bookmark_borderO que é imitação

imitação | s. f. derivação fem. sing. de imitar
i·mi·ta·ção
nome feminino

1. Acto de imitar.

2. Coisa imitada.

3. Produto industrial que se pode confundir com outro de maior valor ou de melhor qualidade.
i·mi·tar i·mi·tar – Conjugar
verbo transitivo

1. Fazer à semelhança de.

2. Reproduzir (o que outrem fez).

3. Tomar por modelo.

4. Assemelhar-se a.

5. Arremedar.


substantivo feminino Ação de imitar, de fazer exatamente a mesma coisa que outra pessoa, animal etc.: ter a mania da imitação.
Material trabalhado que imita outro mais rico e mais caro: joias de imitação.
Reprodução fraudulenta de alguma coisa; fraude, plágio, falsificação.
Cópia exatamente igual ao que já foi escrito ou dito por outrem; plágio.
Modo caricaturado de representar algo ou alguém; caricatura.
[Música] Termo que designa uma escrita fundada na repetição de certo motivo tratado no estilo contrapontístico (em várias vozes).
locução prepositiva À imitação de. A exemplo de, conforme, segundo.
Etimologia (origem da palavra imitação). Do latim imitatio.onis.


Imitação é um comportamento avançado pelo qual um indivíduo observa e replica outro. A imitação é também uma forma de aprendizagem observacional que leva ao “desenvolvimento de tradições, e no fim de contas à nossa cultura. Permite a transferência de informação (comportamentos, costumes, etc.) entre indivíduos e através das gerações sem necessidade de herança genética.” O termo pode ser aplicado em variados contextos, desde o treinamento de animais à política internacional.


bookmark_borderO que é estranhamento

estranhamento | s. m. derivação masc. sing. de estranhar
es·tra·nha·men·to
nome masculino

Acto de estranhar; estranheza.
es·tra·nhar es·tra·nhar – Conjugar
verbo transitivo

1. Achar estranho; achar extraordinário.

2. Não conhecer, não estar familiarizado com.

3. Não reconhecer.

4. Admirar (por causa de variação havida).

5. Achar censurável; censurar.

6. Fugir de; esquivar-se a.verbo pronominal

7. Não se reconhecer.

8. Fugir da convivência; esquivar-se.


substantivo masculino Ato ou efeito de estranhar alguma coisa, de achar estranho, fora do comum.
Surpresa diante do que não é comum ou rotineiro; estranheza, admiração.
Desconforto em relação a alguém com quem não se simpatizou.
[Teatro] Efeito teatral que rompe com a ilusão de realidade do teatro clássico com o objetivo de obter do público uma atitude crítica em relação aos fatos encenados, dissociada de envolvimento catártico, emocional; distanciamento.
Etimologia (origem da palavra estranhamento). Estranhar + mento.


Estranhamento ou Ostranenie (остранение) foi um termo utilizado pelo formalista russo Viktor Chklovski em seu trabalho “Iskusstvo kak priem” (“A Arte como processo”) ou (“A Arte com procedimento”), publicado pela primeira vez em Poetika (1917). Este artigo está publicado em português na coletânea Teoria da literatura: formalistas russos (Porto Alegre, 1971; São Paulo, 2013) e em Todorov (Lisboa, 1999).
O conceito nasce das discussões entre os formalistas russos com as idéias do crítico ucraniano Aleksandr Potebnia ou Oleksander Potebnia (1835–91) sobre a função da arte na sociedade e a mimesis. Potebnia afirmava que “As imagens não têm outra função senão permitir agrupar objetos e acções heterogéneas e explicar o desconhecido pelo conhecido”. Segundo o Poetbnia a arte apresentava o desconhecido como referência da natureza conhecida pelo homem (in Chklovski em “A arte como processo”, em Teoria da Literatura I: Textos dos Formalistas Russos apresentados por Tzvetan Todorov, Edições 70, Lisboa, 1999, p.75).
Para Chklovski, ao contrário, “A finalidade da arte é dar uma sensação do objecto como visão e não como reconhecimento; o processo da arte é o processo de singularização ostranenie – (estranhamento) dos objectos e o processo que consiste em obscurecer a forma, em aumentar a dificuldade e a duração da percepção. O acto de percepção em arte é um fim em si e deve ser prolongado; a arte é um meio de sentir o devir do objecto, aquilo que já se ‘tornou’ não interessa à arte.” (ibid., p.82).
O estranhamento para Chklovski seria então o efeito criado pela obra de arte literária para nos distanciar (ou estranhar) em relação ao modo comum como apreendemos o mundo e a própria arte, o que nos permitiria entrar numa dimensão nova, só visível pelo olhar estético ou artístico.
Conforme esclarece Carlos Ceia, O termo é de difícil tradução: a palavra original, ostranenie, não existe na língua russa (quer como substantivo, ostranenie, quer como verbo, ostranit’; a palavra russa para “estranhar” é otstranit). Maiores detalhes sobre o termo russo podem ser acompanhados na introdução de Gerald L. Burns a Theory of Prose (Dalkey Archive Press, Illinois, 1998).


