tireoide

tireóide tireoide tireóide tireoide | s. f. | adj. 2 g. | adj. f. s. f. tireóide ti·re·ói·de |ói| ti·re·oi·de |ói| ti·re·ói·de |ói| ti·re·oi·de |ói|
(grego thureoeidês, -ês, -és, com a forma de um escudo )
nome feminino

1. [Anatomia]   [Anatomia]   Glândula endócrina ímpar, composta por dois lobos, situada abaixo da faringe. = TIREOIDEIA ,TIROIDEIAadjectivo de dois géneros adjetivo de dois géneros

2. [Anatomia]   [Anatomia]   Relativo à tireóide . = TIREÓIDEOadjectivo feminino e nome feminino adjetivo feminino e nome feminino

3. [Anatomia]   [Anatomia]   Diz-se de ou a maior cartilagem da laringe situada na parte ântero-superior .

Sinónimo Sinônimo Geral: TIRÓIDE• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: tireoide. • Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990:tireóide. • Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990:tireoide. • Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990:tireóide


adjetivo, substantivo feminino e masculino [Anatomia] Glândula endócrina que tem lugar à frente da laringe cujas funções, de secreção dos hormônios tireoídeos, são coordenadas pela hipófise.
[Anatomia] Diz-de da maior das cartilagens da laringe que forma no homem a saliência chamada pomo-de-adão.
Etimologia (origem da palavra tireoide). Do grego thureoides.


A glândula tireoide está situada na frente dos anéis da traqueia, entre o pomo de adão (proeminência da laringe no meio da região anterior do pescoço) e a base do pescoço, onde se localiza a fúrcula esternal. Com a forma de um H ou de um escudo (thyreos, em grego, quer dizer escudo), consiste num istmo central com um lobo do lado esquerdo e outro do lado direito . Fixa à laringe por tecido conjuntivo, a glândula se movimenta com a deglutição.
A tireoide guarda uma relação complexa com outras estruturas anatômicas – veias, artérias, músculos e nervos – e produz os hormônios tireoideanos, responsáveis por diversos controles do organismo, como as batidas cardíacas, os movimentos intestinais, o poder de concentração do cérebro, o tônus da musculatura, a respiração celular.
No passado, a única forma de examinar a tireoide era por meio da palpação. Em geral, o médico se posicionava atrás do paciente e, com as mãos, procurava verificar se existiam alterações na glândula. Se o advento da ultrassonografia representou um avanço inegável no método de examinar a tireoide, pois permite o diagnóstico precoce de problemas graves, trouxe também consigo uma série de questionamentos. Pessoas que fazem ultrassom da tireoide descobrem a existência de dois, três, às vezes quatro nódulos absolutamente assintomáticos, e perguntam o que devem fazer diante desse achado. Muitas são encaminhadas para a cirurgia sem necessidade, porque temem conviver com o problema.




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