zinco

zinco | s. m. 1ª pess. sing. pres. ind. de zincar
zin·co
substantivo masculino

[Química]   [Química]   Elemento químico metálico (símbolo: Zn), de número atómico 30, de massa atómica 65,37, de um branco azulado.
zin·car zin·car – Conjugar
verbo transitivo

Revestir, galvanizar com zinco.


substantivo masculino [Química] Corpo simples metálico, de símbolo Zn, número atômico 30, massa atômica 65,39, e coloração branco-azulada. O zinco é suscetível de polimento, adquirindo nesse caso um belo brilho metálico. Sua densidade é 7,1; funde a 419,4ºC. Encontra-se na natureza, sobretudo em estado de sulfeto, ou blenda, e de carbonato, ou calamina. Pouco oxidável ao frio, o zinco é utilizado em grandes chapas para cobrir casas e galpões. Fundido em moldes, serve para fabricar objetos ornamentais, frequentemente recobertos de latão por galvanoplastia (bronzes artísticos). O ferro galvanizado, que se emprega nos fios telegráficos, é obtido pelo depósito galvânico, ou melhor, pela imersão do ferro em zinco fundido. O zinco entra na composição de numerosas ligas, como o latão.


O zinco é um elemento químico de símbolo Zn, número atômico 30 (30 prótons e 30 elétrons) com massa atómica 65,4 unidade de massa atómica. À temperatura ambiente, o zinco encontra-se no estado sólido. Está situado no grupo 12 (anteriormente denominado IIB) da Classificação Periódica dos Elementos.
As ligas metálicas de zinco têm sido utilizadas durante séculos – peças de latão datadas de 1400-1000 a.C. foram encontradas em Israel, e outros objetos com até 87% de zinco foram achados na antiga região da Transilvânia.
A principal aplicação do zinco – cerca de 50% do consumo anual – é na galvanização do aço ou ferro para protegê-los da corrosão, isto é, o zinco é utilizado como metal de sacrifício (tornando-se o ânodo de uma célula, ou seja, somente ele se oxidará). Ele também pode ser usado em protetores solares, em forma de óxido, pois tem a capacidade de barrar a radiação solar.
O zinco é um elemento químico essencial para a vida: intervém no metabolismo de proteínas e ácidos nucleicos, estimula a atividade de mais de 100 enzimas, colabora no bom funcionamento do sistema imunológico, é necessário para cicatrização dos ferimentos, intervém nas percepções do sabor e olfato e na síntese do ADN. Foi descoberto pelo alemão Andreas Sigismund Marggraf em 1746.




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