bookmark_borderO que é resort

resort | s. m.
resort |rissórte|
(palavra inglesa )
nome masculino

Local formado por uma unidade hoteleira e por um conjunto de equipamentos e espaços para lazer e entretenimento; estância turística.Plural: resorts. Plural: resorts.


substantivo masculino Lugar com propósitos hoteleiros que oferece entretenimento e hospedaria para pessoas que procuram diversão ou relaxamento durante as férias.
Etimologia (origem da palavra resort). Do inglês resort.


Um resort, resorte, centro de férias, estação turística, estância turística ou hotel de lazer, é um lugar usado para relaxamento ou recreação, situado fora do centro urbano com áreas não edificadas de terreno, voltados especialmente para atividades de lazer e entretenimento do hóspede. Como resultado, as pessoas procuram um centro para passar feriados ou férias.

Geralmente, um centro de férias é uma grande seleção com diversas atividades, como bebidas, comida, alojamento, esportes, entretenimento, e compras.
Um resort pode geralmente ser aludido com três lugares parecidos, mas distintos:

Cidades em que o turismo é a principal atividade econômica não são dirigido por uma única companhia (por exemplo Aspen, Colorado)
Centros de férias, normalmente dirigidos por uma única companhia, que tenta proporcionar para a maioria das pessoas o que elas querem enquanto elas estão lá (por exemplo Walt Disney World Resort).
Real Estate Resort, onde é possível ter todos os benefícios de um Resort sendo dono de uma propriedade.Às vezes o termo resort é usado erroneamente para se referir a hotel, que não tem todos os requisitos de um resort. De qualquer modo, um hotel possui as principais características de um centro.
Outra diferença que podemos ressaltar entre hotel e resort, é que um resort proporciona diversas opções de lazer para seus hóspedes, já o foco de um hotel é oferecer apenas a estadia.
Assim como em um hotel, nos resorts seus hóspedes tem livre permanência por todos os seus ambientes, porém, diferentemente daqueles, pois, na maioria das vezes, não há necessidade de adquirir pacotes adicionais. O preço da estadia engloba tudo o que o “resort” oferece. Trata-se de um misto da comodidade de um clube com o prazer de um hotel.
O resort na maioria das vezes, além da enorme variedade de serviços,é um local onde o hóspede usufrui no sistema all-inclusive, que é caracterizado pelo fato dos serviços estarem todos incluídos na diária paga pelo hóspede.


bookmark_borderO que é palácio

palácio | s. m.
pa·lá·ci·o
(latim Palatium, -ii, monte Palatino, palácio e residência dos césares no monte Palatino )
nome masculino

1. Casa vasta e sumptuosa , onde geralmente residem ou residiam monarcas, chefes de Estado, etc. = PAÇO

2. Edifício de grandes dimensões onde estão instalados determinados serviços do poder executivo, judicial ou legislativo (ex.: Palácio da Justiça).

3. Edifício grandioso.


substantivo masculino Residência dos chefes de Estado, de um rei, ou de uma pessoa nobre.
[Por Extensão] Residência grande e suntuosa.
Sede dos tribunais ou das câmaras: Palácio da Justiça.


Palácio ou Paço é um edifício sumptuoso às vezes destinado à habitação de um chefe de Estado ou chefe de governo, assim como paço ou solar de alguns nobres, bispos e patriarcas. Também podem ser utilizados como parlamento. Existem também alguns palácios que perderam seu uso original e podem servir como museus, centros culturais, hotéis e outros.


bookmark_borderO que é hotel

hotel | s. m.
ho·tel
nome masculino

1. Estabelecimento comercial que aluga quartos ou apartamentos mobilados por um preço diário.

2. Hospedaria grande e luxuosa.

3. Qualquer casa onde se hospedam hóspedes.Plural: hotéis. Plural: hotéis.


substantivo masculino Casa onde se alugam quartos mobiliados, com refeições ou sem elas; hospedaria: pernoitar num hotel.


Hotel é um estabelecimento comercial especializado em proporcionar acomodações para viajantes. Esse meio de hospedagem, geralmente, é classificado de uma a cinco estrelas, de acordo com o conforto, luxo e serviços oferecidos. A maioria dos hotéis também disponibiliza serviços de alimentação, eventos e outros para propiciar maior satisfação e permanência aos seus hóspedes.
A oferta de alojamento, em tempos passados, consistia apenas em um quarto com uma cama, um armário, uma mesinha e um lavatório. Atualmente, tem sido amplamente substituído por quartos com instalações modernas, incluindo casa de banho privada e ar-condicionado ou climatizador. Recursos adicionais comuns encontrados em quartos de hotel são um telefone, um despertador, televisão, Internet e conectividade, salgadinhos e bebidas fornecidos em um minibar e instalações para fazer bebidas quentes.

