupa quando pensa. É através das ideias que o ser humano exprime o pensamento objetivo. São componentes essenciais da compreensão.
Para Platão as ideias são os únicos componentes do mundo real, constituído por modelos perfeitos e onde o mundo empírico é inferior. Esta doutrina abriu caminho à conceção neoplatónica das ideias como pensamentos de Deus. Mais tarde, com Descartes, as ideias seriam simplesmente aquilo que está na mente de qualquer ser pensante.
Nos nossos dias, as ideias são vistas como dependentes das estruturas sociais e linguísticas e não uma criação independente de uma só mente.
Para David Hume, a ideia é uma cópia fraca das impressões sensíveis, isto é, das imagens que o contacto com a realidade imprime no espírito. Para os empiristas, como Hume, as ideias são um fruto empírico e só nascem através da experiência sensível, o que reduz o conhecimento a simples induções.
Descartes distinguiu três tipos de ideias, que para ele são imagens das coisas. Assim, existem as ideias inatas que são aquelas com as quais nascemos e não o produto da experiência adquirida. Para ele, o ser humano teria à partida ideias gerais, como a de Deus, a de liberdade, de imortalidade, etc.
Existem ainda as ideias adventícias, que surgem do mundo exterior através da experiência, e as ideias factícias, que são as ideias formadas pelo próprio indivíduo através do pensamento. Segundo Descartes, as mais importantes são as ideias inatas, já que, nascidas com o ser humano, são como “sementes de verdade”, postas por Deus no seu espírito para permitir conhecer algumas verdades da Natureza sem que os sentidos tivessem algum papel nessa descoberta.


bookmark_borderO que é semiótica

semiótica | s. f. fem. sing. de semiótico
se·mi·ó·ti·ca
(francês semiotique )
nome feminino

1. Ciência dos modos de produção, de funcionamento e de recepção dos diferentes sistemas de sinais de comunicação entre indivíduos ou colectividades . = SEMIOLOGIA

2. Esta ciência aplicada a um domínio particular da comunicação.
se·mi·ó·ti·co se·mi·ó·ti·co
(francês semiotique )
adjectivo adjetivo

1. Relativo à semiótica.

2. Relativo aos signos ou aos sinais de comunicação.


substantivo feminino Ciência que analisa todos os sistemas de comunicação presentes numa sociedade.
Semiologia; análise detalhada das representações sociais definidas como sistema de significação, tendo ou não sua origem em sistemas de comunicação.
Teoria de representação que, criada por Charles S. Pierce, considera os signos em seus modos de representações e de manifestações.
[Medicina] Modo ou método usado para examinar um doente, geralmente para verificação de sintomas.
Etimologia (origem da palavra semiótica). Do inglês sémiotique.


A semiótica é o estudo da construção de significado, o estudo do processo de signo (semiose) e do significado de comunicação. Não deve ser confundida com a tradição saussureana denominada semiologia, que é um subconjunto da semiótica.A semiótica inclui o estudo de sinais e processos de signos, indicação, designação, semelhança, analogia, alegoria, metonímia, metáfora, simbolismo, significação e comunicação. A tradição semiótica explora o estudo de signos e símbolos como parte significativa das comunicações. Diferentemente da linguística, entretanto, a semiótica também estuda sistemas de signos não linguísticos.
A semiótica é frequentemente vista como essencial nos âmbitos antropológicos, filosóficos e sociológicos; o semiólogo e romancista italiano Umberto Eco propôs que todo fenômeno cultural possa ser estudado como uma comunicação. Alguns semióticos priorizam as dimensões lógicas da ciência. Eles examinam áreas pertencentes também às ciências da vida – como a forma como os organismos fazem previsões e se adaptam a seu nicho semiótico no mundo (ver semiose). Em geral, as teorias semióticas levam como objeto de estudo os signos ou sistemas de signos: a comunicação da informação nos organismos vivos é coberta pela Biossemiótica.


bookmark_borderO que é sintoma

sintoma | s. m.
sin·to·ma |ô| sin·to·ma |ô|
(grego súmptoma, -atos, o que ocorre, ocorrência, acaso, azar, propriedade, atributo, colapso )
substantivo masculino

1. Sinal que indica uma doença ou mudança no curso de uma doença.

2. [Figurado]   [Figurado]   Sinal, indício; presságio.


substantivo masculino [Medicina] Refere-se às manifestações que, (dor, febre, náuseas etc) indicadas por determinadas doenças, auxiliam no estabelecimento de um diagnóstico.
[Medicina] Numa acepção mais extensa, ato que consiste na manifestação de modificações orgânicas ou funcionais.
[Por Extensão] Indicação, mostra, sinal: os sintomas indicavam uma tempestade gigantesca.
[Por Extensão] Intuição, palpite, suspeita e/ou pressentimento.
Etimologia (origem da palavra sintoma). Do grego sýmptoma.atos.


