bookmark_borderO que é bradipneia

bradipneia bradipnéia bradipneia | s. f.
bra·dip·nei·a bra·dip·néi·a bra·dip·nei·a
(grego bradus, -eîa, -ú, lento + -pneia )
nome feminino

[Medicina]   [Medicina]   Respiração anormalmente lenta.• Grafia no Brasil: bradipnéia. • Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:bradipneia. • Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990:bradipnéia
• Grafia em Portugal:bradipneia.


substantivo feminino [Patologia] Respiração lenta e fora do normal; braquipneia.
Etimologia (origem da palavra bradipneia). Do grego bradupnoo.os.on.


Bradipneia refere-se a uma taxa de respiração mais lenta que o saudável. A taxa em que é diagnosticada bradipneia depende da idade do paciente e do nível de atividade física recente. É o oposto de taquipneia, respiração acelerada e pode agravar para apneia, nenhuma respiração.


bookmark_borderO que é náusea

náusea | s. f.
náu·se·a
(latim nausea, -ae, do grego nautía, -as )
substantivo feminino

1. Vontade de vomitar.

2. Esforço que se faz para vomitar.

3. [Figurado]   [Figurado]   Nojo, asco; repugnância. (Mais usado no plural)


substantivo feminino Sensação desconfortável de aperto na região peitoral ou abdominal que, geralmente, antecede o vômito.
Tontura sentida pela pessoa que está numa viagem de navio, de carro, de avião etc.
[Por Extensão] Nojo; sensação de repulsa: o bandido lhe causava náusea.
Etimologia (origem da palavra náusea). Do latim nausea.ae.


Náusea ou enjoo é uma sensação desagradável e difusa de desconforto e mal-estar, que em muitos casos se manifesta por vontade em vomitar. Embora não seja dolorosa, quando a sua duração é prolongada pode ser um sintoma debilitante ao provocar desconforto no peito, parte superior do abdómen ou na parte de trás da garganta.As náuseas são um sintoma inespecífico, o que significa que podem ter muitas causas possíveis. Algumas das causas mais comuns de náuseas são o enjoo do movimento, tonturas, dores de cabeça, desmaios, pouca glicose no sangue, gastroenterite ou intoxicação alimentar. As náuseas podem também ser um efeito secundário de muitos medicamentos, incluindo quimioterapia, ou dos enjoos matinais no início da gravidez. As náuseas podem ainda ser causadas por condições psicológicas como ansiedade, nojo ou depressão.Os medicamentos usados para prevenir e tratar as náuseas são denominados antieméticos. Entre os mais prescritos estão a prometazina, metoclopramida e ondansetrona. O termo náusea tem origem no latim nausea, a partir do grego “ναυσία” – nausia, ou “ναυτία” – nautia, que significa doença do movimento.


bookmark_borderO que é exantema

exantema | s. m.
e·xan·te·ma |z…ê| e·xan·te·ma |z…ê|
(grego eksánthema, -atos, erupção, pústula )
substantivo masculino

[Medicina]   [Medicina]   Erupção cutânea provocada por doença infecciosa.


substantivo masculino Erupção na pele ou lesão avermelhada que é ocasionada por uma doença aguda e infecciosa: o sarampo e a escarlatina apresentam exantema.
Etimologia (origem da palavra exantema). Do grego exánthema.


Um exantema ou rash cutâneo é o aparecimento de erupções cutâneas vermelhas em um região específica ou por todo o corpo causadas por infecções ou efeito colateral de medicamentos como as penicilinas. As causas mais comuns em crianças são virais e bacterianos: sarampo, escarlatina, rubéola, estafilococo, eritema infeccioso (parvovírus), roséola, varicela (catapora) e enterovírus.
Por definição, exantema é o aparecimento de eritemas (manchas vermelhas), pápulas (elevação da lesão) e às vezes pústulas (supuração com pus) na pele. Esse tipo de lesão pode ser única ou múltipla e pode ocorrer apenas numa região específica do corpo (rash localizado) ou espalhar-se por todo o corpo (rash disseminado ou generalizado).


bookmark_borderO que é febre

febre | s. m. | adj. 2 g. febre | s. f. | s. f. pl.
fe·bre 2
(alteração de flébil, do latim flebilis, -e, lamentável, lamentoso, que faz chorar, aflitivo, impressionante )
substantivo masculino