Hotéis maiores podem fornecer um número de instalações de hóspedes adicionais, tais como um restaurante, uma piscina e serviços de conferência. Os quartos do hotel são, normalmente, numerados, para permitir que o cliente identifique seu quarto.
No Japão, hotéis-cápsula fornecem uma quantidade minimizada do espaço da sala e instalações compartilhadas. No Reino Unido, Austrália, Canadá e Irlanda (e raramente em algumas partes dos Estados Unidos), a palavra também pode se referir a um pub ou bar, que não oferece alojamento. Na Índia e Bangladesh, a palavra também pode se referir a um restaurante.


bookmark_borderO que é edifício

edifício | s. m.
e·di·fí·ci·o
nome masculino

1. Construção de certa importância (palácio, fábrica, templo, etc.).

2. [Figurado]   [Figurado]   Resultado de um conjunto de ideias , de combinações.


substantivo masculino Qualquer construção, geralmente de alvenaria e de certas proporções e importância, destinada a morada, trabalho e outros fins.
Prédio, imóvel, casa.


Um edifício (ou popularmente prédio) (do latim aedificĭum) é uma construção com a finalidade de abrigar atividades humanas. Cada edifício caracteriza-se pelo seu uso: habitacional, cultural, de serviços, industrial, entre outros.
Conceito de edificação: São construções de uma forma geral: casas, prédios, apartamentos, armazéns, igrejas, ginásios de esportes, fortes, aeroportos, torres de comando, faróis, postos de combustíveis, usinas hidroelétricas, usinas nucleares, espaços para indústrias, estações de tratamento de água, etc. Enfim, é a forma genérica de se referir a qualquer das instalações ou obras acima.
Todo edifício costuma ser considerado uma obra arquitetônica, apesar de alguns críticos afirmarem que ele apenas o é quando seu projeto possui certas intenções que vão além do simples raciocínio construtivo e incluem certas considerações estéticas, funcionais, sociais e culturais. No entanto há arquitetos, como Renzo Piano, que dizem não haver diferença entre obra arquitetônica e simples construção.
Normalmente se instituem, na maior parte dos países do mundo, marcos legais específicos sobre a atividade edilícia em seus territórios, atribuindo aos arquitetos a função de projetar e executar os edifícios. Eventualmente essa atribuição também é dada ou permitida aos engenheiros civis, o que pode causar alguma antipatia entre alguns profissionais. No Brasil, por exemplo, existe um consenso prático de que o projeto do edifício é de responsabilidade do arquiteto, enquanto sua construção é atribuição do engenheiro.
Quanto à regulação e à fiscalização da construção em si, em geral cabe aos municípios a definição da legislação de edificações e obras, bem como de instâncias que realizem tal papel. No Brasil, as prefeituras comummente promulgam um Códigos de Obras e Edificações que definem regras mínimas de salubridade e de impacto ambiental dos edifícios a serem projetados em suas cidades, assim como a leis de uso e ocupação do solo, que determinam o que pode efetivamente ser construído em cada lugar. Desta forma, o edifício é também uma preocupação do urbanismo e do planejamento urbano.


bookmark_borderO que é farol

farol | s. m.
fa·rol
(espanhol farol )
nome masculino

1. Construção em que há um foco luminoso para guia nocturno dos navegantes.

2. Projector de luz que se situa na parte da frente de um automóvel.

3. Luz do farol.

4. Lanterna que, a bordo, assinala ao longe a presença do navio durante a noite.

5. [Figurado]   [Figurado]   Coisa, ideia ou pessoa que orienta. = FANAL, GUIA

farol de eclipses • Aquele em que, por meio de um maquinismo, a luz tem intermitências.


substantivo masculino Torre elevada que possui no seu cimo poderoso facho de luz que serve para orientação dos navios e aviões durante a noite.
Marinha Conjunto das velas de um mastro: o farol do artimão.
Projetor de luz colocado na frente de um veículo: o farol do automóvel.
[Figurado] Aquele que esclarece, que guia.
Gír. Ostentação, falsa aparência com que se procura embair os outros.
[Popular] Anel com brilhante excessivamente grande.