bookmark_borderO que é estúdio

estúdio | s. m.
es·tú·di·o
nome masculino

1. Casa de preparação de artistas para o cinema.

2. Casa onde se fazem filmagens ou emissões de radiodifusão e televisão.

3. Oficina de artista.

4. [Portugal]   [Portugal]   Apartamento composto por uma divisão equipada com kitchenette que serve de sala e de quarto de dormir e por uma casa de banho . (Equivalente no português do Brasil: conjugado.)


substantivo masculino Oficina de artista; gabinete de trabalho.
Local onde se filmam cenas para o cinema e para a televisão.
Sala de uma emissora radiofônica ou televisora, às vezes com auditório, de onde se irradiam programas.


Um estúdio ou ateliê é o lugar de trabalho de pessoas com vontade de criar e onde se pode experimentar, manipular e produzir um ou mais tipos de arte. Incluem-se nesta definição não só qualquer pequena sala onde um indivíduo trabalha na sua fotografia, vídeo, ilustração, escultura, pintura, animação, música, rádio etc., mas também grandes edifícios, como ocorre na indústria fonográfica e cinematográfica.
A etimologia da palavra “estúdio” deriva da palavra do Latim studere que pode ser traduzido como a “ânsia de conseguir algo”, também existe como uma adaptação do termo em inglês “studio”.
O termo francês para estúdio, atelier, além de designar um estúdio artístico, é utilizado para caracterizar o estúdio de um designer de moda ou mesmo artesão — nesta última forma, é frequente a presença de cavaletes, mesas de desenho, suportes para escultura, etc, nos ateliês. Também é conhecida a conotação de atelier como a casa de um alquimista ou feiticeiro.


bookmark_borderO que é cânone

cânone | s. m. | s. m. pl.
câ·no·ne
(latim canon, -onis, lei, regra, medida )
nome masculino

1. Princípio geral, de onde retiram ou inferem princípios mais específicos ou particulares (ex.: conhece os cânones clássicos). = NORMA, PRECEITO, REGRA

2. Maneira de proceder que serve de referência. = EXEMPLO, MODELO, PADRÃO

3. Conjunto de autores ou de obras que são considerados exemplares em determinada altura ou local (ex.: cânone arquitectónico ; cânone literário; cânone ocidental).

4. [Religião]   [Religião]   Conjunto de textos ou obras reconhecidos como autoridade (ex.: os textos apócrifos não foram incluídos no cânone bíblico).

5. Conjunto de nomes de pessoas, entidades, obras ou coisas que respeitam determinada organização (ex.: um novo nome foi inserido no cânone dos santos). = CATÁLOGO, LISTA, RELAÇÃO, ROL

6. [Direito]   [Direito]   Lei, artigo ou regra que diz respeito à disciplina eclesiástica do direito canónico .

7. [Religião]   [Religião]   Decisão conciliar sobre matéria de fé ou disciplina católica.