Na literatura médica, sintoma é qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não consistir-se em um início de doença.
Em psicopatologia, sintoma é todo relato do paciente acerca de sensações ou sofrimento de cunho subjetivo apresentado durante a entrevista médica. Por ser subjetivo, relaciona-se com tudo que não pode ser mensurado ou objetivamente observado, mas, naturalmente, não pode ser desprezado, pois trata-se de uma queixa válida do paciente.
Sintomas são frequentemente confundidos com sinais, que são as alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde. A diferença entre sintoma e sinal é que o sinal é aquilo que pode ser percebido por outra pessoa sem o relato ou comunicação do paciente e o sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber.
Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação do próprio paciente. A variabilidade descritiva dos sintomas varia enormemente em função da cultura do paciente, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
Quando de um atendimento de alguém por um profissional de saúde, compete ao profissional saber colher as informações necessárias ao pleno conhecimento das características dos sintomas.


bookmark_borderO que é realidade

realidade | s. f.
re·a·li·da·de
(real + -idade )
substantivo feminino

1. Qualidade do que é real.

2. Existência de facto .

3. O que existe realmente; coisa real.

4. Conjunto de todas as coisas reais. = REAL ≠ FANTASIA, FICÇÃO, IRREALIDADE

em realidade • O mesmo que na realidade.

na realidade • Usa-se para enfatizar ou confirmar o que é dito. = COM EFEITO, DEFACTO ,EFECTIVAMENTE , NA VERDADE, REALMENTE

ocultar a realidade • Enganar; esconder o jogo.

realidade aumentada • Tecnologia que combina visualizações de elementos do real com elementos virtuais, permitindo interacção dos dois tipos de elementos em tempo real.

realidade virtual • Ambiente de simulação ou recriação do real que resulta da utilização de tecnologia informática interactiva .


substantivo feminino Característica ou particularidade do que é real (tem existência verdadeira).
Aquilo que existe verdadeiramente; circunstância ou situação real; verdade: sua vontade se tornou realidade.
A reunião daquilo que é real (coisas, fatos, circunstâncias etc.): tentava se esquivar da realidade nos vícios.
Etimologia (origem da palavra realidade). Do latim realitas.atis.


Realidade (do latim realitas isto é, “coisa”) significa em uso comum “tudo o que existe”. Em seu sentido mais livre, o termo inclui tudo o que é, seja ou não perceptível, acessível ou entendido pela filosofia, ciência ou qualquer outro sistema de análise.O real é tido como aquilo que existe fora da mente ou dentro dela também. A ilusão, a imaginação, embora não esteja expressa na realidade tangível extra-mentis, existe ontologicamente, onticamente* (relativa ao ente — vide Heidegger in “Ser e tempo”)*, ou seja: intra-mentis. E é portanto real, embora possa ser ou não ilusória. A ilusão quando existente, é real e verdadeira em si mesma. Ela não nega sua natureza. Ela diz sim a si mesma. A realidade interna ao ser, seu mundo das ideias, embora na qualidade de ens fictionis intra mentis (ipsis literis, in “Proslogion” de Anselmo de Aosta — argumento ontológico), ou seja, enquanto ente fictício, imaginário, idealizado no sentido de tornar-se ideia, e ser ideia, pode — ou não — ser existente e real também no mundo externo. O que não nega a realidade da sua existência enquanto ente imaginário, idealizado.
Quanto ao externo — o fato de poder ser percebido só pela mente — torna-se sinônimo de interpretação da realidade, de uma aproximação com a verdade. A relação íntima entre realidade e verdade, o modo em como a mente interpreta a realidade, é uma polêmica antiga. O problema, na cultura ocidental, surge com as teorias de Platão e Aristóteles sobre a natureza do real (o idealismo e o realismo). No cerne do problema está presente a questão da imagem (a representação sensível do objeto) e a da ideia (o sentido do objeto, a sua interpretação mental ).
Em senso comum, realidade significa o ajuste que fazemos entre a imagem e a ideia da coisa, entre verdade e verossimilhança. O problema da realidade é matéria presente em todas as ciências e, com particular importância, nas ciências que têm como objeto de estudo o próprio homem: a antropologia cultural e todas as que nela estão implicadas: a filosofia, a psicologia, a semiologia e muitas outras, além das técnicas e das artes visuais.
Na interpretação ou representação do real, (verdade subjetiva ou crença), a realidade está sujeita ao campo das escolhas, isto é, determinamos parte do que consideramos ser um fato, ato ou uma possibilidade, algo adquirido a partir dos sentidos e do conhecimento adquirido. Dessa forma, a construção das coisas e as nossas relações dependem de um intrincado contexto, que ao longo da existência cria a lente entre a aprendizagem e o desejo: o que vamos aceitar como real?
Portanto a realidade é construída pelo sujeito cognoscente; ela não é dada pronta para ser descoberta.
A verdade (subjetiva) pode, às vezes, estar próxima da realidade, mas depende das situações, contextos, das premissas de pensamento, tendo de criar dúvidas reflexivas. Às vezes, aquilo o que observamos está preso a escolhas que são mais um conjunto de normas do que evidências.


bookmark_borderO que é glossemática

Palavra não encontrada. Se procurava uma das palavras seguintes, clique nela para consultar a sua definição. geoclimática glutinativa glossomântica (norma brasileira) glossomânticas (norma brasileira) glossomântico (norma brasileira)
Caso a palavra que procura não seja nenhuma das apresentadas acima, sugira-nos a sua inclusão no dicionário.


substantivo feminino [Linguística] Pesquisa linguística, espécie de álgebra da linguagem, pela qual se chega a um sistema geral e abstrato aplicável na descrição das línguas.
Etimologia (origem da palavra glossemática). Glossema + t + ica.


Glossemática é a teoria da linguagem, elaborada pelo lingüista dinamarquês Louis Hjelmslev, tendo por colaborador Hans Jorgen Uldall, segundo a qual a língua deve ser estudada com um fim em si mesma, livre de considerações fisiológicas, sociais, literárias etc. As demais teorias, até então, não fugiram a tais considerações, tratando, pois, a língua como um meio de algo, sem constituir um sistema autônomo.
A teoria lingüística de Hjelmslev foi estudada, sobretudo, pelo Círculo Lingüístico de Copenhague. Trata-se da primeira teoria semiótica e acabada, responsável na formação da semiótica na França, segundo Greimas.