Um farol é uma estrutura elevada, habitualmente uma torre, equipada com um potente aparelho ótico dotado de fontes de luz e espelhos refletores, cujo facho é visível a longas distâncias.São instalados junto ao mar, na costa ou em ilhas próximas, tendo o objetivo de orientar os navios durante a noite.


bookmark_borderO que é espigueiro

espigueiro | s. m.
es·pi·guei·ro
nome masculino

1. Tulha ou lugar onde se guardam as espigas do milho.

2. Canastro; caixão; talha.

3. [Figurado]   [Figurado]   Viveiro; enxame.


substantivo masculino Lugar onde se guardam as espigas de milho.
Canastro, caixão, tulha.
Etimologia (origem da palavra espigueiro). Espiga + eiro.


O espigueiro, também chamado canastro, caniço ou hôrreo, é uma estrutura normalmente de pedra e madeira, existindo no entanto alguns inteiramente de pedra, com a função de secar o milho grosso através das fissuras laterais, e ao mesmo tempo impedir a destruição do mesmo por roedores através da elevação deste. Como o milho requer que seja colhido no Outono, este precisa de estar o mais arejado possível para secar numa estação tão adversa como o Inverno.
No território de Portugal Continental, encontram-se principalmente a Norte, em particular nas regiões do Minho, Beira Litoral, Beira Interior e Oeste de Trás-os-Montes.
O maior espigueiro de Portugal encontra-se na aldeia de Carrazedo (freguesia de Bucos), no município de Cabeceiras de Basto.
Na Galiza, em Espanha, existem espigueiros idênticos aos que existem em Portugal. Também há estruturas semelhantes nas regiões espanholas de Navarra, Astúrias, Cantábria e na província de León, onde recebem o nome de hórreo.
Também existem construções muito semelhantes na Escandinávia, em especial na Noruega, onde são chamados stabbur e na Suécia, chamados härbre.


bookmark_borderO que é cais

cais | s. m. 2 núm. fem. pl. de cal 2ª pess. sing. pres. ind. de cair Será que queria dizer caís?
cais
(francês quai )
nome masculino de dois números

Ponto de embarque e desembarque nos portos, cursos de água, estações de caminho-de-ferro .
cal cal 1
(latim vulgar cals, de calx, calcis, pedra de cal )
nome feminino

1. Óxido de cálcio (CaO), que forma a base de um grande número de pedras, como o mármore, o granito, a cal viva, etc. (Obtém-se a cal pela calcinação da cal viva. Misturada com areia e água, forma as argamassas, que endurecem com o ar.)

cal anidra • O mesmo que cal viva.

cal apagada • Hidróxido de cálcio resultante da acção da água sobre a cal viva.

cal cáustica • O mesmo que cal viva.

cal extinta • O mesmo que cal apagada.

cal hidráulica • A que endurece com excesso de água, devido ao seu alto teor de argila.

cal virgem • O mesmo que cal viva.

cal viva • A que não foi submetida à acção da água.Plural: cales ou cais. Plural: cales ou cais.Confrontar: sal.

Ver também dúvida linguística: plural de gel.

cal cal 2
(redução de caloria )
símbolo

[Física]   [Física]   Símbolo de caloria.
ca·ir |a-í| ca·ir |a-í| – Conjugar
(latim cado, -ere )
verbo intransitivo

1. Dar queda, ir a terra. = DESABAR

2. [Figurado]   [Figurado]   Descer.

3. Ir dar a.

4. Deixar-se apanhar.

5. Ser vítima de.

6. Praticar.

7. Tocar.

8. Vir a conhecer.

9. Pender.

10. Acontecer.

11. Incorrer.

12. Desagradar.

13. Descambar.

14. Vir.

15. Chegar.nome masculino

16. Acto ou momento de cair.

cair em si • Reconhecer o erro ou culpa.

cair fora • [Brasil, Informal]   • [Brasil, Informal]   Ir embora (ex.: caia fora da minha casa e não volte nunca mais). = DAR O FORA, SAIR

• [Brasil, Informal]   • [Brasil, Informal]   Abandonar ou livrar-se de uma situação (ex.: eu caí fora antes de a empresa falir). = SAIR

cair o Carmo e a Trindade • [Portugal, Informal]   • [Portugal, Informal]   Ocorrer grande polémica , protesto ou discussão.Confrontar: sair.


substantivo masculino plural Plataforma onde um navio se atraca para embarque e desembarque de passageiros e carga.
Muralha de alvenaria, levantada ao longo de um curso de água para firmar as margens e impedir transbordamentos.
Margem de um porto, geralmente empedrada ou lajeada para facilitar o acostamento dos barcos, bem como sua carga e descarga.
Etimologia (origem da palavra cais). Do gaulês caio; pelo francês quai.