8. [Religião católica]   [Religião católica]   Parte da missa que contém as palavras invariáveis do sacerdote entre o ofertório e a comunhão.

9. [Música]   [Música]   Forma e técnica de composição, na qual se repete uma voz ou melodia inicial.

10. [Música]   [Música]   Nota que mostra onde começa outra voz em fuga.

11. [Antigo]   [Antigo]   [Matemática]   [Matemática]   Fórmula matemática de que se deduziam valores para casos particulares.
cânonesnome masculino plural

12. Antigo curso ou faculdade de teologia (ex.: Faculdade de Cânones da Universidade de Coimbra; era Doutor em Cânones pela Universidade de Salamanca).

Sinónimo Sinônimo Geral: CÂNON


substantivo masculino Regra padrão, principio absoluto do qual são retiradas diversas regras específicas.
Modo de se comportar; modelo.
Relação disposta em forma de lista, catálogo etc.
[Religião] Normas decretadas que dizem respeito à fé e/ou à disciplina, numa religião.
[Religião] Reunião de certos livros específicos cujo teor pode ser considerado de orientação divina.
[Religião] Segundo a liturgia católica, momento específico dentre os outros que compõem a Santa Missa.
[Música] Peça cantada por um coral que consiste na repetição de sua parte inicial durante a execução das outras partes em tempos alterados.
Etimologia (origem da palavra cânone). Do latim canõn.õnis.


Um cânone ou cânon é um termo que deriva da palavra grega κανόνας, que designa uma vara utilizada como instrumento de medida, e que normalmente se caracteriza como um conjunto de regras (ou, frequentemente, como um conjunto de modelos) sobre um determinado assunto. Está em geral ligado ao mundo das artes e da arquitetura, mas, igualmente das religiões, nomeadamente da Igreja Católica. A canonização é a sistematização deste conjunto de modelos.
A materialização do cânone, no campo das artes, pode se dar em produtos diversos, mas são comuns na história os tratados canônicos, contendo em geral desenhos com modelos estruturais a serem seguidos na tarefa compositiva, segundo uma determinada visão da arte. O homem vitruviano de Leonardo da Vinci, por exemplo, pode ser considerado um cânone das proporções clássicas do ser humano.
Fala-se também de um Cânone Literário do Ocidente (Harold Bloom), ou seja, uma lista de clássicos da literatura.
A Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra teve durante muito tempo uma licenciatura em Cânones e outra em Leis. Neste caso, a palavra Cânone deve ser entendida em sentido jurídico, pois essas licenciaturas formavam juristas profissionais.


bookmark_borderO que é ficção

ficção | s. f.
fic·ção
(latim fictio, -onis, acção de modelar, formação, criação, invenção, suposição, hipótese )
nome feminino

1. Acto ou efeito de fingir. = DISSIMULAÇÃO, FINGIMENTO

2. Invenção fabulosa ou engenhosa.

3. [Cinema, Literatura, Televisão]   [Cinema, Literatura, Televisão]   Criação de carácter artístico, baseada na imaginação, mesmo se idealizada a partir de dados reais.

4. Fábula.

5. Interpretação ou relato subjectivo de um facto ou de uma ideia .

6. [Retórica]   [Retórica]   Suposição do orador para abrilhantar ou reforçar o discurso.

ficção científica • [Cinema, Literatura, Televisão]   • [Cinema, Literatura, Televisão]   Criação de carácter artístico, baseada na imaginação dos progressos científicos e tecnológicos.


substantivo feminino Ato ou efeito de fingir, de simular uma intenção ou sentimento; falsidade.
Criação da imaginação, invenção fabulosa, opõe-se ao que é real; fantasia.
[Artes] Criação artística que se pauta em elementos ou personagens irreais, frutos da imaginação.
[Literatura] Literatura de ficção, a novelística (narrativa, lírica ou teatral).
expressão Ficção científica. Narrativa inspirada pelo progresso da ciência e da tecnologia, e cujos lances, situados em geral no futuro, pretendem antecipar-se (e às vezes se antecipam) a novas descobertas científicas.
Etimologia (origem da palavra ficção). Do latim fictio.onis.