1. Falta de peso legal na moeda.adjectivo de dois géneros adjetivo de dois géneros

2. Que não tem peso legal (ex.: moeda febre). = FALHO
fe·bre fe·bre 1
(latim febris, -is )
substantivo feminino

1. [Medicina]   [Medicina]   Estado patológico caracterizado por aumento de temperatura no sangue, geralmente acima de 37 graus, aceleração do pulso e inapetência. = PIREXIA

2. [Figurado]   [Figurado]   Desejo ardente. = AVIDEZ

3. [Figurado]   [Figurado]   Grande agitação ou excitação. = EXCITAÇÃO, FRENESIM
febressubstantivo feminino plural

4. [Informal]   [Informal]   Malaria.

febre aguda • [Medicina]   • [Medicina]   A contínua, violenta.

febre errática • [Medicina]   • [Medicina]   Febre periódica irregular.

febre intermitente • [Medicina]   • [Medicina]   A que, entre um acesso e o seguinte, desaparece completamente.

febre láctea • [Medicina]   • [Medicina]   A que sobrevém aos três ou quatro dias depois do parto.

febre ondulante • [Medicina]   • [Medicina]   Doença provocada por uma brucela, transmitida por bovinos, canídeos, caprinos, ovinos ou suínos, e que pode causar febre, fadiga, dores musculares e sudação no homem e abortos epizoóticos nos outros animais. = BRUCELOSE

febre paludosa • [Medicina]   • [Medicina]   A proveniente de miasmas de pauis.

febre perniciosa • [Medicina]   • [Medicina]   Acesso de febre intermitente muito grave.

febre petequial • [Medicina]   • [Medicina]   Febre tifóide .

febre tifóide • [Medicina]   • [Medicina]   Doença infecciosa, causada por uma bactéria e transmitida através da água ou de alimentos contaminados, que se manifesta em febre alta contínua, dores de cabeça e perturbações graves a nível digestivo, cardíaco e neurológico.

febre tópica • [Medicina]   • [Medicina]   Variedade de febre intermitente anómala .


substantivo feminino Elevação anormal da temperatura constante (animais superiores e homem) sob a influência de uma causa mórbida.
Conjunto de perturbações que acompanham esse estado (agitação, aceleração do pulso, sensação de calor e de doença).
[Figurado] Agitação, paixão viva e desordenada: febre política.
Volúpia, mania, desejo ardente: febre de colecionar.
Febre aftosa, doença infecciosa que ataca sobretudo o gado vacum.
Febre amarela, doença tropical endêmica, com surtos epidêmicos, causada por vírus e transmitida ao homem por mosquitos (especialmente o Aedes aegypti).
Febre do feno, manifestação alérgica provocada pela inalação do pólen de certas gramíneas, na época da floração.
Febre paludosa, malária, impaludismo. (O mesmo que febre palustre.).
Febre terçã, forma clínica do impaludismo em que o acesso febril sobrevém cada 48 horas (ou de três em três dias).
Febre tifóide, doença infecciosa produzida pelo bacilo de Eberth.