Um cais (do céltico, através do francês antigo quai) é uma estrutura, geralmente uma plataforma fixa em estacas, ou região à beira da água, na borda de uma abra ou de um porto, onde barcos podem atracar e aportar para carregar e descarregar carga e passageiros. Inclui atracadouros (local para amarras) e pode também incluir píeres, armazéns e outros equipamentos necessários para manipular barcos.
Um cais é também um nível mais alto, ou calçada, geralmente recoberto de pedras, ao longo de um rio ou canal, ou a avenida que passa ao longo dessas calçadas.


bookmark_borderO que é torre

torre | s. f. 1ª pess. sing. pres. conj. de torrar 3ª pess. sing. imp. de torrar 3ª pess. sing. pres. conj. de torrar
tor·re |ô| tor·re |ô|
(latim turris, -is )
nome feminino

1. Construção elevada, geralmente de pedra ou de tijolo, redonda ou angular.

2. Campanário.

3. Fortaleza.

4. [Marinha]   [Marinha]   Parte elevada sobre a coberta dos navios onde se coloca a artilharia de grande alcance.

5. [Marinha]   [Marinha]   Estrutura estanque acima do casco do submarino, onde fica o comando, periscópio, rádio, radar e outros sistemas de controlo .

6. [Antigo]   [Antigo]   [Militar]   [Militar]   Máquina de guerra em forma de torre.

7. [Militar]   [Militar]   Estrutura móvel e blindada no topo dos carros de combate, onde fica a boca-de-fogo.

8. [Jogos]   [Jogos]   Cada uma das peças do xadrez, geralmente em forma de torre com ameias, que no início do jogo, está nas casas das pontas do tabuleiro. = ROQUE

9. [Figurado]   [Figurado]   Pessoa muito alta e robusta.

10. [Linguagem poética]   [Linguagem poética]   Navio de guerra.

torre de homenagem • [Arquitectura]   [Arquitetura]   • [Arquitetura]   O mesmo que torre de menagem.

torre de menagem • [Arquitectura]   [Arquitetura]   • [Arquitetura]   Torre principal de uma fortaleza em que se celebravam os actos mais solenes.

Torre do Tombo • Arquivo nacional português onde se guardam documentos do mais alto valor histórico.
tor·rar tor·rar – Conjugar
(latim torreo, -ere, secar, assar, tostar, queimar )
verbo transitivo, intransitivo e pronominal

1. Queimar(-se) ligeiramente. = ASSAR, TORRIFICAR, TOSTAR

2. Dar ou ficar com um tom acastanhado, geralmente por exposição à luz solar.verbo transitivo

3. Secar ao sol.

4. [Informal, Figurado]   [Informal, Figurado]   Gastar ou consumir excessiva e descontroladamente (ex.: torrou a herança dos pais no vício do jogo). = ESPATIFAR, ESTOURARverbo transitivo e intransitivo

5. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]   Vender a baixo preço. = LIQUIDAR

6. [Brasil, Informal]   [Brasil, Informal]   Causar aborrecimento. = CHATEAR, ENTEDIARConfrontar: turrar.


substantivo feminino Construção muito alta, sobre base quadrada, circular, ou poligonal.
Estrutura alta de metal destinada a suportar as antenas em estações de rádio e televisão, cabos de transmissão de energia elétrica etc.
Complexo de estrutura metálica das sondas dos poços de petróleo.
Posto de observação e de comando nos navios de guerra.
Campanário.
Peça do jogo de xadrez.
Torre de controle, construção que domina a área de um aeroporto e da qual se transmitem as ordens de levantar vôo e de aterrissagem.
Química Torre fracionadora, aparelho de forma habitualmente cilíndrica, para separação dos diferentes corpos contidos numa mistura.