Ficção é o termo usado para designar uma narrativa imaginária, irreal, ou para redefinir obras (de arte) criadas a partir da imaginação. Em contraste, a não-ficção reivindica ser uma narrativa factual sobre a realidade. Obras ficcionais podem ser parcialmente baseadas em fatos, mas sempre contêm algum conteúdo imaginário.
No cinema, ficção é o género que se opõe a documentário. Existe no cinema e em televisão um género híbrido designado docuficção.
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Se ficções forem quaisquer produções humanas que representem a realidade sem, contudo, interferir materialmente nela, então qualquer discurso — melhor, qualquer expressão de linguagem — seria uma ficção. Mas, como já dito, a ficção aqui focada é a artística, especialmente a expressada pelos meios audiovisuais (cinema, televisão, vídeo). Certamente há mais campo de trabalho sobre ficção na literatura, na poesia, no drama teatral.


bookmark_borderO que é beleza

beleza | s. f. | interj.
be·le·za |ê| be·le·za |ê|
(talvez do provençal belleza ou do italiano belleza )
nome feminino

1. Perfeição agradável à vista e que cativa o espírito; qualidade do que é belo.

2. Aquilo ou aquele que é belo, formoso.interjeição

3. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]   Expressão que indica satisfação ou concordância (ex.: beleza, vamos lá).

4. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]   Expressão usada para cumprimentar alguém (ex.: e aí, beleza?).

cansar a beleza (de alguém) • [Informal]   • [Informal]   Causar aborrecimento, enfado (ex.: não me cansem a beleza com essa história). = ABORRECER, CHATEAR, MAÇAR


substantivo feminino Característica, particularidade, caráter ou atributo do que é belo; expressão própria de belo; boniteza, encanto ou lindeza.
Essência do ser ou daquilo que pode incitar uma sensação de êxtase; que desperta admiração ou prazer por meio dos sentidos: a beleza das sinfonias de Beethoven; aquela lasanha estava uma beleza.
Particularidade do que contém equilíbrio, simetria, grandiosidade, harmonia etc: a beleza de uma obra artística; a beleza de uma música; a beleza de um sorriso.
Característica do que ou de quem provoca admiração e/ou de identificação (moral ou intelectual) por seu conteúdo: boas intenções de pensamento.
Pessoa bela: sua filha é uma beleza.
substantivo feminino plural Belezas. Mechas encaracoladas que caem sobre a testa; pega-rapaz.
Etimologia (origem da palavra beleza). Do italiano bellezza.


Beleza é uma característica de uma pessoa, animal, lugar, objeto ou ideia que oferece uma experiência perceptual de prazer ou satisfação. É a qualidade do que é belo.A experiência de “beleza”, muitas vezes, envolve uma interpretação de alguma entidade como estando em equilíbrio e harmonia com a natureza, o que pode levar a sentimentos de atração e bem-estar emocional. Como isso pode ser uma experiência subjetiva, muitas vezes se diz que “A beleza está nos olhos de quem vê”.


bookmark_borderO que é kitsch

kitsch | adj. 2 g. 2 núm. | s. m.
kitsch |quítche|
(palavra alemã Kitsch )
adjectivo de dois géneros e de dois números adjetivo de dois géneros e de dois números

1. Que está associado a estereótipos sociais e culturais e a um tipo de sensibilidade que se adequa ao gosto maioritário da população não erudita.

2. [Depreciativo]   [Depreciativo]   Que é de mau gosto ou não tem erudição estética.nome masculino

3. Estilo estético associado a estereótipos sociais e culturais e a um tipo de sensibilidade que se adequa ao gosto maioritário da população não erudita.Confrontar: kirsch.


substantivo masculino Objeto ou estilo que, simulando obra de arte, é apenas imitação de mau gosto para desfrute de um público que alimenta a indústria da cultura de consumo ou cultura de massa; atitude ou reação desse público em face de obras ou objetos com essa característica. (São exemplos típicos de kitsch estatuetas de plástico que imitam obras clássicas, flores artificiais, certos móveis de fórmica e quejandos.).
Etimologia (origem da palavra kitsch). Palavra alemã.