Febre ou pirexia é o aumento da temperatura do corpo acima do limite normal em resposta a uma doença ou perturbação orgânica. Não existe um valor universal para o que se considera o limite máximo da temperatura normal. Os valores indicados na literatura médica variam entre 37,5 ºC e 38,3 ºC. O aumento de temperatura é causado por uma subida no ponto de regulação térmica. Este valor é controlado pelo centro termorregulador do corpo no hipotálamo. Isto faz com que o corpo produza mais calor e se esforce por conservar esse calor, provocando contrações musculares e sensação de frio. Quando o ponto de regulação térmica volta ao normal, a pessoa sente-se quente, a pele fica avermelhada e começa a suar. Em casos raros, uma febre pode estar na origem de convulsões febris, as quais são mais comuns entre as crianças mais novas. Geralmente as febres não aumentam a temperatura do corpo para além dos 41 ou 42 ºC.A febre pode ser causada por numerosas condições médicas, desde condições sem qualquer gravidade até condições potencialmente mortais. Entre estas condições estão infeções virais, bacterianas ou parasíticas como a constipação, infeções urinárias, meningite ou malária. Entre as causas não infeciosas estão a vasculite, trombose venosa profunda, efeitos adversos de medicamentos e cancro. É uma condição distinta da hipertermia, que é o aumento da temperatura corporal acima da temperatura do ponto de regulação térmica, causada por uma produção excessiva de calor ou falta de perda de calor.Geralmente não é necessário tratamento para baixar a febre. No entanto, tratar a dor e inflamação associadas podem ajudar a pessoa a repousar. Geralmente são recomendados medicamentos como o ibuprofeno ou o paracetamol e medidas para baixar a temperatura. Medidas como colocar um pano húmido e frio na testa ou tomar um banho quente não são eficazes e podem apenas causar desconforto à pessoa. Os bebés com menos de três meses, as pessoas com problemas de saúde graves, como imunossupressão, ou pessoas com outros sintomas para além da febre podem necessitar de cuidados médicos. A hipertermia requer tratamento.A febre é um dos sinais médicos mais comuns. Cerca de 30% das consultas médicas de crianças estão relacionadas com estados febris. Cerca de 75% dos adultos seriamente doentes apresentam febre. Embora a febre seja um mecanismo de defesa útil, tratar a febre não aparenta piorar o prognóstico de outras condições. Tanto pais como profissionais de saúde tendem a sobrevalorizar a febre.


bookmark_borderO que é letargia

letargia | s. f.
le·tar·gi·a
nome feminino

1. Sono profundo em que a circulação e a respiração parecem estar suspensas.

2. [Figurado]   [Figurado]   Apatia, indolência extrema.


substantivo feminino Estado de inconsciência que se assemelha ao sono profundo.
[Figurado] Ausência de ânimo; excesso de preguiça; desânimo: ela não conseguiu tirar o filho da letargia.
[Por Extensão] Incapacidade para assimilar ou para responder às sensações, aos sentimentos, às emoções; desinteresse: a letargia de uma sociedade adormecida pelos abusos do governo.
[Psicologia] Condição intensa e demorada de inconsciência que, assemelhando-se ao sono profundo, faz com que uma pessoa seja despertada, mas volte à sua mesma condição (de inconsciência) logo após.
Etimologia (origem da palavra letargia). Do grego lethargía.


Letargia (do latim lethargia: lethe — esquecimento e argia — inação), é a perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento por causa fisiológica, ainda não identificada, levando o indivíduo a um estado mórbido em que as funções vitais estão atenuadas de tal forma que parece estarem suspensas, dando ao corpo a aparência de morte.
O paciente jaz imóvel, os membros pendentes sem rigidez alguma, a respiração e o pulso ficam praticamente imperceptíveis, as pupilas dilatadas e sem reação à luz. Há casos em que o paciente, apesar da inércia absoluta, tudo percebe e compreende, mas se encontra totalmente impossibilitado de reagir de qualquer forma. Por motivo da atividade psíquica conservada durante esse estado letárgico, dá-se o nome de letargia lúcida.
Antigamente, devido a falta de recursos da medicina, havia casos de pessoas dadas como mortas e que, posteriormente, no caso de exumações, verificou-se que o cadáver se encontrava em posição diferente da qual fora colocado no caixão ou de tampas arranhadas, sugerindo que tais pessoas foram enterradas vivas durante um estado letárgico. Atualmente a medicina reconhece como mortas somente as pessoas que não apresentem nenhuma atividade cerebral, o que impossibilitaria tal fato.
Assistindo ao filme “Tempo de Despertar” pode se ter uma ideia clara de exemplo de letargia.


bookmark_borderO que é taquicardia

taquicardia | s. f.
ta·qui·car·di·a
(taqui- + -cardia )
nome feminino

Pulsação rápida do coração.
Ver também dúvida linguística: pronúncia de taquicardia.


substantivo feminino Aceleração da frequência cardíaca, dos batimentos, do ritmo das pulsações cardíacas que, normalmente, se refere ao que está acima de cem batimentos por minuto.
Etimologia (origem da palavra taquicardia). Taqui + cardia.


Taquicardia é um termo médico utilizado para designar um aumento da frequência cardíaca. Convenciona-se como normal no ser humano uma frequência cardíaca entre 60 e 100 batimentos por minuto. A partir de 100, inclusive, considera-se que há taquicardia.