A torre (do latim “turris”), em arquitectura e engenharia, é uma estrutura em que a altura é bastante superior à largura, apresentando uma demarcada verticalidade. Pode ser edificada para diversos fins ou funções (defesa, comemoração ou otimização de espaço). A sua morfologia e materiais construtivos tem apresentado variantes conforme a função, a época e a região em que são construídas. De um modo geral pode ser edificada como estrutura auto-portante independente ou como parte integrante de um edifício, e a sua planta pode variar formalmente: circular, quadrangular ou poligonal.


bookmark_borderO que é monumento

monumento | s. m.
mo·nu·men·to
(latim monumentum, -i, recordação, monumento, edifício, túmulo )
nome masculino

1. Construção ou obra que transmite a recordação de alguém ou de algum facto memorável.

2. Jazigo, mausoléu.

3. [Figurado]   [Figurado]   Obra literária ou científica de grande fôlego.

4. Recordação; lembrança.


substantivo masculino Obra de arquitetura ou de escultura destinada a transmitir ou a perpetuar para a posteridade a lembrança de um grande vulto ou de um acontecimento.
Edifício público notável pela sua grandeza ou pela sua magnificência.
Sepultura suntuosa, repleta de luxo e fausto; mausoléu.
Qualquer obra intelectual ou material que pelo seu alto valor passa à posteridade.
Lembrança de algum momento importante; recordação.
[Popular] Pessoa que fisicamente é considerada interessante, atraente, bonita, normalmente alta.
substantivo masculino plural Documentos que servem de prova e fundamentam a análise da história das sociedades e civilizações.
expressão Monumento funerário. Construção erguida sobre uma sepultura.
Monumento histórico. Edifício ou objeto mobiliário pertencente a uma coletividade ou a um particular, e que, pelo seu valor histórico ou artístico, é submetido a um regime jurídico especial, com a consequente classificação administrativa que tem como finalidade assegurar sua conservação.
Etimologia (origem da palavra monumento). Do latim monumentum.