Kitsch ( /kɪtʃ/, empréstimo do Alemão) possui significado e aplicação controversos. Usualmente é empregado nos estudos de estética para designar uma categoria de objetos vulgares, baratos, sentimentais, bregas (cheesy, do inglês), que copiam referências da cultura erudita sem critério e sem atingirem o nível de qualidade de seus modelos, e que se destinam, conforme o seu crítico popularizador, Clement Greenberg, ao consumo de massa. Embora o kitsch apresente a si mesmo como “profundo”, “artístico”, “importante” ou “emocionante”, raramente estes qualificativos são adquiridos por características intrínsecas ao objeto, antes derivam de associações externas que seu público estabelece. É uma expressão essencialmente figurativa, sendo difícil detectá-lo nas artes abstratas, pois depende de um conteúdo narrativo para exercer seu efeito.Alguns autores entendem o kitsch como uma atitude e um espírito geral de complacência e supressão do senso crítico, que pode se estender a áreas bem distintas da arte, como a política, a religião, a economia, o erotismo e praticamente toda a esfera da vida humana, e sua estética, de enorme penetração na psicologia das massas, muitas vezes é usada pelas elites para dirigir a opinião pública, seja na forma de publicidade comercial, educação escolar, propaganda partidária ou iconografia religiosa.É um produto da industrialização e da cultura de massa, sendo considerado típico da classe média com pretensões de ascensão social, mas nos círculos ilustrados emprega-se o termo frequentemente com intenção pejorativa e como reprovação moral. Entretanto, o kitsch é um fenômeno de largo alcance, movimenta uma indústria milionária e para grande número de pessoas constitui, mais do que uma simples questão de gosto, todo um modo de vida, tendo para este público todos os atributos da legitimidade. Apareceu de forma importante também na produção de muitos artistas influentes do “grande circuito”, e quase toda a arte, arquitetura e design pós-modernos apresentam características que podem ser classificadas como kitsch. Hoje em dia a tradicional distinção entre ele e a cultura erudita dificilmente se sustenta em bases objetivas.


bookmark_borderO que é policromia

policromia | s. f.
po·li·cro·mi·a
(policromo + -ia )
nome feminino

Multiplicidade de cores.


substantivo feminino Estado, qualidade de um corpo com diversas cores.


Policromia (do grego antigo πολυχρωμία, πολύ (poly) = muitos ; χρώμα (khrôma) = cores) é o estado de um corpo ou sistema cujas partes têm várias cores. Nesse sentido é mais que uma cor, ou seja, não é um estado de monocromia (uma cor = monocromático). No período histórico denominado ‘antiguidade’, povos, como os Assírios e os Caldeus pintavam as estátuas e as paredes de algumas construções com distintas e diversas cores, todas elas rodeadas por contornos negros ou de cor. Policromia é a arte feita com várias cores. É o emprego de várias cores no mesmo trabalho, “qualidade de um corpo com diversas cores”.
Alguns termos derivados ou relacionados a Policromia são: policresto, policroísmo, policroíta, policromado, policromar, policrmoasia, policromático (utilizado como adjetivo, por exemplo para designar o conjunto de cores utilizados na elaboração de selos postais e outros documentos filatélicos), policromismo, policromizar, policromo.
A policromia pode ser obtida através da combinação das três cores primárias (amarelo; azul; vermelho) a mistura dessas cores pode formar novas e o preto e o branco fazem novas tonalidades, mas basicamente um trabalho policromatico é um trabalho com muitas cores. As ilustrações aparecem com cores bonitas. Tonalidades e matizes dão uma agradável sensação a quem olha. Mas, para imprimir, as cores foram separadas. Não resta dúvida de que, para se obter um resultado harmônico da combinação de cores, é necessário um certo critério, bom-senso e um mínimo de conhecimento do uso dos materiais de pintura mas a experiência pessoal é ainda mais decisiva e é o que alimenta a revolução constante da arte.