Uma das formas de se classificar a taquicardia é quanto ao mecanismo que a origina.
Taquicardia sinusal, é a que se origina no nó sinusal o marca passo natural do coração.
Taquicardia supraventricular é a que se origina nos átrios do coração.
Taquicardia ventricular é a que se origina nos ventrículos do coração.A taquicardia pode ser devida a variações normais do funcionamento do organismo, neste caso chamada de taquicardia fisiológica, ou devida a alguma doença, neste caso taquicardia patológica.
Entretanto, para a avaliação da taquicardia, é importante portanto fazer a avaliação baseado na idade da pessoa.

1 – 2 dias: taquicardia > 159 bpm
3 – 6 dias: taquicardia > 166 bpm
1 – 3 semanas: taquicardia > 182 bpm
1 – 2 meses: taquicardia > 179 bpm
3 – 5 meses: taquicardia > 186 bpm
6 – 11 meses: taquicardia > 169 bpm
1 – 2 anos: taquicardia > 151 bpm
3 – 4 anos: taquicardia > 137 bpm
5 – 7 anos: taquicardia > 133 bpm
8 – 11 anos: Taquicardia > 130 bpm
12 – 15 anos: taquicardia > 119 bpm
> 15 anos – adultos: taquicardia > 100 bpmEsses valores não são absolutos e pequenas variações podem ocorrer.


bookmark_borderO que é hipertonia

hipertonia | s. f.
hi·per·to·ni·a
(hiper- + grego tónos, -ou, o que faz esticar ou pode ser esticado, corda + -ia )
nome feminino

1. [Medicina]   [Medicina]   Aumento do estado normal de firmeza ou elasticidade de um órgão ou de um tecido (ex.: hipertonia dos membros, hipertonia espástica; hipertonia muscular).

2. [Medicina]   [Medicina]   Aumento de tensão.


substantivo feminino Estado de uma solução hipertônica.
Aumento da tonicidade dos músculos.


A hipertonia consiste num aumento anormal do tónus muscular e da redução da sua capacidade de estiramento (aumento da rigidez). É geralmente acompanhada de espasticidade aumentada.
As intervenções terapêuticas são de bastante importância para que a pessoa afetada por este tipo de enfermidade consiga normalizar ou pelo menos minimizar as suas posturas em termos musculares e ao mesmo tempo facilitar a sua movimentação.
A hipertonia afeta pessoas que sofreram paralisia cerebral, danos à coluna vertebral ou que estejam em coma vigil.


bookmark_borderO que é hipotonia

hipotonia | s. f.
hi·po·to·ni·a
(hipo- + grego tónos, -ou, o que faz esticar ou pode ser esticado, corda + -ia )
nome feminino

[Medicina]   [Medicina]   Diminuição do estado normal de firmeza ou elasticidade de um órgão ou de um tecido (ex.: hipotonia generalizada; hipotonia muscular). = HIPOTONICIDADE


substantivo feminino [Bioquímica] Estado de uma solução hipotônica.
[Medicina] Diminuição da tonicidade muscular.


Hipotonia é uma condição na qual o tônus muscular está anormalmente baixo, geralmente envolvendo redução da força muscular.


bookmark_borderO que é obstipação

obstipação | s. f. derivação fem. sing. de obstipar
obs·ti·pa·ção
nome feminino

[Medicina]   [Medicina]   Dificuldade em defecar. = CONSTIPAÇÃO, PRISÃO DE VENTRE
obs·ti·par obs·ti·par – Conjugar
verbo transitivo

Produzir obstipação em.


substantivo feminino [Medicina] Dificuldade para expelir os excrementos – prisão de ventre.
Constipação forte e persistente.
plural Obstipações.
Etimologia (origem da palavra obstipação). Do latim obstipatìo.onis.