Um monumento é um tipo de estrutura que foi explicitamente criada para comemorar uma pessoa ou evento, ou que se tornou relevante para um grupo social como parte de sua lembrança dos tempos históricos ou do patrimônio cultural, devido às suas características artísticas, históricas, políticas, técnicas. ou importância arquitetônica. Alguns dos primeiros monumentos foram dolmens ou menires, construções megalíticas construídas para fins religiosos ou funerários. [1] Exemplos de monumentos incluem estátuas, memoriais (de guerra), edifícios históricos, sítios arqueológicos e bens culturais. Se houver interesse público em sua preservação, um monumento pode, por exemplo, ser listado como Patrimônio Mundial da UNESCO. [2]
Etimologia
A origem da palavra “monumento” vem do grego mnemosynon e do latim moneo, monere, que significa ‘lembrar’, ‘aconselhar’ ou ‘alertar’ [3], sugerindo que um monumento nos permite ver o passado assim. nos ajudando a visualizar o que está por vir no futuro. [4] Em inglês, a palavra “monumental” é frequentemente usada em referência a algo de tamanho e poder extraordinários, como na escultura monumental, mas também significa simplesmente qualquer coisa feita para comemorar os mortos, como um monumento funerário ou outro exemplo de arte funerária.
Criação e funções
Os monumentos foram criados há milhares de anos e são frequentemente os símbolos mais duráveis ​​e famosos das civilizações antigas. Túmulos pré-históricos, dolmens e estruturas semelhantes foram criados em um grande número de culturas pré-históricas em todo o mundo, e as muitas formas de tumbas monumentais dos membros mais ricos e poderosos de uma sociedade são frequentemente a fonte de grande parte de nossas informações e arte dessas culturas. [5] À medida que as sociedades se organizavam em escala maior, monumentos tão grandes que eram difíceis de destruir como as pirâmides egípcias, o Partenon grego, a Grande Muralha da China, o indiano Taj Mahal ou o Moai da Ilha de Páscoa se tornaram símbolos de suas civilizações. Nos últimos tempos, estruturas monumentais como a Estátua da Liberdade e a Torre Eiffel tornaram-se emblemas icônicos dos modernos estados-nação. O termo monumentalidade refere-se ao status simbólico e à presença física de um monumento. Nesse contexto, o historiador de arte alemão Helmut Scharf afirma que “Um monumento existe na forma de um objeto e também como seu símbolo. Como símbolo de linguagem, um monumento geralmente se refere a algo concreto, em alguns casos raros, também é usado metaforicamente … Um monumento pode ser um símbolo de linguagem para uma unidade de vários monumentos … ou apenas para um único, mas em um sentido mais amplo, também pode ser usado em quase todos os planos conhecíveis do ser. … O que é considerado um monumento sempre depende da importância que atribui à consciência predominante ou tradicional de uma situação histórica e social específica. ”
Basicamente, a estrutura de definição do termo monumento depende das condições atuais do quadro histórico. Aspectos da cultura da lembrança e da memória cultural também estão ligados a ela, além de questões sobre os conceitos de esfera pública e durabilidade (aquela memorizada) e a forma e o conteúdo do monumento (monumento de trabalho). Do ponto de vista histórico da arte, a dicotomia de conteúdo e forma abre o problema da “habilidade lingüística” do monumento. Torna-se claro que a linguagem é uma parte eminente de um monumento e é frequentemente representada em “monumentos não-objetivos” ou “arquitetônicos”, pelo menos com uma placa. Nesse sentido, o debate aborda os mecanismos sociais que se combinam com a lembrança. São a aceitação do monumento como um objeto, o conteúdo transportado e o impacto desses conteúdos.
Monumentos são freqüentemente usados ​​para melhorar a aparência de uma cidade ou local. Cidades planejadas como Washington DC, Nova Délhi e Brasília costumam ser construídas em torno de monumentos. Por exemplo, a localização do Monumento a Washington foi concebida pela L’Enfant para ajudar a organizar o espaço público na cidade, antes de ser projetada ou construída. As cidades mais antigas têm monumentos colocados em locais que já são importantes ou, às vezes, são reprojetados para se concentrar em um. Como Shelley sugeriu em seu famoso poema “Ozymandias” (“Olhe para minhas obras, vós poderosos e desespere-se!”), O objetivo dos monumentos é muitas vezes impressionar ou admirar.
Estruturas criadas para outros fins que foram notáveis ​​por idade, tamanho ou significado histórico também podem ser consideradas monumentos. Isso pode acontecer devido à grande idade e tamanho, como no caso da Grande Muralha da China, ou porque ocorreu um evento de grande importância, como a vila de Oradour-sur-Glane, na França. Muitos países usam monumento antigo ou termos similares para a designação oficial de estruturas protegidas ou sítios arqueológicos que originalmente poderiam ter sido casas domésticas comuns ou outros edifícios.
Os monumentos também costumam ser projetados para transmitir informações históricas ou políticas e, assim, podem desenvolver uma potência sociopolítica ativa. Eles podem ser usados ​​para reforçar a primazia do poder político contemporâneo, como a coluna de Trajano ou as numerosas estátuas de Lenin na União Soviética. Eles podem ser usados ​​para educar a população sobre eventos ou figuras importantes do passado, como na renomeação do antigo General Post Office Building, em Nova York, para o James A. Farley Building (James Farley Post Office), depois do ex-Postmaster General James Farley. Para cumprir suas funções informativas e educativas, um monumento precisa estar aberto ao público, o que significa que sua dimensão espacial e seu conteúdo podem ser experimentados pelo público e serem sustentáveis. O primeiro pode ser alcançado situando o monumento em espaço público ou por uma discussão pública sobre o monumento e seu significado, o segundo pela materialidade do monumento ou se seu conteúdo se torna imediatamente parte da memória coletiva ou cultural.
Os significados sociais dos monumentos raramente são fixos e certos e são frequentemente “contestados” por diferentes grupos sociais. Como exemplo: embora o ex-estado socialista da Alemanha Oriental possa ter visto o Muro de Berlim como um meio de ‘proteção’ contra a impureza ideológica do Ocidente, dissidentes e outros sempre argumentariam que era um símbolo da repressão e da paranóia inerentes a isso. Estado. Essa contenção de significado é um tema central do discurso arqueológico “pós-processual” moderno.
Protecção e preservação
O termo é freqüentemente usado para descrever qualquer estrutura que seja uma obra histórica significativa e protegida legalmente, e muitos países têm equivalentes ao que é chamado na legislação do Reino Unido de Monumento Programado, que geralmente inclui edifícios relativamente recentes construídos para fins residenciais ou industriais, com nenhum pensamento no momento em que eles viriam a ser considerados como “monumentos”.
Até recentemente, era costume os arqueólogos estudarem grandes monumentos e prestarem menos atenção ao cotidiano das sociedades que os criaram. Novas idéias sobre o que constitui o registro arqueológico revelaram que certas abordagens legislativas e teóricas do assunto estão muito focadas nas definições anteriores de monumentos. Um exemplo foram as leis do Monumento Antigo Programado do Reino Unido.
Além do governo municipal ou nacional que protege os monumentos em sua jurisdição, existem instituições dedicadas aos esforços para proteger e preservar monumentos que consideram ter significado natural ou cultural especial para o mundo, como o programa de Patrimônio Mundial da UNESCO [7] e Fundo de Monumentos Mundiais. [2]
Os monumentos culturais também são considerados a memória de uma comunidade e, portanto, estão particularmente em risco no contexto da guerra assimétrica moderna. A herança cultural do inimigo deve ser danificada de forma sustentável ou mesmo destruída. Além da proteção nacional dos monumentos culturais, as organizações internacionais (cf. Patrimônio Mundial da UNESCO, Blue Shield International), portanto, tentam proteger os monumentos culturais. [8] [9] [10] [11]
Recentemente, mais e mais monumentos estão sendo preservados digitalmente (em modelos 3D) através de organizações como o CyArk. [12]
Categorias
– Pontos de referência colocados por uma agência governamental ou empresa de pesquisa privada.
– Edifícios projetados como pontos de referência, geralmente construídos com um recurso extraordinário, como o design mais alto, maior ou mais distinto, como o Burj Khalifa em Dubai, a estrutura mais alta do mundo ou o One World Trade Center, o edifício mais alto do mundo. Estados Unidos, construído para comemorar o ataque em 11 de setembro.
– Cenotáfios (destinados a homenagear os mortos que estão enterrados em outros lugares) e outros memoriais para comemorar os mortos, geralmente vítimas de guerra, por exemplo, India Gate e Vimy Ridge Memorial, ou vítimas de desastres, como o Titanic Memorial, Belfast.
– Monumentos da igreja para comemorar os mortos fiéis, localizados acima ou perto de seu túmulo, geralmente apresentando uma efígie, por exemplo, a Basílica de São Pedro ou a igreja medieval Sta Maria di Collemaggio em L’Aquila.
– Colunas, geralmente cobertas com uma estátua, por exemplo, Coluna da Vitória de Berlim, Coluna de Nelson em Londres e Coluna de Trajano em Roma.
– Chamas eternas que são mantidas acesas continuamente, geralmente acesas para homenagear soldados desconhecidos, por exemplo, no Túmulo do Soldado Desconhecido em Moscou ou no túmulo de John F. Kennedy no Cemitério Nacional de Arlington, na Virgínia.
– Fontes, estruturas de vazamento de água geralmente colocadas em jardins formais ou praças da cidade, por exemplo, Fontaines de la Concorde e Jardins de Versalhes.
– Lápides, pequenos monumentos aos mortos, colocados em seus túmulos, por exemplo, os túmulos e abóbadas de veteranos em Les Invalides e Srebrenica Genocide Memorial.
– Mausoléus e túmulos para homenagear os mortos, por exemplo, a Grande Pirâmide de Gizé, o Mausoléu Líbio-Púnico de Dougga e o Taj Mahal.
– Monólitos erigidos para fins religiosos ou comemorativos, por exemplo, Stonehenge.
– Monumentos da Mesquita, locais de culto que geralmente têm cúpulas e minaretes que se destacam no horizonte. Eles também geralmente apresentam caligrafia islâmica altamente qualificada e obras de arte geométrica, por exemplo, a Mesquita do Profeta.
– Obeliscos, geralmente erguidos para comemorar grandes líderes, por exemplo, a agulha de Cleópatra em Londres, o Monumento Nacional (“Monas”) no centro de Jacarta e o Monumento de Washington em Washington, DC
– Palácios, imponentes residências reais projetadas para impressionar as pessoas com sua grandeza e grandeza, por exemplo, Cidade Proibida em Pequim, Palácio de Versalhes e Palácio Schwerin em Schwerin.
– Holofotes para projetar um poderoso feixe de luz, por exemplo, Tribute in Light no Memorial e Museu Nacional de 11 de setembro em Nova York, comemorando os ataques de 11 de setembro de 2001.
– Estátuas de indivíduos ou símbolos famosos, por exemplo, o Niederwalddenkmal (Germania) em Hesse, Liberty Enlightening the World (comumente conhecido como Estátua da Liberdade) na cidade de Nova York e The Motherland Calls em Volgogrado.
– Templos ou estruturas religiosas construídas para peregrinação, fins rituais ou comemorativos, por exemplo, Borobudur em Magelang e Kaaba em Meca.
– Terminando vistas, projeto de layout para monumentos urbanos no final de uma avenida, por exemplo, Opera Garnier em Paris.
– Arcos triunfais, quase sempre para comemorar sucessos militares, por exemplo, o Arco de Constantino em Roma e o Arco do Triunfo de l’Étoile em Paris.
– Memoriais de guerra, por exemplo, o Iwo Jima Memorial em Arlington, VA, o Laboe Naval Memorial, o Lorraine American Cemetery e o Memorial em St Avold, [13] e o Soviet War Memorial em Berlim.
Há diversos tipos de objeto que constituem monumento. Segundo o filósofo pesquisador Michel Braga P. (Miguel Leo) definiu na Wikipédia, as categorias são:
– Busto
– Obelisco
– Arco
– Arco Triunfal: Arco do Triunfo, Arco de Tito.
– Estátua: Estátua da Liberdade, Buda do Templo da Primavera, Mãe Pátria (monumento), Monumento da Renascença Africana.
– Totem
– Coluna
– Fonte
– Marco Zero
– Chama Eterna
– Edifício, Edifício Memorial: Museu do Ipiranga, Museu Lóuvre, Empire State Building, Catedral de Notre-damme de Paris, Templo Dakshineswar Kali.
– Escultura, Escultura Memorial: Mão (Oscar Niemayer), Charging Bull (vulgarmente conhecido como “Touro de Wall Street”)
– Placa
– Lápide, Epitáfio
– Mausoléu
– Mural, Painel : Painel Monumento ao Tropeiro, Mural da Rodovia dos Imigrantes.
– Paços: Praça de São Pedro, Champs-Élysées, Praça Charles de Gaulle, Cidade Proibida.
– Natural: A Árvore Bodhi, o Grand Canyon, Cataratas do Niágara, Encontro das águas do Rio Negro e do Solimões]], rio Ganges; determinadas grutas, cavernas, florestas, bosques, matas e rios.
– Ruína Arqueológica, Sítio Arqueológico: Parthenon, Pirâmides de Gizé, Angkor Wat, Vale dos Reis, Stonehange, Coliseu, Pompeia, Machu Picchu, Muro de Berlim; cavernas, grutas e superfícies com pintura rupestre)
– Cidades Históricas e Centros Históricos, que preservam por completo sua arquitetura de época original: Ouro Preto, Veneza.