Obstipação ou constipação intestinal, popularmente denominada prisão de ventre, é uma condição caracterizada por defecações pouco frequentes ou de difícil passagem. As fezes apresentam-se geralmente duras e secas. Entre outros sintomas estão dores abdominais, sensação de ventre inchado e uma sensação semelhante a não ter defecado por completo. As complicações mais comuns das obstipações são hemorroidas, fissura anal ou acumulação de fezes no intestino grosso. A frequência normal de defecações em adultos é entre três por dia e três por semana. Os bebés geralmente realizam três a quatro defecações por dia e as crianças duas a três.A obstipação tem várias causas. Entre as causas mais comuns estão a lentidão do movimento das fezes no cólon, síndrome do intestino irritável e distúrbios do soalho pélvico. Entre as possíveis doenças subjacentes estão o hipotiroidismo, diabetes, doença de Parkinson, doença celíaca, sensibilidade ao glúten não celíaca, cancro do cólon, diverticulite e doença inflamatória intestinal. Entre os medicamentos associados a obstipação estão os opioides, determinados antiácidos, bloqueadores dos canais de cálcio e anticolinérgicos. Cerca de 99% das pessoas que se encontram a tomar opioides desenvolvem obstipação. O organismo responde a estes fatores retendo as fezes por um período maior do que o normal. Em crianças a obstipação pode vir acompanhada de outros sintomas, como o escape fecal e encoprese, ou seja, o ato de sujar as roupas íntimas involuntariamente.O tratamento da obstipação depende da causa subjacente e de há quanto tempo está presente. Entre as medidas que podem ajudar estão beber bastantes líquidos, ingerir fibras dietéticas (a Organização Mundial de Saúde recomenda a ingestão diária de 25 a 30g de fibra, quantidade facilmente alcançável com o consumo regular de frutas, vegetais, cereais integrais, grãos e sementes) e praticar exercício físico. Quando estas medidas não são eficazes, podem ser prescritos laxantes formadores de volume, laxantes osmóticos, lexantes emolientes ou laxantes lubrificantes. Os laxantes estimulantes são geralmente reservados para situações em que os outros tipos não são eficazes. Entre outros possíveis tratamentos estão o biofeedback ou, em casos raros, cirurgia. A obstipação é motivo de preocupação quando está associada a perda de peso ou anemia, quando existe sangue nas fezes, quando existem na família casos de cancro do cólon ou doença inflamatória ou quando aparece em idade avançada.Na população em geral, a incidência de obstipação é de 2 a 30%. Entre idosos que vivem em lares, a incidência é de 50 a 75%. Estatisticamente, a prisão de ventre afeta mais as mulheres do que os homens devido a fatores hormonais e, no caso da gestação, pela compressão do útero sobre o intestino.


bookmark_borderO que é sintoma

sintoma | s. m.
sin·to·ma |ô| sin·to·ma |ô|
(grego súmptoma, -atos, o que ocorre, ocorrência, acaso, azar, propriedade, atributo, colapso )
substantivo masculino

1. Sinal que indica uma doença ou mudança no curso de uma doença.

2. [Figurado]   [Figurado]   Sinal, indício; presságio.


substantivo masculino [Medicina] Refere-se às manifestações que, (dor, febre, náuseas etc) indicadas por determinadas doenças, auxiliam no estabelecimento de um diagnóstico.
[Medicina] Numa acepção mais extensa, ato que consiste na manifestação de modificações orgânicas ou funcionais.
[Por Extensão] Indicação, mostra, sinal: os sintomas indicavam uma tempestade gigantesca.
[Por Extensão] Intuição, palpite, suspeita e/ou pressentimento.
Etimologia (origem da palavra sintoma). Do grego sýmptoma.atos.


Na literatura médica, sintoma é qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não consistir-se em um início de doença.
Em psicopatologia, sintoma é todo relato do paciente acerca de sensações ou sofrimento de cunho subjetivo apresentado durante a entrevista médica. Por ser subjetivo, relaciona-se com tudo que não pode ser mensurado ou objetivamente observado, mas, naturalmente, não pode ser desprezado, pois trata-se de uma queixa válida do paciente.
Sintomas são frequentemente confundidos com sinais, que são as alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde. A diferença entre sintoma e sinal é que o sinal é aquilo que pode ser percebido por outra pessoa sem o relato ou comunicação do paciente e o sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber.
Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação do próprio paciente. A variabilidade descritiva dos sintomas varia enormemente em função da cultura do paciente, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
Quando de um atendimento de alguém por um profissional de saúde, compete ao profissional saber colher as informações necessárias ao pleno conhecimento das características dos sintomas.