bookmark_borderO que é planetário

planetário | adj. | s. m.
pla·ne·tá·ri·o
(planeta + -ário )
adjectivo adjetivo

1. Relativo ou pertencente aos planetas.

2. [Automóvel]   [Automóvel]   Num diferencial, diz-se de duas engrenagens cónicas solidárias do semieixo.nome masculino

3. [Astronomia]   [Astronomia]   Maquinismo que representa o movimento dos planetas.

4. [Astronomia]   [Astronomia]   Edifício dotado de uma cúpula, que representa a abóbada celeste, no interior da qual se projectam imagens das posições e dos movimentos dos planetas.


adjetivo Relativo aos planetas.
Sistema planetário, conjunto de planetas que giram em torno do Sol.
substantivo masculino Aparelho que demonstra o movimento dos planetas em torno do Sol.
O termo também inclui outras máquinas que mostram o Sol, a Lua, as estrelas e os planetas e seus satélites. Além disso, o edifício no qual esse equipamento é exposto e operado é chamado planetário. Alguns planetários são parte de observatórios e museus. Muitos planetários menores encontram-se em bibliotecas, escolas e universidades.


Um planetário é um local onde ocorrem apresentações teatrais sobre astronomia, e que simula o céu, sobretudo noturno, de acordo com a data e local de observação. Normalmente, é constituído por uma abóbada ou cúpula e por uma máquina colocada no seu centro, que projeta os diferentes objetos celestes.
No seu interior, normalmente assiste-se a sessões do planetário, onde se exploram e explicam conceitos da astronomia. Como complemento, muitos planetários têm equipamento audiovisual, como projetores de slides ou sistemas de som, que em muito enriquecem as sessões. É habitual as sessões de planetário serem conduzidas por um apresentador, sob a forma de sessões ao vivo.

Uma fração apreciável dos planetários existentes, são estruturas móveis, facilmente transportáveis, cuja cúpula é de um tecido apropriado, e que mantém a sua forma esférica recorrendo a um sistema que insufla ar para o seu interior. No planetário, também são usados telescópios.